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# Sejam Bem-Vindos ao Night Shift!

Cidade de Lisboa, Portugal. Ano de 2032. As coisas não mudaram tanto assim, apenas o cenário, apenas as imagens que passam paralelas as verdades que acontecem. Os leigos alheios aos acontecimentos, isentos de culpas e deveres. Mas, quando aquilo que pode ser uma ameaça para alguns está perdida pelo mundo sem destino ou razão. a esmo podendo está diante de um humano desavisado, para outros a mesma coisas pode significar o início da salvação de uma raça ameaçada e caçada eternamente por gerações. Você irá se importar com alguma dessas coisas? Ou será apenas mais uma pessoa vivendo a sua vida esperando que tudo se resolva, ou, tudo se acabe??
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# Data: Março de 2032
# Local: Lisboa, Portugal
# Temperatura: 26º
# Clima: Noite de céu limpo, brisa suave e clima agradável sem previsão de chuva...
# Lua: Crescente
# Sugestões de Ações:
- Person envolvidos diretamente na Trama Central : Parque Florestal Monsanto ; Pensão da Cidade ; Galpão abandonado
- Outros: Fiquem antentos a RP da trama central, você pode ser escolhido em breve. Qualquer outro lugar sem envolvimento direto com a trama.
# Duração do periodo: Indeterminado!


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Interessado em fazer parceria com o Night Shift? É só logar na conta "Parcerias" com a senha "parceriasorbis" e mandar uma mensagem privada(MP) pra algum dos administradores e/ou moderadores sobre o interesse e link do forum


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REFORMULAÇÃO DO FORUM
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Agradecimento especial aos players que fazem isso aqui ser tão importante pra nós. - Fotos tiradas de vários lugares, mas principalmente do deviantart. - Todos os direitos reservados à Staff.

Recuse imitações. o NS é nosso, se copiar qualquer coisa sem antes ao menos pedir nossa autorização é PLÁGIO... E plágio é crime, hein?
Se copiar vai ser #umaputafaltadesacanagem e eu vou teperseguiratéoinfernoporra! xingar muito no Twitter!

bricadeira, mas aviso dado. Depois não diz que eu não avisei.


Night Shift - Turno da noite © 2009-2010

    Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

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    Nathaniel Szhor
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    Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Ter Maio 25, 2010 6:14 pm

    WE PLAY THE GAME
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    --------------------------------------------------


        Era uma daquelas noites frias, que a lua nega a sua mínima vista devido aos raios bloqueados pelas nuvens densas de chuva. Ao longe, alguns raios cortavam o céu em seus clarões e desciam até os para-raios que conseguiam captá-los, geralmente no alto de torres de celular ou arranha céus. Não havia chuva, porém, mas havia evidencias que não tardaria que ela chegasse. Faminto, Nathan satisfazia sua sede num beco escuro. A prostituta não precisou mais que alguns Euros para que concordasse em seguí-lo por aquele local, e não precisou mais que dois golpes e seus olhos vermelhos amaldiçoados para que finalmente seu corpo tão usado parasse de se mover. Foi uma refeição pouco satisfatória, visto que era um sangue doente, mas o medo que o temperava não permitia que fosse simplesmente ignorado. Limpou o sangue com um lenço em seu bolso, e sentiu aquela onda revigorante de calor preenchendo o vazio frio de seu ser. Ele quase se sentia vivo. Quase. Virou-se ouvindo um rosnado ferino. Um cão de porte grande e ameaçador tinha sido acordado pelos gritos daquela mulher. Suspirou. O Rottweiler dava passos lentos, cuidadosos – mancava, pois fora atacado por outro enquanto procurava comida numa lixeira, claro que respondera a altura, arrancando um belo pedaço de carne das costelas de seu rival – e seus olhos brilhavam em amarelo na noite.

        Sem esperar, ele acelerou e se lançou para cima do vampiro, que carregado de sangue ativou sua velocidade sobrenatural enfiando as duas mãos no meio do peito da criatura, que voou metros a frente e caiu no chão agonizando. Nathan sorriu, segurou uma das patas do cão – a que estava machucada – e com um movimento, torceu. O cão ganiu de dor profunda. Com outro movimento fraturou um de seus ossos, fazendo a ponta aparecer através da pele. Começou a rir, e o animal gemia mais ainda. Até que finalmente resolveu enfiar um soco bem dado na lateral da cabeça dele, acabando com tudo. Satisfeito, já ia abandonar a cena do crime da maneira que estava até que ouviu seu celular tocando. Puxou-o do bolso de seu casaco e ouviu uma voz conhecida: Caius Maxwell, seu grande amigo e parceiro de caçadas – bem, na verdade Nathan era o parceiro de Caius, o descendente de Tempestade que tinha inventado aquele jogo, ele só gostou e resolveu participar.

