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# Sejam Bem-Vindos ao Night Shift!

Cidade de Lisboa, Portugal. Ano de 2032. As coisas não mudaram tanto assim, apenas o cenário, apenas as imagens que passam paralelas as verdades que acontecem. Os leigos alheios aos acontecimentos, isentos de culpas e deveres. Mas, quando aquilo que pode ser uma ameaça para alguns está perdida pelo mundo sem destino ou razão. a esmo podendo está diante de um humano desavisado, para outros a mesma coisas pode significar o início da salvação de uma raça ameaçada e caçada eternamente por gerações. Você irá se importar com alguma dessas coisas? Ou será apenas mais uma pessoa vivendo a sua vida esperando que tudo se resolva, ou, tudo se acabe??
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# Data: Março de 2032
# Local: Lisboa, Portugal
# Temperatura: 26º
# Clima: Noite de céu limpo, brisa suave e clima agradável sem previsão de chuva...
# Lua: Crescente
# Sugestões de Ações:
- Person envolvidos diretamente na Trama Central : Parque Florestal Monsanto ; Pensão da Cidade ; Galpão abandonado
- Outros: Fiquem antentos a RP da trama central, você pode ser escolhido em breve. Qualquer outro lugar sem envolvimento direto com a trama.
# Duração do periodo: Indeterminado!


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Interessado em fazer parceria com o Night Shift? É só logar na conta "Parcerias" com a senha "parceriasorbis" e mandar uma mensagem privada(MP) pra algum dos administradores e/ou moderadores sobre o interesse e link do forum


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REFORMULAÇÃO DO FORUM
(ex Orbis non Sufficit)
Agradecimento especial aos players que fazem isso aqui ser tão importante pra nós. - Fotos tiradas de vários lugares, mas principalmente do deviantart. - Todos os direitos reservados à Staff.

Recuse imitações. o NS é nosso, se copiar qualquer coisa sem antes ao menos pedir nossa autorização é PLÁGIO... E plágio é crime, hein?
Se copiar vai ser #umaputafaltadesacanagem e eu vou teperseguiratéoinfernoporra! xingar muito no Twitter!

bricadeira, mas aviso dado. Depois não diz que eu não avisei.


Night Shift - Turno da noite © 2009-2010

    26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

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    The Destiny
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    Nome do Player : Biah!
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    26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por The Destiny em Qua Maio 26, 2010 2:33 pm




    26/03/2032 - Vouga, Casa Noturna - Noite - RP Trama Central - Somente personagens autorizados.
    " Uma reunião um tanto quanto...diferente. "




    Mais uma noite na casa noturna mais bem, ou não, freqüentada da cidade. Sempre cheia e habitada por diversas figuras a musica não pára e as pessoas chegam a todo instante. No meio dos corpos dançantes, sorridentes, alegres, passa entre a multidão uma mulher desconhecida por todos. Bem vestida, exibe um belo corpo sobre a calça jeans bem justa ao corpo definindo seus quadris e coxas, uma blusa mais larga molda seu tórax e o decote lhe dá ainda mais ar de quem sabe usar bem a aparência para tudo, ou quase. Os cabelos loiros longos caem sobre os ombros soltos, a pele alva e olhos azuis enganam os que observam por não saberem a natureza real dela. Annelise. É o nome dessa nova criatura que surge na cidade de Lisboa. Ela não para durante o caminho, segue direto para uma porta ao fundo, apenas se deu o trabalho em falar com o dono da casa noturna dia antes para poder usar aquele lugar em seu objetivo. Podia muito bem matá-lo ou forçá-lo, mas anos e décadas lhe fizeram aprender a lidar melhor com os humanos. Andava até a porta simples de madeira escura com o símbolo feito por ela anteriormente que imitava da casa noturna, um “V” pintado com sangue humano para as futuras visitas identificar. Era um sala comum, apenas um sofá bem confortável encostado em um das paredes, duas poltronas próximas e três prateleiras com algumas coisas em cima, tralhas e nada de importante. Era ali que chegaria os 5 descendentes que ela havia conseguido localizar, os que lhe interessavam a principio. Olhou mais uma vez para dentro da sala, analisando, e saiu fechando a porta de novo. Não ia ficar ali esperando eles, eles que iriam esperá-la.

    Se misturou na multidão, observaria de longe a chegada aos poucos de cada um e entrarem para espera-la, não tinha pressa, não tinha mais nada do que temer, precisava de uma coisa e eram eles que iriam lhe dar em troca do que sabia. Havia passado a época do silencio. A vampira sumiu no meios das pessoas, só lhe restava observar cada um deles entrar por aquela porta, se perguntarem por quê os outros estavam ali também, onde ela estava, e por fim, fazer sua oferta...






    Spoiler:
    Instruções:
    *a porta se localiza aos fundos da casa noturna, porta simples de madeira marcada com um “V” que aos olhos humanos é uma simples marca de tinta vermelha, mas ao olfato vampiro se trata de sangue humano.

    **Chegue sozinho, lembre-se que acredita que só você foi chamado e mantinha segredo aos demais.

    ***nada de bancar o super vampiro e querer se meter a adivinhar onde a vampira esta, ou a vê antes dela se apresentar, ninguém a conhece de vocês.

    ****cuidado com tudo que fizerem, não a conhecem, não sabe de onde ela vêm, o que quer de vocês, não cometam erros pois eles terão resultados....


    De início vocês postaram sua chegada, interajam entre si, se questionem, mas não saiam da sala. Aguardem-a.



    Última edição por The Destiny em Sex Maio 28, 2010 7:39 pm, editado 3 vez(es)


    _________________
    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
    Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino .
    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
    O tempo é apenas um mero detalhe."

    Convidad
    Convidado

    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Convidad em Qua Maio 26, 2010 5:40 pm


    they're all sitting at my table
    TALKING TALL AND DRINKING WINE
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      O Zonda rugiu dentro da garagem, como um dragão enfurecido fazia quando ameaçavam seu tesouro saqueado das vilas. O carro negro e possante como só pessoas realmente muito ricas poderiam possuir tinha aparentemente seu próprio comportamento quando seu motor começava a girar e combustível era pressionado em seus cilindros de titânio. Não havia muitos carros de passeio que superavam aquele modelo, sejam eles quais fossem – Ferraris, Lamborhinis e o escambau – o Pagani luxuoso era um carro histórico por sua potência épica, design admirável e é claro, aquele modelo, o R era conhecido por suas calotas douradas e chamativas e sua carroceria completamente em fibra de carbono. Um automóvel para poucos, que ele mantivera vivo com a ajuda do dinheiro sacado dos cofres da família por trinta anos. Acendeu os faróis de xenônio, que com sua luz branca fizeram toda a parede da morada os descendentes de Inverno e Tempestade se iluminarem. Colocou suas mãos pálidas no volante especial como aqueles de corrida, e o sensor captou e acendeu o painel instantaneamente, deixando todo o interior do carro azul. Como era bom ter todo aquele poder em mãos mais uma vez! Ainda se lembrava das vezes que ele corria com qualquer idiota pelas ruas só para humilhá-los e mostrar para suas ficantes. Relaxou no banco adaptado, que era baixo e confortável, se encaixando nas costas como qualquer banco deveria. Puxou o cinto de segurança, pois era sempre necessário, sendo você o que fosse; carros como um Zonda R poderiam explodir um humano numa batida, pelo menos ele manteria seu tronco no lugar.

      Saindo da sua garagem, pegou a direção da Vouga, como se já automaticamente. Estava ansioso, mas não suava porque não estava vivo, seu coração não disparava porque não batia, então não mostrava sinais externos, além do típico dedilhar no volante e um sorrisinho nervoso no rosto. No seu bolso residia a fonte de toda a sua ansiedade, e era apenas um papel amassado com uma escrita elegante em caneta. Ele encontrara esse minúsculo objeto dentro de seu armário aonde passava seus dias, e lá vinha escrito algo muito mais que instigante para a mente do Descendente de Inverno: havia uma promessa de informações sobre os seus pais, sobre o paradeiro de seu caixão, ou ao menos seus corpos. Ele deveria ter destruído o bilhete para que nenhum Sétimo ou outro engraçadinho curioso tivesse pego, mas ficou tão ansioso aquela noite que teve de mantê-lo sempre junto de si até que o encontro se sucedesse; era como se tivesse medo que de repente ele iria sumir, e toda aquela chance de adquirir pistas fosse embora com as cinzas do papel destruída, ele tinha de ter uma prova física que não era apenas loucura sua, que realmente haviam lhe escrito aquele bilhete.

      Num semáforo, tirou-o do bolso e leu as linhas mais uma vez. Não obstante, sentira-se lisonjeado por aquela oportunidade que somente ele devia ter conquistado. Não era à toa que ele era o líder dos Descendentes, e os outros vampiros pareciam começar a entender isso também, se ofereciam para contatos particulares sobre informações secretas que só eles tinham e podiam revelar apenas para quem fosse usá-las com sabedoria. Ah, sim! As responsabilidades inigualáveis da sabedoria intrínseca. Se diziam que com um grande poder vinha sempre uma grande responsabilidade ele não poderia discordar. Samuel era o mais poderoso, e com certeza o que tinha as maiores responsabilidades a serem suportadas. Tinha Sétimo e seus descendentes, tinha os membros desviantes, haviam caçadores e também outras criaturas não tão nobres quanto os vampiros para lidar; por fim haviam os Sete, escondidos em algum lugar até que alguém os trouxesse de volta a vida noturna para conquistar os mortais. Sua missão “divina” entregue pelo próprio Inverno no dia que ele despertou com os olhos brasis e demoníacos, com sede.

      Acelerou pelas ruas úmidas, com o asfalto um tanto quanto molhado pelos dias anteriores de chuvas. Só hoje de noite tinham finalmente acalmado São Pedro e ele resolvera tirar uma folguinha, deixando-os com uma belíssima lua minguantes em forma de foice sobre suas cabeças. Assim que avistou a entrada da Vouga, parou no lugar habitual “reservado” e precipitou-se para dentro pela entrada que sempre usava com sua propina bem paga. Olhando de um lado para o outro, tentou farejar o perfume da mulher que entregara aquele perfume, mas isso apenas atiçou sua fome. As garotas que por lá estavam suavam com a música e liberavam feromônios no ar. Nada bom. Andou pelas portas das salas VIP, todas iguaizinhas, geralmente usadas por pessoas que pediam um pouco mais de intimidade, bastava reservar um dia antes ou pagar bem. Seus olhos atentos, melhorados pela sua condição morta viva específica ajudavam... mas o que realmente lhe chamou a atenção foi cheiro de sangue humano seco. Se aproximou da porta envolta nas sombras da boate e passou seus dedos, com unhas escurecidas pelo sangue morto dentro de seu corpo, na textura nodosa da porta. Era um círculo com um “V” bem feito, não exatamente dentro. Farejou. Era certamente o mesmo perfume dela na maçaneta, e era certamente sangue humano que tinha feito aquele impressão. Sorriu, a noite prometia.

      Tomou seu porte altivo de nobre mais uma vez. Colocou a mão pálida na maçaneta e girou, tendo uma enorme decepção. Estava vazia. Vazia não, haviam sofás e poltronas, e tranqueiras espalhadas em prateleiras como qualquer salinha daquelas. Precipitou-se para dentro, verificando se vinha alguém atrás antes de entrar. Fechou a porta e escolheu uma das poltronas para sentar. A poltrona de couro branco combinava com as suas roupas da mesma cor, e com seus sapatos de marca e por isso foi lá que sentou, parecendo um senhor do gelo no seu trono glorioso, e seus olhos azuis e cabelos louros pela claridade. Viera bem arrumado para o lugar, afinal esperava um encontro interessante e gostava de dar boa impressão. Indispensável para um encontro daquele naipe foi o seu anel favorito de platina e diamante encrustado, por dentro gravado Dom Samuel Bennet. Cruzou suas pernas como um homem faz e ficou esperando fingindo paciência, mas sem largar sua rigidez de etiqueta, ficando bem ereto no assento. Começou a examinar o seu anel e teve certeza que já fazia isso há minutos quando ouviu a tranca da porta ser aberta. Abriu bem seus olhos azuis pálidos, aguardando, aguardando, mas do contrário que se esperava aquilo que abriu a porta não exalava aquele perfume peculiar. Desapontado, mas sem nunca perder a gentileza de sua parte, apenas disse sem emoção na voz:

      - Boa noite.

      Dizer que ele estava desapontado não é o bastante, estava duplamente desapontado. Não fora o único convidado aparentemente, mas resolveu permanecer em silêncio, sem indagar o que o outro membro estava fazendo por lá, senão ele poderia perguntar “e você”, então entrariam em uma discussão desnecessária. Ergue os olhos que estavam examinando o anel e sorriu de um modo completante fingido, mas muito difícil de ser desmascarado.



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    their time is up just like me
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    Leah Angus
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Leah Angus em Qui Maio 27, 2010 12:40 am

    xx
    ...We're Gotta Move On Dear...

    A noite estava calma e bonita a casa estava quase que vazia, e os descendentes que estavam ali estavam estranhamente quietos, cada qual em seus afazeres e hobbies prediletos. Não seria difícil sair sem chamar muita atenção, até por que normalmente Leah fazia isso, não chamava atenção nenhuma. Sempre muita calma e pacifica, ela preferia ficar na sua, falando só com quem realmente gostava ou tinha certa intimidade. Saiu do local com um vestido meio creme com a parte perto do busto feita de crochê com mangas. Era bastante confortável e a deixava extremamente fofa e meiga, para completar usava alguns enfeites de crochê também na cabeça e sapatilhas claras para combinar. Leah andava sempre assim, com roupas leves e claras que a deixavam com cara de bonequinha de porcelana, ainda mais com a pele os olhos e os cabelos claros. Ela sentiu o vento bater delicado em seu vestido quando saiu porta a fora do local que ela dividia com os descendentes de Gentil e os de Sétimo. Se sentiu meio estranha pois era difícil sair de casa, mas era uma urgência, algo que realmente lhe interessava.

    Ela havia pego um livro que já tinha lido um pouco mais da metade, estava decidida a termina-lo hoje, porem assim que o abriu na pagina marcada encontrou bilhete, algo que nem se quer parecia ter sido escrito a mão pois a letra era impecável. O bilhete dizia para encontrar o autor dele na Vouga em uma sala sinalizada pelo emblema da boate naquela noite ainda, dizia ter informações sobre onde estavam os sete. Aquilo era algo que a deixava curiosa, pois ela queria encontrá-los, sentia falta de Miguel afinal, o considerava um pai já que não se lembrava de muita cosia da sua vida antes de virar uma vampira e o que se lembrava sobre sua família foi insuficiente para achá-los. Aquele bilhete havia lhe incomodado a tarde inteira, ela não conseguiu ler o livro, não conseguiu pintar, não conseguiu escrever, não fez anda, passou todo o tempo pensando naquele tal encontro.

    Leah nunca havia ido aquele lugar, o motivo? Simples, ela odiava lugares como aqueles. Musica muita alta, tudo muito escuro, muitas pessoas amontoadas, aquele cheiro de suor humano, aquele pessoal bêbado e sem noção, aquelas brigas que sempre aconteciam, era terrível, ela simplesmente desprezava lugares assim. Caminhou tranqüila até lá aproveitando o momento de esticar as pernas, a noite que estava linda e iluminada, e a brisa que tinha um cheirinho salgado e delicioso do mar. Com toda aquela aparência delicada e fofa, andando calma com cara de paisagem a noite, ela era uma presa supostamente fácil, e isso era ótimo, por que era exatamente assim que ela conseguia comida fácil. A noite estava tranqüila e ela não teve tormentos, porem não estava com fome também. Não foi difícil entrar no lugar, apesar de ter sido barrada, ela tinha uma boa lábia e alguns truques de vampiro para fazer o segurança deixá-la entrar apesar dessa cara de criança dela.

    O cheiro daquele lugar quase a fez desistir, era enjoativo e tentador ao mesmo tempo, mas ela não se alimentava daquele tipo, tinha que manter o foco. Ela passou pelo meio das pessoas tentando não tocar em ninguém, o que era quase impossível. Sentiu vários olhares pra ela, o que a deixava constrangida, esse era um dos motivos por não sair em publico. Finalmente chegou um corredor com algumas portas, e o cheiro de sangue ali lhe chamou atenção. Ela seguiu o cheiro e acabou parando em frente uma porta de madeira com o símbolo do lugar desenhado na porta. Ela cheirou mais de perto confirmando que era sangue e passou os dedos delicada em cima meio preocupada com aquilo, talvez ela fosse só uma charlatã assassina e Leah tenha caído na sua conversa fiada, mas agora era muito tarde pra desistir.

    A garota segurou a maçaneta e a girou com cuidado abrindo uma fresta considerável e espiando pra dentro da sala, e teve uma surpresa, uma bela surpresa. Samuel estava ali, sentado em uma poltrona branca com um terno de alta costura e aquele ar de superior. Ela não pode deixar de soltar um suspiro discreto, com certeza se seu coração batesse, ele estaria pulando de sua garganta agora. Ela ficou feliz por não estar sozinha, mas tinha que ser justo ele? Ela sorriu educada e tímida ao mesmo tempo entrando pela fresta que tinha aberto fechando a porta delicadamente em seguida. Se virou a olhando a sala e se sentou na primeira poltrona ao lado da porta mesmo, que era ao lado dele, resumo, ficava entre a porta e a poltrona de Samuel. – Com licença. Disse, e se sentou toda meiga arrumando o vestido que não era muito comprido e nem muito curto, batia um pouco acima de seus joelhos.

    Ela o olhou direito pela primeira vez e tremeu um pouco pra falar. Faziam mais ou menos 30 anos que ela só pensava nele, só falava nele e ele nunca tinha nem se quer a notado, e agora eles estavam ali, sentados juntos em uma sala vazia. – Bo..boa Noite senhor Samuel. Falou cortes para ele virando o rosto para olhar a sala depois com muita vergonha. Se perguntou se seriam apenas os dois, e se quem havia lhe mandado o bilhete.

    -*-*-*-*-*-

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    Última edição por Leah Angus em Sex Jun 04, 2010 10:49 pm, editado 1 vez(es)

    Convidad
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Convidad em Qui Maio 27, 2010 1:37 pm


    never seen you, i don't even know your name
    BUT STILL I BELIEVE. . .
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      Samuel tinha um defeito muito bem pronunciado, e por isso haviam tantas pessoas que o criticavam pelas suas costas. Sua mente tinha um bloqueio incrível para tudo que não estava no centro de suas atenções quando se concentrava. Era uma particularidade horrível, principalmente para um líder – ou para alguém que se julgava um – pois por vezes se esquecia de pessoas ou as ignorava completamente quando elas ainda não significavam muito. Claro que uma vez que uma pessoa estivesse no centro de suas atenções a figura mudava, e então ele faria tudo tendo em vista tal pessoa não importando o resto. No caso seu anel tinha ficado menos interessante assim que a vampira entrou no lugar, leve e reluzente. Parecia feita de ar e de luz, tal a forma e a falta de pessoa que parecia ter. Quando ela pediu licença, respondeu educadamente com sua voz não muito baixa nem muito alta, não muito grave nem muito aguda – combinava com ele, parecia ter um toque de aristocracia. E seu sorriso era igualmente gentil, para que a garota não ficasse acanhada. Sim, ele percebeu aquilo pelo modo que ela abriu a porta, entrando por uma fresta e não escancarando e berrando uma daquelas introduções que tanto lhe incomodavam.