        Falou pouco. Tinha uma ideia para enganar e brincar com os caçadores. Nathan não hesitou, principalmente ao dizer que seria no hospital. Não mesmo, sorriu e assentiu, mesmo que o outro não pudesse ver. Era sempre bom ter uma prática e ele detestava caçadores... menos ela. Ela não era sua caçadora, não dele. Ela ficaria longe das garras de qualquer um de seus irmãos pelo menos até que compreendesse o que sentia. Desligou o celular e se virou para o beco escuro. Como por ironia do destino, logo depois que o descendente de Tempestade ligou, uma chuva forte começou. Em meio aos trovões, puxou o ar e seu grito sobrenatural ecoou, e de repente fez-se um silêncio estranho, até que os mortos acordaram. A prostituta ficou de pé, veio correndo e começou a esmurra-lhe o peito, perguntando o que ele tinha feito e por que tudo escureceu. Primeiro se divertiu com a cara de sofrimento dela. No fundo, o cão também se arrastava, enquanto seus ossos colocavam-se novamente no lugar.

        - Silêncio! Sigam-me!

        Virou de costas, e nenhuma das duas criaturas mortas-vivas pronunciou mais nenhuma palavra. Ele abriu o Lexus, e seus comparsas entraram no banco traseiro, sem falar nem soltar gemido algum. Sentiu o roco do motor, colocou o pé no acelerador e arrancou. Não demoraria muito que chegasse na porta do hospital, e por lá iria ficar até que Caius o encontrasse. Esperava um divertimento especial essa noite.



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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Caius Maxwell em Qua Maio 26, 2010 2:08 am

    Ah, a noite, como era perfeita. Caius já tinha se acostumado perfeitamente a não ver mais o sol nascer ou se esconder. Não se importava mais em sentir aquele calor gostoso que o astro rei emanava, isso já era supérfluo. Sua não-vida como vampiro era perfeito, não tinha do que reclamar, se tornara mais forte, ganho poderes e melhor ainda, tinha agora a eternidade para poder brincar com os reles mortais, ah... isso sim era mais do que perfeito, brincar do eterno jogo de gato e rato, bancar o perfeito dono do tabuleiro de xadrez, mover as peças pequenas e frágeis, conforme bem quisesse.

    A noite estava levemente monótona e Caius teve uma ótima idéia, porém teria que dividir aquilo com alguém e nada mais justo do que seu melhor amigo, Nathaniel, descendente de Acordador, seu companheiro de caçada a caçadores, a dupla dinãmica como eram conhecidos em alguns locais, porém Nate era o único que conseguia entender Caius e ambos tinham o mesmo...vamos dizer assim.... gosto por brincar com sua vítimas, se satisfazer com o medo do olhar do humano se vendo próximo à morte, suas súplicas inúteis pela vida, sua voz lamuriosa e muitas vezes chegando até a cenas cômicas de se urinar em suas vestes, ah sim, ambos eram perfeitos juntos e nada mais justo que agora Nate dividir essa caçada com Caius.

    Mudou só um pouco o tempo para ficar mais com o ar de que gostava, pensou sobre o que poderia fazer e como ajuntar as peças do seu plano e como era estudante de Medicina, aquilo somente facilitaria o seu trabalho e melhor ainda, o filho de Acordador poderia se divertir um pouco também e deixar o cenário mais funesto. Caius tomou um banho demorado e se arrumou colocando uma calça jeans preta, uma camisa de seda branca justa no corpo e um pouco de gel no cabelo, sorriu diante do espelho e deixou seus olhos cintilarem, suas presas aparecerem e um sorriso macabro na face.

    Pegou o celular e ligou para Nate, foi breve na explicação e gostava do amigo pois ele sempre aceitava, ainda mais quando se tratava de diversão com caçadores, assim que desligou, guardou o celular no bolso e trancou seu quarto e pegou seu carro, ligou o motor e abriu um pouco o vidro do carro e apontou sua mão para o céu deixando os olhos cintilarem vermelhos e evocou seu poder, deixando uma leve tempestade cair na cidade, deixando o clima mais propício ao que queria fazer.