      - Fique à vontade.

      Pra variar, ele não fazia ideia da existência de Leah e por consequência óbvia, dos sentimentos que ela nutria por ele durante todos esses invernos e verões de vida noturna. Durante toda a sua não vida ela sempre foi uma figurante – sempre em segundo plano, atrás de Lucas Dekker, o descendente que odiava mais que qualquer coisa em todo o mundo – talvez até mais que o Sétimo em pessoa. E como em filmes, ninguém se lembra do figurante passando na rua enquanto os personagens principais conversam em primeiro plano, portanto não seira nada anormal. A questão é que às vezes você está tão concentrado que não percebe coisas interessantes sobre os figurantes, como de repente a mulher em segundo plano é muito mais bonita do que a em primeiro. Pela primeira vez ele notara Leah, e como um soco na sua cara, já percebeu o quanto ela era atraente, e o quanto parecia luzir como uma vela acesa por onde passava. Suas roupinhas esvoaçantes e uma carinha ingênua e inocente que ele podia confessar que nunca vira habitando entre os seres noturnos chamavam a atenção. Ela era delicada – e bem ele sabia como adolescentes delicadas eram perigosas com seu vampirismo – e se fosse escolher uma flor para ela, poderia muito bem escolher uma flor de Alisso branca, pequenina e fina, quase que dava medo de tocar e ferir sem querer – uma Alisso feita de névoa, que se você fosse tocar desapareceria com o vento provocado por sua mão – e também tinha um perfume delicioso. Ela era linda. Ouviu seu cumprimento fino, chamando ele de senhor. Claro que sentiu uma lisonja tamanha com aquele reconhecimento que ela lhe prestava e ainda mais com o pronome de tratamento – embora preferisse o “Dom” que os antigos nobres portugueses possuíam e que todos os Sete, menos Sétimo, tinham prazer de incluir em frente aos seus. Com as pernas ainda cruzadas, o vampiro sorriu de maneira charmosa mais uma vez, alisando o braço de seu blazer branco impecável. Todo aquele jeitinho parecia de uma Gentil, e ele certamente já tinha a visto em algum lugar claro, apenas deixou que seu subconsciente armazenasse a imagem para usos futuros, e nessa imagem ela vinha perto de Dekker, saindo da mesma casa que ele. Sentiu-se até seguro de comentar sobre seu bilhete.

      - Sem querer nada, mas essa roupa fica perfeita em você. Imagino que você esteja aqui por Dom Miguel, certo?

      Ouviu sua resposta atenciosamente e depois completou com uma outra frase interrogativa.

      - Desculpe-me, mas não me lembro de seu nome...



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    Billy Dwey
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Billy Dwey em Sex Maio 28, 2010 3:32 am

    Ah, a lua, tinha algo mais belo que esse astro? Realmente não, sua eterna companheira, já que o astro rei não o via já há um bom tempo. A lua sua eterna companheira no início de sua transformação, já que Afonso estava sumido e não sabia onde encontrá-lo, no começo de sua vida como vampiro, Billy passava algumas noites chorando em lugares afastados de Lisboa, mas agora já aceitava sua verdadeira natureza.

    Era data de 26 de março, um dia como outro qualquer na vida de Billy, naquela noite em especial estava pensando em Hope, como será que ela tinha conquistado seu coração morto? Depois de um certo tempo que já tinha conhecimento vampírico, Billy sempre achou que sentimentos não faziam parte da vida de um cainita. Mas era difícil ficar com Hope, por um simples e único motivo, sua irmã, Natasha, não entendia o motivo de tanta implicância assim, nunca se metera em sua vida amorosa e além de tudo era mais velho que ela, deveria ao menos respeitar, mas era impossível, seu gênio tinha piorado, ainda mais que ela também era agora uma descendente, porém dos piores, dos piores..... descendente de Sétimo, realmente a situação de Billy nesse momento não era dos melhores.

    Estava no seu quarto, inquieto, aquele recado não o deixava em paz, não saía do seu pensamento, não poderia dividir aquilo com ninguém, teria que fazer aquilo sozinho, tudo bem, não que isso fosse um empecilho, já estava acostumado a ser sozinho, as pessoas tinham medo de vir conversar com Billy devido seu porte físico, sua cara de poucos amigos, mas se conseguissem passar essas barreiras, veriam que era uma boa pessoa. Tá tudo bem, era esquentado, impaciente, nervosinho, mas esses eram apenas pequenos detalhes.

    Tomou um banho rápido e colocou uma calça preta, uma camiseta branca justa ao torax e uma jaqueta de couro, arrepiou os cabelos e saiu da casa sem olhar para os demais, já estava acostumado com isso, pegou a chave da sua moto e partiu em direção a Vouga, tinha ido lá algumas vezes e gostava do ambiente, não do lugar em si, muitos humanos bêbados, aproveitando a vida nem se dando conta que uma arma mortal estava ao lado deles, interagindo, somente aproveitando a hora de sugar o líquido vermelho escarlate que davam aquela sensação de vida.
    Estacionou sua moto no lugar que sempre parava e cumprimentou o segurança que já conhecia, pois afinal de contas já tinha trabalhado algumas vezes ali como segurança, por isso tinha amizade com vários seguranças e acesso livre. Isso com certeza ajudava em vários momentos, aliados era algumas vezes melhor do que força física.
    Assim que entrou no ambiente, teve que reunir sua força de vontade para não cair em tentação, era possível ouvir os batimentos cardíacos devido a audição aguçada, o olfato que parecia mais aprimorado entre os descendentes de Lobo sentiam o suor e os diversos cheiros que tinham na noite, as mulheres exalavam lascívia pura e com sua dança sensual pareciam querer praticar o coito abertamente.
    Sentiu o cheiro de sangue humano mais a frente e caminhou em direção ao cheiro e viu um Símbolo V em uma porta de madeira e olhando a sua volta girou a maçaneta e adentrou em um ambiente claro, pore´m já ocupado com dois descendentes, pensou estar em alguma sala errada, mas seus instintos diziam que era para ficar por ali mesmo, fechou a porta atrás de si e olhou para o insuportável Samuel descendente de Inverno que parecia que tinha um rei, com cetro e coroa tudo dentro da barriga e Leah, uma garota descendente de Gentil que parecia simpática e na dela, tivera vontade algumas vezes de trocar idéia com ela, que geralmente estava lendo algo, resolveu puxar conversa aproveitando a deixa que Samuel havia perguntado para Leah sobre seu " pai " Miguel:
    - Boa noite Samuel e boa noite Leah, tudo bem?
    Billy passou pelo meio dos dois sem pedir licença, pois no fundo não gostava dessas histórias de etiquetas e protocolos, sentou-se na poltrona, bem na ponta inferior esquerda e cruzou a perna colocando a mão direita sobre ela e voltou a falar com a voz grave:
    - Bem, parece que estamos aqui para alguma coisa não é? Qual o motivo de vocês?
    Billy queria saber se eles também estavam ali pois talvez também tivessem recebido algum bilhete... será? Coincidência demais e sinistro demias e como dizem alguns mortais tolos: " quando a esmola é demais o santo desconfia ", nesse caso não era santo, mas sim o próprio Diabo
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Sex Maio 28, 2010 12:55 pm

    I DON'T REALLY KNOW WHAT FOR
    BUT SHE
    LOOKED GOOD IN RIBBONS •

    SO JUST WALK ON IN

    --------------------------------------------------


        Quando seus olhos abriram aquela noite, como faziam sempre daquela maneira sobrenatural. Em sua mão, adormecido com ele, encontrava-se o bilhete que recebera misteriosamente dias antes, pregado como um flyer qualquer no limpador de para-brisas de seu Lexus. Ele imaginava por que um membro se arriscaria tanto em deixar um bilhete lá-só se ele – ou ela – soubesse o tanto que gostava de seu carro que jamais deixaria um papelzinho maldito ficar preso naquele lugar.

        Ele era bem claro, e pedia que aparecesse tal dia na Vouga para saber mais sobre os descendentes e os sete irmãos do Rio Douro. Claro que na mesma hora lhe veio Dom Manuel, o Acordador original na sua mente. Com seu bigode português, sua estatura baixa e seu porte atarracado. Também se lembrava que como os outros ele sumira um certo dia, provavelmente atingido pelas crias do antigo Tobia, o caçador que vagava por esses mesmos lugares há 400 anos atrás. As memórias de seu criador eram confusas e divergentes, visto que na época sua mente tinha entrado em um choque terrível – da loucura a sanidade, da vida a não vida. Queria rever Acordador, é lógico, tanto quanto queria destruir os caçadores – se não fosse ela!

        Com seu carro estacionado do lado de fora da Vouga, foi entrando olhando para os lados, mas sabendo que era inútil procurar pistas de quem lhe havia enviado aquele objeto. Não demorou muito para encontrar a porta marcada com um V de sangue, visto que perguntara logo para sua Selene se ela tinha visto algo especial hoje – perguntara mesmo, em alto e bom som, já que não estava com paciência para bilhete algum. Se perguntou o que aquilo significava, mas não demorou-se muito na entrada e logo abriu a porta.

        Sentados haviam três. Samuel, o famoso que se julgava o Oitavo vampiro do Rio D'Ouro parecia um rei sentado daquela maneira pomposa na poltrona tal como fosse seu trono especial - ele sempre fora estiloso, mas esquecera a gravata de seu terno confortavelmente mais caro que o que ele usava. Sempre usando joias e quase sempre de branco ele era mais que a réplica perfeita da maneira como Inverno agiria. Havia Leah, ela sempre fofinha e bonitinha sentada toda meiga... pessoalmente Nathan a achava bizonha e chata, como um tipo de pacifista – também não era tão chata, ao menos era bonita e o seu serviço de justiceira da cidade era muito apreciado pela população; sim, isso mesmo, as pessoas adoravam saber que aquele sequestrador pedófilo que esperava o julgamento em liberdade fora encontrado morto sem sangue no meio da rua. Billy Dwey era um descendente de lobo, um pouco mais alto que ele e de físico tão exuberante quanto. Ele não conversava muito e por esse motivo não sabia o suficiente de sua vida para arriscar qualquer suposição, mas sentia um certo receio por ele, um certo medo do mesmo que tinha com todas as pessoas que não falavam muito – sempre achava que elas eram uma espécie de bomba relógio, quietas até de repente soltarem o inferno para cima dos outros.

        - Ora, então parece que não fui mesmo o único a receber o bilhete!

        Iria comentar algo sedutor sobre Leah, e mesmo percebendo o olhar de canto de Samuel, acontece que ela era tão... fofinha, tão inocente, que parecia um enorme pecado falar qualquer coisa sobre ela sem ferir esse seu traço, e isso não provocaria sofrimento nela, apenas um constrangimento por sua parte. Sem falar que ela também não era lá essas coisas, preferia mulheres com curvas mais traiçoeiras. Ao invés, apertou sua bochecha com os dedos. Sentou-se no sofá como se fosse dono dele e deu um risinho de lado, com um jeito piadista.

        - Um Lobo, uma Gentil, um Acordador e um Inverno! Será que teremos um exemplar por decendência? Será que deixarão alguns clãs sem essa informação sobre nossos criadores? Pelo número de lugares, vai ficar faltando a não ser que alguns sentem no colo e outros fiquem de pé! Sortudo foi o Dom Samuca com sua poltrona! Espero que não chamem ninguém pra te tirar dela.

        Claro que no fundo no fundo ele queria dizer os Sétimos, mas conteve seu impulso para não piorar os ânimos lá dentro. Deixaria que ele continuasse sua conversa do modo que quisesse, sem interferir no que eles estivessem fazendo um com o outro.

        - Acho que nossos objetivos são os mesmos, não Dwey? Viemos só pra saber como despertar nossos pais de seus sonos. Ou não recebeu nossa famosa peça de literatura portuguesa? Não gostaria de ler o bilhete em voz alta, afinal são palavras de nossa estimada madame “V” de vampira, “V” de veludo, “V” de volúpia... afinal, “V” de sangue não combina.



    --------------------------------------------------
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Leah Angus em Sab Maio 29, 2010 10:32 pm

    xx
    ...So Out Of Place Don't Wanna Stay...

    A noite mal estava começando e Leah já estava agarrada a poltrona de nervosismo. O motivo? Com certeza não era o chamado e o tal bilhete, pelo menos não mais, o motivo do seu nervosismo era outro, e tinha nome inclusive. Samuel. Já faziam anos que ele era o único em seu pensamento, e por mais que ela soubesse que ele nem se quer sabia de sua existência, ela não conseguia esquecê-lo. Observá-lo as vezes era um havia se tornado um hobbie, esperar um olhar, ou ao menos um sorriso então um sonho, ele havia se tornado o centro de seu novo mundo. Mesmo toda a sua pose e sua arrogância, sua pose de líder e de maioral não a impediam de desejar um pouco de atenção.

    Ele sorriu e alisou a manga do paletó. Aquele sorriso com o qual ela sempre sonhou, tão brilhante e perfeito, tão....diferente. Ela desviou o olhar dele meio envergonhada por estar encarando-o, não era algo que ela costumava fazer. Olhou as três prateleiras com vários objetos os observando cada um, porem sem prestar atenção realmente, seus pensamentos estavam em outro lugar. O bom de ser uma vampira era isso, ela não demonstrava emoções, pelo menos não fisicamente como bochechas coradas de vergonha, coração quase saindo pela boca de nervosismo, mãos tremendo de ansiedade e coisas do gênero.

    - Sem querer nada, mas essa roupa fica perfeita em você. Imagino que você esteja aqui por Dom Miguel, certo? Ela se surpreendeu pela pergunta, sua voz grave porem educada a fez virar o rosto das prateleiras em sua direção. Ela pensou um pouco, não sabia se deveria falar algo ou não, estava um tanto insegura, porem ele estava falando com ela, e era com ela mesma pois não tinha mais ninguem ali, e ele não parece o tipo que fala sozinho. Ele sorriu antes de responder, porem assim que abriu a boca para falar se viu obrigada a fecha-la pela entrada brusca de outro descendente, Billy. Era um vampiro relativamente alto, com o fisico muito bem dotado, porem com expressões sempre rigidas e sérias. Agora eram dois além dela, será que haveriam mais? - Boa noite Samuel e boa noite Leah, tudo bem? Disse a voz bruta do garoto. Ela sorriu educada novamente e o olhou. – Boa Noite senhor Billy. Ela esperou ele passar pelo meio dos dois e se jogar na poltrona, achou aquilo muita grosseria, porem nunca comentaria nada. Voltou o olhar para Samuel disposta a responder sua pergunta porem foi interrompida novamente por Billy, mas desta vez por seu comentario. - Bem, parece que estamos aqui para alguma coisa não é? Qual o motivo de vocês? Ela engoliu seco levemente perturbada pela falta de respeito do garoto. Ela o olhou e fez que sim com a cabeça em resposta a sua primeira pergunta, porem voltou sua atenção a Samuel, responderia a ambos com o que falaria. – Bem, obrigada em primeiro lugar senhor Samuel, e sim, eu estou aqui por Dom Miguel, meu mestre. Recebi um bilhete que dizia para encontrar o dono dele aqui pois ele tinha informações sobre o Mestre. Falou educada e esperançosa ao mesmo tempo que não fosse uma brincadeira sem graça.

    - Desculpe-me, mas não me lembro de seu nome... Ela não sabia se ficava feliz ou um tanto triste com aquela pergunta, quer dizer, o interesse que ele parecia demonstrar era um ótimo sinal, mas ela realmente tinha esperanças de que ela não fosse tão nula na vida dele, mas elas acabaram ali, com certeza ele não deveria nem saber que ela existia antes dessa situação. Ela sorriu novamente, mas mostrando os dentes dessa vez, um sorriso meigo e doce. – Me chamo Leah, senhor. Descendente de Gentil. Completou apenas por gosto. Ela gostava disso, dessa caracteristica, der descendente de Gentil lhe agradava, ainda mais por Miguel ser seu mestre.

    Assim que acabou de falar a porta se abriu novamente, ela esperava ver o autor do bilhete, ao inves disso outro descendente entrou na sala. Nathaniel, possuia um sorriso sarcastico e um olhar traiçoeiro que não deixava Leah confiar nele, porem nunca teve motivos reais para não gostar dele. - Ora, então parece que não fui mesmo o único a receber o bilhete! Ele a olhou e ela admite que sentiu um pouco de medo pensando que ele fosse humilha-la ou algo assim, porem ele apenas encostou a mão em sua bochecha e a apertou como se ela fosse uma criança de 5 anos de idade. Ela se perguntou por um momento se todos tinham vontade de fazer isso nela, se todos a viam como uma garota de 5 anos. O acompanhou se sentar com o olhar, e aquele sorriso que ela tanto repudiava surgiu em seu rosto novamente. Ela desviou o olhar para as prateleiras novamente porem completamente atenta no que eles falavam na sala.

    - Um Lobo, uma Gentil, um Acordador e um Inverno! Será que teremos um exemplar por decendência? Será que deixarão alguns clãs sem essa informação sobre nossos criadores? Pelo número de lugares, vai ficar faltando a não ser que alguns sentem no colo e outros fiquem de pé! Sortudo foi o Dom Samuca com sua poltrona! Espero que não chamem ninguém pra te tirar dela. Ela não pode deixar de sorrir divertida com o que ele havia dito olhando Samuel com uma pose de imperador, por mais metido e cheio de si que ele fosse, aos olhos dela ele era perfeito, encantador, delicado e charmoso. - Acho que nossos objetivos são os mesmos, não Dwey? Viemos só pra saber como despertar nossos pais de seus sonos. Ou não recebeu nossa famosa peça de literatura portuguesa? Não gostaria de ler o bilhete em voz alta, afinal são palavras de nossa estimada madame “V” de vampira, “V” de veludo, “V” de volúpia... afinal, “V” de sangue não combina. Falou novamente se referindo ao que Billy havia perguntado sobre o motivo de estarem ali. Ela ja havia falado o por que, não sentia que precisava falar mais, porem achou falta de educação se calar daquela maneira, então subiu os olhos encontrando a face de Nathaniel. – Como sabe que é uma Vampira e não um Vampiro senhor? Falou educada um tanto curiosa agora para saber a resposta.