    Chegou no Hospital Dom Feliphe e estacionou seu carro em uma vaga que estava desocupada e colocou o seu jaleco, cumprimentou o segurança que já conhecia os hábitos noturnos de Caius e sempre era comprado por uma pequena proprina, nada que algumas notas enroladas não resolvessem a situação, porém se ele dificultasse algo, seri um idiota a menos para ocupar o espaço na Terra. Caius desceu até uma saleta e tentou achar algo que servisse para o seu propósito, após algum tempo, viu um pedaço de bastão de madeira e entrou para a área funda do necrotério, alguns corpos jaziam ali, tinham terminado sua jornada, como eram fracos. caius balançou a cabeça em asco e seguiu para o corpo do meio, um homem branco, um pouco forte, era ele que serviria para ó que queria. Tirou o lençol que cobria o infeliz e não pode deixar de brincar um pouco, com a mão pegou a bochecha do idiota e apertou fazendo um som com a boca:

    - Cut, cut do papai, vamos lá, agora você não pode reclamar que mesmo depois de morto, você serviu para alguma coisa.

    Caius enfiou a estaca de uma vez só no corpo do idiota, sujando o jaleco de estudante do jovem vampiro, mas que ao invés de ficar bravo se deliciava com a situação. Caius deu um pequeno impulso e sentou-se ao lado do corpo que jazia na maca metálica e deu duas palmadas na ponta da estaca. Coçou o queixo e resolveu subir que provavelmente seu amigo já estava o esperando.

    Jogou o jaleco em uma máquina de roupas que estava no depósito e seguiu sorridente, era esperto, usava jalecos descartáveis, só usava o céu em ocasiões especiais. Pasou pelo segurança e abriu um leve sorriso e subiu para a entrada do hospital e ficou ali aguardando Nate que ainda não tinha chegado. Caius nem estava com tanta fome, mas já tinha em mente o que fazer para dar sequência ao seu plano e começar a diversão.
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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Qua Maio 26, 2010 4:24 pm

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        A tranca da porta dos fundos se abriu com um estalo, que pareceu ecoar fundo no corredor escuro. A primeira figura que por lá entrou parecia revestido por sombra, eera pálido, alto e elegante, com um sorriso malicioso no rosto. Atrás dele vinham duas criaturas peculiares: um Rottweiler que mancava de modo trôpego e ineficiente – sangrando, visto que o vampiro não tinha arrancado-lhe sangue algum – e uma mulher pálida, com seus olhos negros vidrados no primeiro homem – sua roupa provocante, que nada mais era que um espartilho e meias rastão e os restos de maquiagem no rosto denunciavam sua profissão prévia a sua morte; o pescoço estraçalhado dizia seu destino. Eles fizeram o trajeto em silêncio, apenas iluminados pelas brasas dos olhos do descendente de Acordador que os conduzia. Ele olhava para a chave em suas mãos sorrindo – era o grande benefício de se ter um estudante se medicina que lhe entregava sua amizade sem nada pedir em troca. Ele sempre guardava aquela chave caso precisasse entrar no necrotério e chamar uns ajudantes – ou quem sabe apenas se divertir. Falando em diverção, essa seria uma boa note afinal. Havendo chance de enganar uns caçadores para as armadilhas dos vampiros era sempre uma boa opção. Largara a porta destrancada lá atrás de propósito, pois eles não poderiam entrar pelo Hall movimentado.

        O corredor subterrâneo tinha um cheiro misto de limpeza e mofo, além daqueles produtos que parecia que apenas os hospitais usavam para higienizar os azulejos brancos no chão e as parede da mesma cor. Ele estava acostumado com o ambiente, principalmente aquela parte mal iluminada. Aquilo trazia uma sensação intensa de Déjà vu, como que praticamente qualquer lugar um tanto quanto claustrofóbico. Mal ele sabia que já estivera num manicômio muitos anos antes, quando era mantido numa cela minúscula, envolto em uma camisa de força e muitas vezes dopado ou acorrentado. A loucura às vezes parece dar força sobrenatural aos homens que a possuem, e não era difícil escapar da camisa de força depois de algumas tentativas – as pessoas que lá trabalhavam morriam de medo dele e nunca arriscavam ter aquela criatura tão alucinada e destrutiva solta no meio dos outros, que eram quase tão perturbados quanto. Talvez por isso que não se lembrava – as drogas tinham destruído seus cérebros, ou ele era muito louco para tanto.