    -*-*-*-*-*-

    Tag: Samuel, Billy e Nathaniel
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    Última edição por Leah Angus em Sex Jun 04, 2010 10:49 pm, editado 1 vez(es)

    Convidad
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Convidad em Seg Maio 31, 2010 7:27 pm


    never seen you, i don't even know your name
    BUT STILL I BELIVE
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      O pai de Samuel, que Deus o tenha, certa vez lhe disse algo muito sábio que ele adorava, uma frase de um homem que já morrera há muito tempo, o chznceler Otto von Bismarck, aquele que unificou a Alemanha. A frase era assim: “Com um cavalheiro, eu tento ser um cavalheiro e meio, com uma fraude, eu tento ser uma fraude e meia”. Nesse instante em que Billy Dwey entrou por aquela porta, como sempre atraindo a atenção de todos com seu porte mais avantajado do que a maioria – o porte de um bruto, diga-se de passagem – e interrompeu indelicadamente a conversa sua com Leah, Samuel decidiu que aquele homem não merecia ser tratado com tanta cordialidade quanto ele devia a grande maioria. Não gostava de pessoas que não estavam nem aí para regras de conduta e moral, estas pessoas deveriam ser reeducadas ou isoladas da elite a qual gente como Dom Samuel pertencia. Por sorte, segurou as palavras fortes que poderia ter usado por um momento, sendo inesperadamente ajudado por Leah, que trocou algumas palavras com o descendente. “Senhor Billy” o fez estremecer, como se estivesse ouvindo um disco arranhado numa daquelas vitrolas fósseis que hoje só se encontrava em museus. Não, não! Não combinava com aquele nomezinho feio o “senhor”, nomes que combinavam com tal pronome de tratamento era o dele: Samuel. E quando Leah voltou a virar-se para responder sua pergunta retórica, apenas para puxar assunto, o maldito Lobo interferiu de novo. Estava começando a ficar entediado daquele joguinho.

      Finalmente quando ela disse seu nome e sua descendência, sorriu. Ele era realmente o líder ideal dos filhos dos Sétimos. Avinhara o pai da garota antes mesmo que ela desse conclusões mais firmes. Ele simplesmente era um homem de muito conhecimento para que simplesmente fosse largado por aí, e merecia todo o seu status. Resolveu passar mais algum elogio gentil, visto que o nome de Leah realmente combinava com seu jeito – ele tinha um certo conhecimento sobre a origem de alguns nomes, e era algo muito útil quando se queria passar por inteligente e culto, mas ao mesmo tempo cavalheiro... espere! Dom Samuel é culto, sábio e cavalheiro. Não precisava fingir! Mas ainda sim era algo bem legal a ser dito.

      - Leah é um belo...

      A porta foi mais uma vez escancarada. Já não bastavam três!? Teriam mais? Tirou seu anel de diamante do dedo e começou a brincar com ele na mão como se fosse a coisa mais divertida do mundo, mas na verdade começava a ficar mais nervoso. Primeiramente, porque outro sem noção entrara pela porta, e esse, apesar de fazer um bom trabalho como destruidor de caçadores junto com Caius, era um homem desses que adoravam se entrosar, chegavam prontos pra festa já achando que podiam tudo, desde nem se apresentar para cada um dos vampiros presentes, e nem mesmo dizer seu nome. Samuel sabia quem ele era, e se tratava de um Acordador, cujo nome Nathaniel era até um bocado famoso por aí. Ele dizia ser um mestre da sedução, mas deveria falar de um jeito mais... sedutor ao invés daquele jeito pavoroso e estrondoso de chegar em um lugar, no melhor estilo “Wilma, cheguei!!!”. Para piorar, ainda olhou para Leah de um dos jeitos mais perturbadores que ele tinha visto, apenas para apertar-lhe a bochecha. Será que os bons modos realmente tinham se perdido no tempo? Se o próximo que entrasse por aquela porta chegasse como um dos dois – ou pior – ele perderia a fé na humanidade, foi daí que o velho Nathan piorou ainda mais no seu conceito, pra variar usando aquele jeitinho maroto dos Acordadores para fazer piada com sua imagem. Fingiu um sorriso simpático como se concordasse com a brincadeira, logo depois fazendo uma pequena introdução de sua parte.

      - É um prazer recebê-los aqui essa noite, embora esperava que fosse um evento mais reservado. Vim aqui por todos os irmãos do Rio D'Ouro, e imagino que se tivermos ajuda de qualquer criatura já seria um grande avanço, claro. E Leah, como dizia antes, seu nome é uma bela escolha, e imagino que seus pais tiveram grandes inspirações ao escolhê-lo! Sabe o que significa? Delicada.

      Sorriu, mas foi um soprriso orgulhoso feito para ele mesmo ver. Desses que os narcisistas ficariam horas apreciando na frente do espelho. Não obstante foi sincero, visto que era realmente uma escolha pouco usual que combinava até demais com a vampira menina que sentava gentilemnte sobre a poltrona em frente a sua. Satisfeito com o sorriso da menina em resposta, ouviu quando ela perguntou a Nathan sobre como ele sabia que era uma mulher. Samuel imaginou a mesma coisa, pela caligrafia elegante e feminina e também pelo perfume que exalava. Talvez se dispusesse de mais temo – muito mais – poderia tentar farejá-la no meio da Vouga, mas seria algo inútil e ele sabia que vampiros que queriam desaparecer, sumiam com facilidade e faziam o mesmo com as pistas. Não poderia dizer com a certeza e convicção e Nathaniel, mas sabia que ele não haveria de dizer mais nada, só era tremendamente exagerado, como sua chegada estrambólica.

      - O traço é muito fino para mãos masculinas... mas acho que é apenas uma suposição, não temos como saber, certo? Acho que nossas dúvidas serão sanadas com o tempo, agora o que nos resta é aguardar. Mas... veja bem Leah, não acha que sua letra é muito mais bonita do que a de qualquer vampiro? E não tem como deixar outras pistas em um bilhete, além de palavras?

      Pareceu de repente um tanto quanto sério, com a testa franzida de uma maneira que desse importância a resposta da vampira por quem já tinha uma simpatia crescente – vide seus modos e sua aparência digna de lady.



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    that you're gonna save me
    SOMEHOW I GOT A NOTION

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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Natasha Dwey em Ter Jun 01, 2010 2:09 am

    ( w ) here is the moment
    when needed the most?


    Um bilhete idiota. No começo achei que era coisa de um daqueles descendentes inúteis, mas analisando bem percebi que eles não teriam capacidade alguma para armar algo contra mim. Até porque, eles não tinham motivo algum para querer fazer isso. Se bem que... os outros seis também não tinham motivo para trair meu pai. Por via das dúvidas, decidi manter segredo, até dos meus irmãos e resolvi ir até a tal Vouga ver quais as reais intenções trazidas naquele pedaço de papel.

    Ao sair de casa, na garagem, tive a péssima visão do meu carro estacionado na pior vaga, aquela onde eu teria que tirar os três da frente para finalmente sair. - Puta que pariu. – Caminhei batendo o salto do meu sapato. Então vi que o primeiro carro da fila era o do Lucas. Soltei uma risadinha sarcástica. - Azar o dele, quem mandou estacionar por último? – Entrei em casa correndo, peguei as chaves do Chevy Impala e entrei no carro rindo. - É capaz d’ele nem sentir falta... E se sentir... Eu não estou nem aí!! – Liguei o rádio alto [s]não que isso fosse preciso, mas era divertido[/s] e rumei em direção à casa noturna.

    Nem bem estacionei o carro do Lucas, percebi que tinham coisas estranhas ali. A começar pela moto do Billy estacionada. - O que ele tá fazendo por aqui?! – Talvez ele estivesse trabalhando. Se isso fosse verdade, seria mais fácil entrar. Mas ao chegar à entrada, vi que o segurança não era meu irmão. - Tudo bem, vamos aos meios tradicionais... – O que não incluía pagar minha entrada óbvio. Procurei por um babaca na fila, praticamente na entrada da Vouga, e não demorei muito para farejar o idiota ideal, formado basicamente por músculos e sem cérebro algum. E em pouco tempo estava dentro daquele antro de perdição. Mandei o fortão pegar bebidas para nós e larguei o babaca lá. Tinha coisa mais importante a fazer e ele já tinha me sido útil. Fora que se ele não me obedecesse, iria fazer parte do meu cardápio noturno.

    Mas os perfumes naquele ambiente, em especial mais perto das salas VIP me era muito familiar. Mesmo misturado com o suor e os odores deliciosos das pessoas que estavam ali para se divertir, conseguia identificar perfumes muito característicos pra mim. Segui meu olfato e localizei a porta marcada. Sangue humano e... - Vampiros. Era bom demais para ser verdade... – Pousei minha mão sobre a maçaneta fria da porta, identificando os perfumes... Inverno... Gentil... Lobo e... Acordador. Era óbvio que eles viriam. E eu achando que estava sendo privilegiada... Odiava sentir que tinha sido deixada pra trás. Novamente, a história ali parecia se repetir, exatamente como aconteceu com meu pai...

    Com minha audição melhor do que a deles, aproximei meu ouvido da porta sem tocar a madeira marcada. O odor do sangue humano me invadiu e engoli seco, controlando a minha vontade de voltar pra pista e saciar a vontade que aos poucos tomava conta de mim. Nathaniel falava. Sorri ao notar o modo ríspido e irônico que falava, bem parecido com o meu. Depois veio a voz sonsa da Leah, fazendo uma pergunta tão idiota quanto ela. Pensei em entrar aquela hora, mas a voz do insuportável do Samuel me impediu mais uma vez, porém não por muito tempo.

    Adentrei a sala de forma abrupta e pude sentir todos os olhares em minha direção. - Adoro ser o centro das atenções... E.. vocês não acharam que uma descendente de Sétimo ficaria de fora da festinha VIP, não? – Voltei minha atenção primeiro para Samuel. – Pára de babar na idiota da Leah... Você e esse monte de cantada barata chega e me dar ânsia de vômito e não me incomodaria em vomitar o jantar nesse seu terno branco horrível. – Seguindo a ordem... - Leah, porque para de se fazer de santinha e não pula logo no colo dele e mostra o que realmente quer? Já já sua calcinha estará tão molhada que vai escorrer pelas pernas. Nojento vocês dois... – É, a Leah morava comigo, mas agüentar esse lado sonso dela me irritava. Ela podia fazer um uso melhor dos poderes dela. Quem sabe um dia eu não mostre a ela algo do tipo... Enfim.