        Chegando em uma salinha, colocou a sua presa numa maca, e sobre ela o cão. Jogou um lençol branco por cima. Ele, com um jaleco emprestado, não chamaria atenção. Desceu mais um andar por um elevador, e chegou ao necrotério. Aquele lugar tinha um cheiro mais de mofo, e a luz era mais difusa ainda. Haviam médicos e estudantes passando... na verdade a maioria eram enfermeiros, mas os jalecos sempre enganavam. Ele passou reto e finalmente chegou a sala aonde Caius o estaria esperando. O segurança nem ergueu o olhar, já acostumado a ver os corpos sendo deixados naquele cômodo. Ficou surpreso em não encontrar o amigo em lugar algum, então correu e pegou o elevador, rumando para o saguão principal. Ele estava junto a porta.

        - Estagiário Maxwell, chamando no necrotério!

        O homem se virou e Nathan foi em sua direção sorrindo e abrindo os braços. Depois se cumprimentaram com um aperto de mão e aqueles abraços laterias com tapinhas nas costas. Em voz baixa, sussurrou com sua voz grave em seu ouvido.

        - Acabei trazendo uns aujudantes “treinados”. Mortos ficam ariscos quando acordam, é preciso falar com eles e gritar ordens para que obedeçam com eficiência! Então, vamos ligar para o celular de algum deles e manda-los vir?



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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Caius Maxwell em Qui Maio 27, 2010 3:27 am

    Caius olhava constantemente para o céu, as nuvens negras que passeavam pelo céu abençoando a noite macabra que Caius e seu amigo Nate estavam planejando com os caçadores. Várias imagens se passavam em sua mente, via os caçadores chegando no necrotério, vendo o corpo do pobre idiota que tinha servido de cobaia para seu plano maquiavélico.
    Se fosse pagar alguma coisa pelo seu ato depois que partisse para sua missão eterna, após sua morte ( que desejava ardentemente que nunca acontecesse ), Caius estava frito, todos os humanos que havia torturado antes de matá-los, todas as crianças que choraram e fizeram biquinho antes de servir de alimento, algumas grávidas que pediam de joelhos para não fazerem nada com elas, pois queriam trazer aquele ser a vida, era no mínimo comico aquela cena, a face de desespero e medo eram como um ar que Caius precisava para viver, porém, não tivera piedade de ninguém, então se tivesse que pagar pelos seus atos em algum lugar, um ato a mais e um a menos não iriam fazer diferença nenhuma.
    Caius olhou para o relógio para ver quanto tempo tinha se passado, na veradde não sabia para que usava relógio, tinha a eternidade pela frente e o tempo era somente um pequeno detalhe, por falar em tempo, inevitavelmente lembrava dos descendentes de Gentil, que conseguiam parar o tempo, taí um poder muito interessante, imagina se Caius tivesse esse poder? Ele poderia ficar esculpindo algumas caricaturas com alguns cortes nas faces das pessoas e montar um tipo de quebra cabeça humano, com as pernas e braços entrelaçados, ia ser no mínimo cõmico, como dizia um ditado quando era um reles mortal, o Cara lá de cima não dá asas as cobras, foi com esse pensamento que ouviu seu nome ser chamado e ao se virar pode ver seu amigo Nate.
    Abriu os braços em cumprimento ao amigo, taí um cara que gostava de conversar, não tinham nada desse lance de amizade de mortais que ficavam com sentimentos mortais, ciúmes e etc, blá, blá, blá, com eles não tinha isso, quando queriam conversar apenas se ligavam ou se encontravam em algum lugar ou então se trombavam em suas casas. Quando queriam aprontar, um nunca tinha dito não ao outro, quando se tinha a palavra diversão, caçadores, sangue e humanos, estavam sempre prontos para se divertirem da forma que queriam. Sorriu com a fala de nate e disse em seguida:
    - Opaaa, convidados são sempre bem vindos, principalmente os que você traz e hoje principalmente serão atores importantes no espetáculo que vamos fazer hoje. Sim, vamos ligar para o Ryan, é o primeiro nome que me vem em mente, mas primeiro, preciso de uma vítima, peraí.
    Olhou em sua volta e viu uma senhora segurando seu guarda-chuva para se proteger da tempestade que havia sido providenciada por Caius, a rua estava praticamente deserta e provavelmente a pbre vítima estava indo para sua casa, mas que pena não é? Ela não chegaria ao seu destino. Olhou para Nate e deixou seus olhos cintilarem e apenas avançou rapidamente em direção a velha que já estava fazendo hora extra no mundo e a abraçou oferecendo ajuda, ela se assustou porém com a face jovem de Caius ela cedeu e após passarem em frente uma banca de jornal, Caius atacou o pescoço da senhora que não ofereceu muita resistencia, tapou sua boca para abafar o grito da mulher e colocou o corpo inerte dela no chão sentado com as mãos cruzadas no meio do colo e pegou a volsa da mulher e o seu celular e voltou para a frente do hospital onde estava Nate. Mostrou o aparelho e sorriu para o amigo e discou o número de Ryan que sabia de cabeça e disfarçou a voz:
    - Olá, informação confidencial, no hospital Dom Feliphe, corpo com uma estaca de madeira no necrotério na parte do subsolo.
    Não queria passar mais informações, sabia que os caçadores eram curiosos demais e isso serviria para deixá-lo com um pingo de curiosidade e não tardaria muito para que o idiota do caçador aparecesse por ali, agora só teriam que decidir como fariam a emboscada, sorriu para nate e com os olhos cintilando deu dois tapinhas no ombro do amigo e em seguida quebrou em pedacinhos com sua força sobrenatural o celular de modelo antigo da sua última vítima
    - E agora meu caro, qual o próximo passo? Alguma idéia? A diversão está para começar
    Se estivesse vivo, Caius poderia dizer que poderia sentir a adrenalina correr pelo seu corpo nesse momento, porém, naquele momento o corpo de Caius só tinha sangue podre e coegulado dentro de si, seus órgãos eram mortos e sua pele era gelada, porém algo era a mais pura realidade, ele era feliz.

    Convidad
    Convidado

    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Convidad em Qui Maio 27, 2010 8:38 pm


    GETADELT WIRD WER SCHMERZEN KENNT
    v o m f e u e r d a s d i e h a u t v e r b r e n n t
    i c h w e r f e i n l i c h t

    IN MEIN GESICHT
    - - - - - - - - - - - - - -



    Desliguei o celular com certo desespero. Se havia um corpo empalado no hospital seria questão de tempo para que o arrastassem para uma mesa de autopsia e retirassem a estaca. Era incrível como aquelas coisas pareciam cadáveres normais quando as estacas atravessassem seus corações, mas bastava aquele gesto para que todo o inferno viesse à tona, então seria aquele espetáculo e sensacionalismo que só impedia nosso trabalho. Eu precisava achar John, afinal não era nem um pouco inteligente ir num desses ataques, especialmente a um hospital, ceio de corredores e segundos caminhos, sem um parceiro. Muitos tinham aquele jeito de labirinto e eu não queria ficar de costas para um inimigo caso todo o inferno fosse abaixo e realmente tivessem libertado um vampiro.

    Liguei para John Deckard. Sarah estava machucada e não poderia nos ajudar aquele dia – porque afinal de contas ela tinha se metido a enfrentar um descendente sozinha ninguém fazia a mínima ideia, mas eu já a tinha repreendido suficiente. E eu precisava de um parceiro forte, capaz de subjugar vampiros e o mais importante, esperto e experiente. John estava há tantos invernos quanto eu no ramo de destruição de filhos da noite.

    - John, preciso de ajuda, temos um suposto vampiro estacado no Hospital Dom Feliphe. Se estiver de carro por favor me pegue aqui no balcão.

    Ouvi a resposta afirmativa dele. Fui até o armário e tirei duas boas Shotguns, claro que de munição comum, afinal não era possível fazer munição explosiva daquela arma. A vantagem principal era que o tiro se espalhava em várias direções e de perto, era de longe uma das melhores armas que poderia haver. Depois decidiriam como iriam entrar no Hospital carregando aquele armamento, por enquanto tinha é que se preparar. John devia ter estacas no carro, não me incomodei com isso. Dinheiro de propina era sem dúvida algo útil, e eu enchi uma mala com alguns Euros. Por fim fui até meu xodó, minha pequena grande Desert e enfiei dentro de minhas vestes. Ela como sempre equipada da melhor forma, com balas explosivas faria todo o trabalho. Já estava saindo quando me lembrei de algo importantíssimo: dois facões para cortar a cabeça de desgraçados. Deviam ter sido minha primeira escolha, fui ingênuo e me repreendi. Me lembrei da minha mãe e de meu pai enquanto embainhava a lâmina, acho que agora não importa o porque.