    Girei nos calcanhares, sem perder a pose em cima do salto. - Nathaniel... Não vou perder meu tempo nem sujar minhas mãos tirando o “pai de santo” do trono dele. Sabe como é... não se pode contrariar pessoas assim... – Finalizei diminuindo o som, como se estivesse confessando algo a ele. - Como sabe que é uma vampira e não um vampiro, senhor? – Falei imitando a voz da loirinha descendente de Gentil, olhando-a em seguida. - Se você fosse menos sonsa, conseguiria chegar à mesma conclusão que Nathaniel chegou. - Como dizem por ai: peguei a garota pra Cristo..

    Soltei uma risada profunda e irônica, me jogando na poltrona ao lado do meu irmão de sangue. - Muito bom saber que você anda me escondendo, hm, coisas... – Falei olhando-o de canto de olho, voltando a atenção ao centro da sala. - Ô povinho de mal gosto pra decoração... – Pensei alto vendo os sofás e as prateleiras cheia de tralhas. - Agora podem voltar a fazer o que estavam fazendo... Não preciso mais da atenção de vocês. E eu acredito que tudo aqui será bem rápido... – Peguei uma mecha do cabelo e fiquei brincando com ela entre os dedos, contando quantos segundos levaria para que algum dos idiotas começasse a contestar tudo o que eu disse...



    notes insuportável, eu sei.
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Billy Dwey em Ter Jun 01, 2010 2:52 am

    Realmente, a noite de entediante, estava ficando no mínimo divertida, era engraçado como os momentos podem mudar tão bruscamente. Por alguns momentos tinha conseguido esquecer de Hope o que há pouco tempo atrás, era algo praticamente impossível.
    Tinha chegado na Vouga e pelo que tinha entendido do bilhete, deu-se a entender que estaria sozinho, por mais que as outras pessoas só vissem um monte de músculos, Billy também era inteligente, porém apenas reservado e inquieto, mas isso não tirava sua inteligência, apenas não gostava de usá-la. Então, quando abriu a porta que havia reconhecido como a dica para o ponto de encontro, viu o insuportável Samuel e a jovem Leah, depois entrou Nathaniel, este junto com Leah eram os únicos dignos de uma conversa, apenas esboçou um leve sorriso quando o descendente de Acordador pediu para ler o bilhete em voz alta:
    - Ah meu caro Nathaniel, creio que cada bilhete deva ter alguma informação particular para cada um, por isso, me reservo o direito de ficar com o conteúdo apenas para mim, mas complementando suas indagações, somente acho que não teremos um descendente de Sétimo aqui conosco, apenas impressão, já temos um de Inverno que não sei se chega a ser pior e creio que a escrita pode ser de qualquer um, tanto homem quanto mulher, pois já vi em minhas andanças muitas caligrafias de homem que superavam em muito a dos homens.
    Olhou para Leah, a garota tinha um jeito doce e meigo que poderia enganar muito bem qualquer um que chegasse perto dela com segundas intenções, fez imagens mentais na cabeça imaginando um idiota qualquer chegando de mansinho perto da vampira descendente de Gentil e de repente os olhos da mesma se injetando de sangue e ela devorando o pescoço do infeliz, o caçador sendo caçado, isso era muito divertido, abriu um sorriso com a imagem, porém o sorriso se desfez depois que ela o chamou de senhor. Pára tudo, senhor? Sabia que não era velho e nenhum dos descendentes de tratavam de senhor ou senhora, ou era você ou era maldito para baixo, voltou seu olhar para ela:
    - Pode me chamar de Billy ou de Dwey Leah, sem formalidades por favor.
    A voz de Billy saía grave, cruzou novamente as pernas para o outro lado e começou a ouvir o discurso de Samuel, parecia um político no palanque, arrancando votos dos eleitores, quanta formalidade e lero, lero, quanta enrolação para nada, mas pelo menos ele tinha dito algo que era verdade, qualquer ajuda seria bem vinda, em todos os momentos os descendentes faziam tudo sozinhos ou com alguém que tinha mais afinidade, porém neste caso, estariam indo atrás de seus pais, os que trouxeram os jovens para a noite eterna e passaram um pouco do seu dom como agrado, então, o mínimo que poderiam fazer, era ir atrás deles.
    E lógico, um pouco de diversão seria muito bem vinda, somente ficou analisando se todos iriam juntos, ou cada um seguiria para um canto, procurar em determinada parte? Brincariam de Sherloc Holmes e seguiriam pistas, será que as pistas seriam fornecidas pela mesma pessoa que entregou os bilhetes, como ela poderia saber algo se mesmo os descendentes de Sétimo pareciam ser os que mais desejavam encontrar seu " pai "? Porém isso não fazia diferença, o que importava e falando mais precisamente, acharam alguém que estava disposto a ajudá-los, porém, Billy sempre soube que tudo tinha um preço e tal informação não viria de graça.
    De repente a porta se abre, Billy já tinha sentido o cheiro mas pensou estar se confundindo com os inúmeros cheiros que havia sentido antes de entrar na Vouga, porém percebeu que seu olfato realmente não estava ruim, era sim, sua irmã de sangue e descendente de Sétimo, ela tinha mudado muito e trazido um pouco de tristeza para seu coração morto, mas ainda assim era sua irmã, não tinha nem de longe aquele jeito doce que se lembrava de seu tempo mortal, muito pelo contrário, agora era rebelde, arredia, boca suja, briguenta, esquentada e falava o que quisesse sem se importar com a opinião dos outros.
    Sabia que nenhum dos descendentes iam com a sua cara, porém Billy não conseguia sentir raiva dela, Sétimo a havia escolhido por algum motivo e aí estava sua maninha hoje, entrando na sala, falando algumas verdades para Samuel, um pouco ..... pesadas demais, mas era seu jeito, fazer o que? Porém não aprovou o jeito que Natasha falara com Leah, mas que droga, por que tinha que ser assim, o punho de Billy se fechou e ele respirou apenas como efeito, já que não precisava mais de ar, tendo em vista que seus órgãos internos já não funcionavam mais. Sabia que chamar a atenção de sua irmã na frente dos outros descendentes não seria a opção mais sábia a se fazer naquele momento e decidiu esperar o momento certo para o fazer e não demorou muito ela sentou-se ao seu lado, lhe dando bronca falando que Billy estava escondendo coisas dela, Billy se aproximou e encostou seu corpo no dela, porém como era muito alto, teve que abaixar um pouco a cabeça e falar em seu ouvido:
    - Vamos lá mana, se quer se aparecer tudo bem, quer ser o centro das atenções, tudo bem, vamos para o meio da pista de dança e rasgue o pescoço de algum humano e jogue o sangue na cara das pessoas e tenha toda a atenção para você, pendure uma cabeça de humano no ventilador e cause espanto, pois sei que é isso que gosta de fazer, porém creio que não seja somente eu que esconda coisas não é? Pois você também está aqui e eu não sabia e aí, o que me diz?
    Billy ajeitou-se novamente, esperando a reação dos demais descendentes. sabia que a partir daquele momento, o clima com certeza iria esquentar

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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Convidad em Ter Jun 01, 2010 8:56 am


    how much hate, can one man feel
    WHEN HIS KINGDOM IS CRUMBLING
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      Tudo que é bom dura pouco, caro leitor. Isso se aplica a muitas coisas: vida, bolos de aniversário e paixão. Era uma pena que as reuniões felizes também acabavam raidamente. Ela já havia sofrido um horrendo abalo sísmico com a primeira leva com os descendentes de Acordador e do Lobo, mas Samuel, ainda assim tinha um certo amor fraternal por eles, os tratava como irmãos, ainda que um tanto arredios e que se fizessem aborrecer com alguns atos que ele considerava descorteses ou então um tanto quanto... sinceros demais. Como seu pai dizia: “Não seja você mesmo, seja um pouco melhor”. As frases de seu pai sempre lhe vinham a cabeça, quando ele conversava com os outros trogloditas que povoavam as ruas tortuosas da rua escura, e eles proferiam palavras rudes sempre querendo provocar mais e mais discórdia – parece que a frase que eles poderiam adotar era “Ordem e Progresso”, como na bandeira da ex-colônia portuguesa além mar, aonde os Sete foram encontrados anos atrás, submersos em seu caixão prateado – e bem sabemos que a ordem vem antes do progresso.

      De todos os frutos que a discórdia poderia produzir, como a maçã dourada de Éris pronta para provocar milhares de guerras se assim fosse decidido, lá estava Natasha Dwey e toda a sua educação primitiva de mulher das cavernas – se estes chegaram a ser tão indelicados assim nos primórdios do tempo realmente – dentro daquele corpinho delicado. Quem sentisse seu perfume sedutor não imaginava que aquilo que habitava no corpo da mulher ruiva era um enorme dragão demoníaco de ódio e fúria. Nada de bom poderia vir de sua boca, não havia mal que ela não exalava, e o pior de tudo... ela era um deles. Um dos descendentes que não mereciam a graça da vida vampírica, não mereciam todo aquele poder que o pai lhes deu em nome de sua vingança.

      Como se sua presença já não fosse perturbadora o suficiente, fazendo Samuel estremecer na cadeira e segurar os braços da poltrona com força, ela começou a falar. E suas palavras eram como riscar a lousa numa sala silenciosa, aquela coisa irritante, e vinham cuspidas odiosamente como escarros. Ela já vinha se apresentando como a rainha do baile, levantando os braços e rodopiando por aí exibindo seu corpo – mulher vulgar, ele odiava esses tipinhos, nem se alimentava delas – e ainda isso não bastando, levantou a voz e começou a falar com ele. Era uma indelicadeza exemplar, insultando ele, o que já seria demais, mas o esperado para uma criatura odiosa daquelas. Foi então que ela atravessou a linha, e começou a insultar Leah, então aquilo não deixou que ele continuasse mantendo a calma, e ergueu seus olhos brilhando em vermelho, com as presas aparecendono lábio inferior. Arfava, e detestava perder os modos, mas quando as coisas passavam de um nível pessoal e já começavam a atingir o nível de todos os descendentes – de qualquer um deles – não se permitia ficar quieto, vendo tudo o que ele lutara para conseguir por trinta anos desmoronar como uma torre de cartas.