    Subi as escadas e fui para fora, esperar John enquanto ele chegava com o carro. A lua encoberta por nuvens e a chuva não poderiam significar muita coisa para quem andava, além do uso de guarda chuvas. Mas eu bem sabia quem aquilo me lembrava, e essas duas palavras ecoaram em minha cabeça: “Caius Maxwell”. Sexto sentido? Instinto de caçador? Não. Tinha sido caçado por eles muitas outras vezes. Agradeci aos céus quando o velho Deckard parou na rua para me tirar da tempestade. A noite seria longa. Eu detestava noites longas.

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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por John Deckard em Sab Maio 29, 2010 10:58 pm

    Atemporal - Noite.
    Hospital Dom Feliphe - #004 - C2
    things he says, things in his head.





    O aparelho em minha mão vibrou e em seu visor um número conhecido. Não havia lista de contatos em meu telefone, era mais seguro manter tudo na cabeça, certo? Atendi cortando as primeiras palavras de little things dando as costas para o sarnento ao meu lado, não que isso realmente fosse adiantar, ele poderia ouvir se quisesse. O gesto era apenas minha manifestação de desprezo e necessidade de privacidade. O tom firme de Ryan deu informações precisas. Isso era bom, eu não gostava de perder tempo com conversas. Preferia manter minhas relações distantes e profissionais, por um motivo simples; relações são baseadas em trocas, o dar e receber, e eu não tinha nada para dar. Nada além de sarcasmo e desolação. Era nisso que eu pensava dirigindo para o endereço mais que conhecido do galpão, o som característico do motor do Charger roncava pela rua pouco movimentada e a ponta do cigarro em minha boca queimava reluzindo no espelho retrovisor. Momento piegas, John? Me perguntei olhando meu reflexo. A chuva começou a cair sem aviso prévio. Eu gostava dela quando achava que somente duas coisas a explicavam, Deus ou fenômeno climático. Fé ou ciência. Quando desgraçados sugadores de sangue começaram a mexer com ela, deixei de gostar.

    Parei diante do prédio. Ryan já estava esperando. Mais um ponto para o garoto. Ele entrou molhado, coisa que não pude deixar de notar, já que meu banco havia sido limpo recentemente, fruto de uma batalha especialmente difícil, a pouca grana estava entre pagar o aluguel ou lavar e dar uma regulada no carro. Fiquei com a segunda opção, a senhora Mills teria que esperar para o próximo mês ou mais um pouco. O olhei pelo canto dos olhos e traguei o cigarro, uma mão estava ao volante e a outra segurava meu amigo fiel, enquanto a fumaça serpenteava em minha frente. – Onde diabos você se enfiou Cromwell? Tentei falar com você, sua protegida estava na Vouga. – Meu tom não foi inquisitivo, eu estava apenas especulando o que a menina poderia estar fazendo lá sozinha. O hospital não ficava longe, alguns quarteirões e estaríamos lá.

    Por escolha eu caçava sozinho, mas isso não me impedia de ajudar qualquer colega de ofício que precisasse, no entanto, não me sacrificaria por ninguém, nunca tive a síndrome do herói. Ryan era bom no que fazia, provavelmente não haveria problemas maiores do já tínhamos no momento, era certo que um de nós poderia não retornar com vida, mas eu não estava sentido que essa seria a minha noite. – Tem idéia de quem te ligou? Tô achando isso muito suspeito, uma armadilha bem descarada, eu diria. – Disse sem tirar os olhos do sinal no qual estávamos parados. A chuva parecia piorar à medida que nos aproximávamos do hospital. Eu tinha ido até lá uma ou duas vezes tentando encontrar pistas de um caso pessoal. As ruas eram veias enrijecidas que levavam ao coração de uma tempestade, tempestade esta que engordurava tudo e tornava o asfalto escuro um espelho das fagulhas prateadas que o atingiam. Girei o volante sem pressa, quem nos chamou esperaria.

    A entrada desbotada do hospital estava a nossa frente, o lugar era mal iluminado e um guarda fazia a segurança da porta principal. – Pronto para ver um amigo moribundo? – Minhas sobrancelhas estavam arqueadas e eu sorria divertidamente, enquanto desligava o carro devidamente estacionado na vaga de visitantes. Realmente me divertia com a situação, um hospital era incomum na linha de experiências que eu já tinha. Desci do Charger e fui tranquilamente até o porta-malas, nele um fundo falso foi erguido. Dele colhi munição alterada, mais uma Wilson Combat, estava quase pronto. De uma pequena caixa de madeira no canto do espaço apinhado de armas peguei um maço de cigarros, o meu havia terminado. Agora sim, tudo pronto. Nenhum de nós tinha idéia do que encontraria lá dentro, mas ei...quem está na chuva é para se molhar.

    A curta caminhada até a entrada foi tranquila. Levantei minha gola contra os pingos grossos e impiedosos da chuva e a mordida desdentada do vento forte que soprava na direção contrária a nossa. O guarda nos barrou nos primeiros passos sob a marquise coberta do hospital. - O horário de visitas terminou. Por favor senhores, voltem amanhã. - Saquei do bolso minha última nota de vinte e a estiquei frente ao cara de uniforme. – Temos hora marcada. Só queremos que diga em qual sala. – Algo dentro de mim doeu ao ter que soltar a nota tão depressa, alguém teria que me compensar por isso.
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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Qua Jun 02, 2010 12:04 am

    I DON'T REALLY KNOW WHAT FOR
    BUT SHE
    LOOKED GOOD IN RIBBONS •

    SO JUST WALK ON IN

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        O silêncio da chuva já lhe incomodava, assim como a monotonia de esperar. E olha que Caius só ficou segundos no telefone – ele não era uma pessoa que gostava de esperar. Batia os pés incessantemente no chão, imaginando como iriam pegar os caçadores e dar umf im neles – não antes de uma boa diversãozinha especial com eles. Quem sabe só pedisse que os mortos fossem arrancando pedaços dos caçadores... mas se eles fossem inteligentes saberiam que não adiantava lutar e fugiriam. Ele não poderia deixá-los fugir assim simplesmente abandonando o lugar.

        - Acho que estou perdendo o toque Caius, não consigo pensar em nada interessante para nossos ratos de laboratório... quem sabe... não, deixe-me pensar mais um pouco.

        Foi andando de volta para o hospital com a cabeça baixa. Estava perdendo o seu tato, e sabia muito bem qual era o problema, e isso tinha nome: Sarah. A caçadora que tentara apaga-lo esses dias e que acabara sendo apagada por ele – não morta, mas tirada do plano consciente para que ele pudesse deixá-la viva por mais um dia. Por que chongas deixara a criatura viva quando sabia que na primeira oportunidade ela iria enfiar uma estaca no seu peito e atirá-lo no sol? Pensava em comentar isso com alguém, mas conhecia Caius, e apesar de ser seu melhor amigo na vida escura, este era um assassino nato de caçadores, e como falaria de sentimentos com um cara que era sádico?

        - Conheci uma mulher linda esses dias Caius, linda de morrer, to pensando em transformar ela, mas ela é caçadora e acho que tem gente que não vai gostar enm um pouco disso.

        Nathaniel é retardado mental? Não, mas ele fala as coisas mais imprevisíveis para as pessoas mais estranhas possíveis. Depois dessa, podiam interná-lo. Tinha acabado de confessar seus sentimentos para o inimigo número dos caçadores de Portugal e Lisboa inteira. Seria divertido, seria engraçado ouvir sua opinião. É, acho que Nathan não recuperou de tudo sua sanidade.

        - Caramba, ela é incrível! O problema é que até quando eu dei chance pra ela escapar, ela me atacou, não sei se ela ou é muito estúpida ou absurdamente dedicada e corajosa... e ela é que nem o sol que queima nossa pele, quente, quente... como... isso, sabia! Fogo! Vamos atear fogo no subsolo do Hospital!



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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

    Mensagem por Caius Maxwell em Qua Jun 02, 2010 1:24 am

    Caius olhava cada gota da chuva como se fosse parte de seu corpo, se sentia renovado, parecia que se estivesse ferido e se saísse na chuva, poderia ser curado, ficou pensando se estava se sentindo louco? Acreditava que não, pensava várias vezes se essa sensação era a mesma que os outros descendentes tinham quando usavam seus poderes, fez uma anotação mental para em determinado momento mais oportuno perguntar para seu amigo mais próximo ( Nathaniel ) se isso era verdade.

    Estavam no Hospital Dom Feliphe e pensavam em fazer uma tocaia aos idiotas caçadores, porém ainda não sabia o que poderiam fazer, tinham várias possibilidades, após alguns segundos de pensamento já tinha uma idéia, seria pelo menos interessante de começo, atazanar um pouco a vida dos malditos caçadores, será que viria somente um? Duvidava, quando tinha informação assim, desse tipo indicando a presença de um vampiro, provavel Ryan não viria só.