      - Natasha, devia ter mais respeito pelos Gentis, pois é em respeito por eles que sua moradia não foi reduzida a brasas até hoje.

      Não falava gritado, mas continha seu ódio – este que parecia saira pelos poros absorvendo o calor do ar próximo de seu corpo e o tornando cada vez mais frio. O dom de Inverno borbulhava em seu sangue morto, e unto com ele o ódio e a sensação de dever que o Dom Guilherme tinha-lhe passado com tanto gosto naquele pouco tempo que permaneceram juntos. Samuel sempre se lembrava do mestre como um garoto lembra de seu super-herói favorito, alguém que ele queria ser igual. Se espelhava no pai. Com o ar já gelado em volta de seu corpo, ele já em pé com os olhos demoníacos esbugalhados e fixos no rosto da ruiva, começou a falar, e estas palavras saíram com mais emoção, mais ira.

      - E se quiser me matar, o faça agora, em frente de Leah e de todos, mostre por que os Sétimos foram criados! Para evitar que continuemos vampiros, para destruir todas as outras linhagens em busca da vingança. Me queime agora, ou se for covarde quando o sol estiver alto no céu, então verá a sombra de todos os outros descendentes assombrar seus piores pesadelos, como os Seis verdadeiros fizeram com Sétimo!

      Samuel não estava brincando, preferia morrer a viver com o orgulho ferido – como para os homens dos séculos passados, a honra valia muitos mais que sua vida, e a vergonha era algo que seus ombros já feridos pela vida noturna e pela sua missão divina de resgatar os irmãos não suportavam. Que ela o transformasse em cinzas e fizesse isso ateando fogo na moradia dele e dos descendentes de Inverno e Tempestas, pois então todos veriam os monstros existentes dentro daquelas criaturas sub-humanas.

      - Seu irmãozinho querido chamado Lucas Dekker já começou a fazer aliança com os caçadores... qual será o próximo passo? Denunciar aonde vivemos? Os pontos fracos de nossas casas? Nossas habilidades? Nossas ambições? Só não peço para fazer o que seu irmão sugeriu porque daí todos os nossos seriam colocados em perigo, como se já não estivessem pela existência de criaturas como vocês!!!

      Terminou vociferando. A temperatura da sala já vários graus abaixo daquele no início da noite. Usava todo o seu autocontrole para não disparar no pescoço de Dwey. Virou-se para o irmão da garota – podia ser mal educado, mas era sensato e não esperava que ele fizesse algo. Nathaniel fitava-o de um jeito estranhamente perturbador, com seu típico sorriso de deboche na face – ele podia quase ouvir seus pensamentos em alto em bom som, mas como se fossem numa língua estranha, não conseguia prever suas ações de maneira alguma. Leah? Ele se esqueceu. Estava ocupado resistindo a explosão de uma bomba de ódio.



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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por The Destiny em Ter Jun 01, 2010 7:03 pm

    26/03/2032 - Vouga, Casa Noturna - Noite - RP Trama Central - Somente personagens autorizados.
    " Uma reunião um tanto quanto...diferente. "
    A caixa.




    Assim que ela viu o ultimo convidado entrar pela porta saiu de onde estava, de seu lugar de observação. Estava de certa forma ansiosa para acabar com aquilo de uma vez, ver cara a cara os ditos Descendentes dos vampiros do Rio D’Ouro. Para ela eles não passavam de simples vampiros, como outros quaisquer, só haviam tido genitores um pouco mais ‘complicados’ do que os outros, era isso. A questão era; não estaria procurando eles se não tivesse certeza de que o que queria estava naquela cidade, e faria qualquer acordo com quem quer que fosse, nem que fosse com o próprio Sétimo! Por isso, havia escolhido aqueles que ela saberia que seria mais fácil lidar, mais fácil para conversar e de certa forma a induzir. Levantou-se pomposamente da cadeira que estava ao longe observando a porta e atravessou novamente o salão da casa noturna despertando olhares quando passava.
    Seus passos era insinuantes, pareciam deslizar sobre o salto e davam ao seu andar ainda mais aquela sensação de hipnose com o mover de seus quadris. Era um vampira experiente, de décadas, beirando a um século, havia tido muito tempo para aprender tudo o que precisava. Depois dos acontecimentos com os Sete, os vampiros que ela também conheceu mais não tão próximo já que achava perigoso ficar perto de vampiros que chamavam muita atenção, sempre prezou por sua existencia, não é a toa que ainda está ‘viva’. E, além do mais tinha seus próprios problemas. Porém, conseguindo se manter escondida dos caçadores se viu sendo uma das poucas criatura da noite mais antigas que poderiam ter qualquer tipo de informação sobre o que aconteceu com os Sete, e isso cedo ou tarde renderia algo, bom ou ruim. Não tendo mais nada a perder resolveu ser a primeira a quebrar o silencio de três décadas, e isso aconteceria ali naquela noite.
    Assim que se aproximou da porta passou por ela fechando suas costas e se dirigiu ao centro da sala diante dos cinco vampiros acomodados na medida do possível. Mas era o que podia arrumar no momento, sabia que chamar a atenção seria uma sentença de morte já que era nova ali e os boatos andavam rápidos e não tardaria para os caçadores ouvi-los. Olhou um a um, e somente pela observação pode identificar quem havia sido o genitor deles. Ah, sim! A começar pelo imponente e bem vestido vampiro de olhos claros sentado na poltrona branca, não havia como negar que aquele ar de superioridade era típico de Guilherme, o vampiro Inverno. E o rapaz de jaqueta de couro, grande, porte forte, era visivelmente um Lobo, Afonso escolheria os mais fortes e astutos com certeza. Havia também uma garota loira, pequena, com aparência frágil e inocente. Com certeza ela era cria de Miguel! Ele sempre preferiu aqueles que não aparentavam ameaças, alem de ser um ótimo meio de disfarce. Tinha mais um rapaz, forte e grande como o filho de Lobo, mas esse tinha um ar mais debochado e sarcástico, típico do encrenqueiro do Manuel, o Acordador. Por fim, a ultima garota de cabelos ruivos. Cara de irritada, feições fechadas, indiferente as coisas e aos outros. Não precisava nem pensar muito, essa era filha de Sétimo!

    - Muito bem. – sua voz sedosa soou. – Todos chegaram e eu não vou me delongar. – se encostou na parede de pé de frente para eles. – Vocês estão aqui pelo mesmo motivo, pelo menos em parte. Querem saber o que eu sei sobre o destino dos Sete, então, contenham suas rixas particulares e seus chiliques aqui. – falava observando um a um, seus olhos percorriam seus rostos e atento as suas reações. – Mas o fato é; eu tenho uma informação importante e em troca dela preciso de algo de vocês, ou de um de vocês. – sorriu de canto, frisando o um – Devem estar se perguntando; “por quê nós não matamos essa vampira ou fazemos ela falar”. E eu respondo queridinhos; eu não venho sobrevivendo tantas décadas brincando e só vou falar quando eu tiver o que eu quero, podem ter certeza.

    Levou a mão até a prateleira mais baixa da parede pegando uma chave com um chaveiro com um logotipo em formato de gota de madeira, parecia uma chave de quarto de hotel. Segurou no centro da mão e fechou com outra mão por cima cobrindo todo o objeto e voltou a falar:

    - Eu não vou ficar repetindo o que vou falar, é simples: eu digo o que quero, me dêem e lhes conto o que sei. – os olhos dela brilharam com a frase – E o que eu quero está aqui, nessa pensão. – falou abrindo a mão e mostrando a chave com o logotipo com um endereço impresso na madeira. – Em um dos quartos, há um homem, caçador, e ele está em pose de algo que é meu, uma caixa pequena de madeira. Aquele que me trazer a caixa, inteira meus queridos e sem viola-la, será o privilegiado, ou privilegiada, a me ouvi. – sorriu e colocou novamente sobre a prateleira o chaveiro. – Não me importa o que farão com o caçador ou ele com vocês, de que forma conseguiram isso, se terão que matar alguém daquele lugar, e muito menos, quem irá me trazer. A única coisa que precisam saber de inicio é que só aquele que consegui-la e chegar dentro do prazo vai saber o que aconteceu com seu querido ‘pai’ e como reavê-lo. Vocês tem apenas a noite de hoje, até o sol nascer, pelo menos a maioria de vocês tem, - lançou um olhar para a descendente de Sétimo. – então, acho bom correrem. – tirou do bolso da calça Jeans alguns cartões de papel preto com seu telefone anotado em tinta prata e entregou a cada um dos cinco vampiros. – Esse é meu telefone, aquele que consegui a caixa me ligue e eu direi o local para me encontrar. Não se atrasem.

    Ironizou lançando um ultimo olhar para eles, se encostando novamente a parede e esperando. O tempo estava passando, iriam continuar ali discutindo entre si ou tomariam consciência e sairiam para procurar o objeto? A vampira ficaria pela casa noturna por mais algum tempo, até que todos eles tivessem saído dali, depois disso só lhe restava esperar o telefone tocar e trazer a boa noticia.