    Porém seus pensamentos foram voltados para seu amigo que estava dizendo sobre perder o tato, aquilo realmente não estava nem um pouco bom e não tinha gostado de ter ouvido aquilo, pois Nate as vezes era seu companehiro de caça aos caçadores, porém resolveu dizer a sua idéia:


    - Podemos ficar atocaiados e deixar eles entrarem na sala onde estão seus bichos de estimação, em seguida prendemos eles com a chave que tenho da sala e com nossa força aproveitamos e empurramos alguma mesa ou um armário para tampar a porta de entrada e você usando seu poder acorda os mortinhos e deixa eles atazanando os idiotas, vamos nos divertir um pouco e depois que eles saírem de lá, se conseguirem, podemos brincar de caça e caçador no hospital, eu dou uma grana ao meu amigo e mando ele dar uma volta já que ninguém vem ao hospital esse horário, o que me diz?

    Começaram a andar para dentro do Hospital, por outra entrada que não a principal e ficara repassando todas as cenas em pensamento, se tudo desse certo, adoraria ver a cara de espanto e medo na cara dos idiotas quando os corpos da maca começassem a tremer e levantar das macas chorando e indo para cima deles, eles iriam desperdiçar algumas munições, o que seria perfeito para os vampiros ali.

    Logo todos os pensamentos do jovem vampiro terror dos caçadores, foi voltado para uma informação que não sabia se tinha escutado direito, Nathaniel tinha conhecido uma caçadora e pior ainda, estava parecendo a fim dela e mais pior ainda queria transformá-la em vampiro, não, realmente o seu amigo não estava bem, ou então a droga que ele tinha usado era boa demais, ele era louco ou o que? Tranformar uma caçadora em uma de nós? Parou por um momento e deu um croc na cabeça do amigo, mas não com força vampírica, apenas para dar uma reprimenda no amigo de caça:


    - Cara, você tá louco, ou o que? Me diz onde tem essa droga que você toma, pois também quero uma pra mim, só não quero esses efeitos colaterais que você está tendo não. Meu, ela é nossa pior inimiga, por isso ela tem o nome de caçadora, e imagina se você transformar ele Nate, ela vai virar vampira e caçar a nós com mais facilidade ainda, onde foi parar sua razão cara, nem vem falar que é amorzinho, paixãozinha ou o escambal a quatro, pois nosso coração nem bate mais e nem sentimentos direitos nós temos.


    Colocou as mãos na cabeça como se não estivesse acreditando naquilo que estava acontecendo, se alguém olhasse para Caius nesse momento parecia que ele estava com uma enorme enxaqueca, porém ninguém imaginaria que era um vampiro quase a um colapso de nervos, querendo esmagar seu melhor amigo, por ter se deixado encantar por uma caçadora e pior ainda por querer transformá-la, porém quando parecia que já tinha tido informações demais, Nate diz que ele ia deixar ela escapar, porém ela o atacou, instantaneamente seus olhos se injetaram de sangue e suas presas ficaram a mostra, deixando a tona sua natureza vampírica:

    - Mano, você enlouqueceu? Deixar uma caçadora escapar? Se você não mata ela, com certeza ela vai te matar, caracas, mas que merda tú tá fazendo? Será que terá que ser colocado em aulas de treinamento vampírico ou terei que matar ela pra acabar com isso de vez?

    Lembrou-se da última frase do seu amigo, de colocar fogo no subsolo do hospital, seria uma boa idéia sim, porém rápida demais, Caius gostaria de um pouco de diversão e um pega-pega no hospital, seria no mínimo mais divertido, mas era uma possibilidade para ser colocada na manga.
    Chegaram até onde queria, puxou seu amigo pelo ombro e antes deixou a porta onde estava o corpo com a estaca recém encostada e foi com Nate para uma sala cheia de produtos químicos que usavam para embalsamar os corpos e usar para outra variedade de expeimentos, deixou cair 3 frascos no chão para disfarçar os seus cheiros de vampiros, assim qualquer caçador não conseguiria sentir seus cheiros e o plano de Caius poderia ter sequência. Encostou a porta e sabia que seu amigo iria vir com aquela lenga lenga de amor por caçadoras, inferno, a noite seria longa

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    Re: Hospital Dom Feliphe - RP Aberta - [Atemporal] Noite

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