    Spoiler:
    Instruções:
    * como já dito, só um de vocês poderá ter a caixa. então, acho bom pensarem bem no que irão fazer...
    ** postem suas saidas da sala, e aguardem a postagem do topico de um ADM na pensão para abertura dos acontecimentos lá.
    *** Assim que este topico for aberto, a disputa pela caixa será entre vocês mesmos, cabem a voces decidirem como procederão, se os personagens entrarão em acordo para decidi qual descendente deve ir ao encontro com a vampira, caso contrario, será escolhido pela ADM o vencedor.


    _________________
    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
    Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino .
    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Qua Jun 02, 2010 1:02 am

    SOMEBODY HATES ME
    AND I HATE
    SOMEBODY TOO •

    I KNOW IT IS WRONG

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        Como sempre, aquele sorriso impossível de ser apagado, de deboche e certa loucura continuava nos lábios de Nathaniel. Ele examinou as palavras de Billy com certo cuidado, imaginando que sim, mas ainda achava que foram palavras muito curtas e aquela mulher devia estar é enrolando todo mundo. Virou-se para Samuel, e dpois para a porta. Quase como se seu olhar tivesse poderes mágicos escancararam mais uma vez a abertura e uma garota já foi entrando, como um carro alegórico em chamas no meio da autopista, chamas que correspondiam aos cabelos vermelhos, e seu jeito ameaçador que não podia ser de outra criatura do que a de um Sétimo. Ela já foi insultando particularmente todos da sala, menos ele, e nesse momento ela acabou subindo em seu conceito, o fazendo gargalhar com cada insulto sabiamente dirigido. Sobre a metidez de Samuel, e sua missão divina; sobre o jeitinho inocente de Leah; o irmão que escondera o bilhete dela. Ótimo, que família grande e feliz que eles eram! O Acordador ria em alto e bom som.

        Foi aí que seu sorriso sumiu. Samuel tinha se erguido da cadeira, seus olhos brilhavam como brasas e logo a onda de ar gelado atingiu sua volta. Cristais de gelo foram parar no seu casaco. Ele desafiava Natasha, ele não suportava os Sétimos – Samuel era o grande guerreiro medieval protetor dos descendentes e não aguentava ter de carregar aqueles estorvos em suas costas. Nathan sempre pensava que apenas pelos Gentis ainda não tinham destruído a moradia dos Sétimos, e agora sabia que estava correto desde o princípio. Mesmo com o clima tenso, voltou a sorrir. Ele sempre gostava quando Samuel mostra os dentes... ele sabia que o vampiro descendente de Inverno detestava selvageria e má educação, ele sabia como deveria achar horrível ter de expor aqueles pensamentos secretos horríveis, mas lhe dava certa razão. Natasha era muito irritante.

        Foi no meio da briga que apareceu aquela que todos esperavam. A vampira com o corpo deliciosamente sexy envolto por roupas causais que não deveriam ser da época que ela tinha a idade aparente. Escutou os termos da corrida do ouro atenciosamente, e enquanto ela falava fios de idéias em seu cérebro conectavam-se e as coisas faziam sentido. Seu sorriso já passara novamente para o gato de Cheshire, e agora ficava lá, arregalado como uma enorme fileira de dentes predatórios, com seus olhos verdes hipnóticos fixos na mulher. Assimq ue ela deixou o quarto, virou-se para Natasha e seus cabelos vulcânicos os olhos felinos e verdes como os dele. Quis rir de tudo aquilo mas se conteve. Decidiu que escolheria um plano novo depois daquilo, e só esperava que Natasha tivesse ido mesmo com sua cara.

        - Um voto a favor da senhorita Dwey e suas mãos delicadas a agarrarem aquela caixa... e vocês, quais serão os seus?

        Deu uma piscadela para a descendente de Sétimo, em seguida ficando de pé. Batendo as mãos uma na outra, daando um assovio alto para o além e por fim um bocejo gostoso. Apertou as bochechas de Leah e de Samuel, que virou seus olhos vermelhos e odiosos para Nathan – traidor, traidor! Já podia quase ouvir o velho Sam enchendo sua paciência nos dias que viriam. Que se foda, ele tinha mais coisas a serem feitas hoje.

        - Eu vou no meu carro. Alguém quer carona? Boa noite para queles que não quiserem.

        Abriu a porta de madeira e esperou Natasha sair para fechá-la como um verdadeiro cavalheiro.

        - Precisamos combinar mais dessas reuniõezinhas felizes com os Invernos e vocês! Que cena... seu irmão não vem?



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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Convidad em Qua Jun 02, 2010 1:52 am


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      Assim que sentiu o cheiro da vampira se aproximando, largou seu corpo na cadeira. Os olhos atentos e ouvidos poderosos perceberam que ela estava para chegar antes que colocasse sua mão feminina na maçaneta da porta de madeira, marcada com o “V”. Se tivesse um coração ele estaria batendo rapidamente, com o nervosismo, com a adrenalina que estaria correndo por seu sangue naquele instante. Estaria suando... talvez não, visto que a temperatura da sala tinha diminuído alguns bons graus, e se fosse humano estaria tremendo feito cão esfomeado na chuva. Assim que deu de cara com a mulher, e inferiu que era mesmo uma mulher, como ele e Nathan tinham imaginado, endireitou-se ainda mais na poltrona, ganhando o porte imperial que ele tanto apreciava.

      Ouviu com atenção... as regras do jogo incomodavam-no profundamente, principalmente nos termos que se relacionavam ao limite de tempo. Uma noite para os demais, uma noite e um dia para os Sétimos. Isso não queria dizer nada, ainda. Sabia que seus irmãos seriam sensatos ao ponto de confiarem a ele a posse da informação porque ele bem saberia como usá-la. Também era de longe o mebro mais respeitável e sábio da sociedade, estando acima de todo o resto como um senhor feudal fica acima dos camponeses. Sorriu, virando-se para o resto e tendo uma supresa terrível, Nathaniel acabara de declarar sua aliança ao inimigo, e agora apertava sua bochecha gelada como se fosse um qualquer. Eles só podiam estar fazendo piada dele! Natasha pagaria, Nathaniel deveria estar louco, sem saber o que fazia, sem saber que ao deidicar sua atenção a traidora ia contra os preceitos e objetivos dos outros. Se Sétimo fosse encontrado, eles seriam exterminados.

      - Eu... não acredito!

      Virou-se para Leah e sua face delicada. Imaginou o orgulho dela ferido – veja bem, o orgulho e nãos os sentimentos – e aquilo o fez ter mais ódio ainda. Um fragmento bestial de sua personalidade competitiva e egocêntrica. Levantou-se da poltrona olhando para a porta daquela maneira corajosa de herói dos quadrinhos, ou cavaleiro medieval, como se envolto por uma aura de luz provida do reflexo de seu terno branco e o peito estufado – só faltava uma capa para completar o conjunto. Virou-se para a garota, e ajoelhou na sua frente de uma maneira carinhosa e cheia de amor fraternal. Passou a mão pelos eus cabelos dourados. Os olhos uase prontos para inflamarem com a raiva e se tornarem vermelhos, mas ainda assim na cor pálida de gelo. Tocou os dedos aonde Nathan tinha apertado.

      - Leah, não se preocupe, está tudo bem. Venha junto comigo, vamos pegar essa caixa, não podemos deixar que criaturas como aquelas levem consigo informações tao valiosas! Se Sétimo despertar... tudo... tudo que nós criamos será destruído, jogado às chamas infernais. Por favor, me acompanhe nisso, me ajude a segurar aquilo que demoramos tanto para construir!

      Alisou seus cabelos sedosos e depois virou para o rosto firme e tão duramente familiar de Billy, era quase o rosto de sua desgraça. Por que eles tinham de ser irmãos? Esperava que ele soubesse o que era bom senso. Ficou de pé, olhando ligeiramente para baixo, por ser o mais alto presente. Estendeu sua mão gélida para o descendente do Lobo e fuzilou-o com o olhar. Qual seria sua escolha? Haveriam apenas duas?

      - Billy, seria ótimo que me ajudasse a reparar o erro de sua irmã... sei que ela não pediu para ser uma descendente de Sétimo, mas não posso deixar que ela saia vitoriosa.

      Não sabia se ele aceitaria. Esperou uma resposta, pronto para um aperto de mão e um sorriso amigável caso ela viesse afirmativa ou o desvio de seu olhar caso fosse negativa. Estava confrontando uma crise no seu reinado, e por uma das primeiras vezes em sua vida, tinha medo, puro e bruto como uma rocha, obstruindo a passagem.



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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Natasha Dwey em Qui Jun 03, 2010 8:58 pm

    ( w ) here is the moment
    when needed the most?


    Normalmente não era tão grosseira com Leah, até porque, morávamos infelizmente e por falta de opção sob o mesmo teto. Normalmente conseguia desenvolver com ela uma conversa bastante civilizada, principalmente quando na presença dos outros descendentes de Gentil e Sétimo. Mas com ela, eu me entendia. Não foi a primeira muito menos a ultima vez que falava dessa forma com Leah. Aliás, ela já devia estar acostumada com isso, com meu jeito. Reparei também que Nathaniel sorria e ria ao ouvir as coisas que eu dizia. Interessante isso...

    Meu irmão encostou em mim e afaguei os grossos cabelos dele, ouvindo o que dizia. Blá, blá, blá querer aparecer. Blá, blá, blá rasgar o pescoço de alguém. OPA! Aí temos uma boa idéia. Mas ele continuou. Blá, blá, blápendurar a cabeça de alguém no ventilador. Ecow, coisa mais nosense vindo do Billy. Finalmente ele acabou com o discurso chato. - Sangue é realmente tentador, mas hoje deve ter coisa mais interessante pra fazer. Não que eu não possa vir aqui depois e, hm, me divertir. – Ele me olhou com sua cara de aprovação. Chato. - Brincadeira ou não. Mas eu não te contei, para te proteger. Eu não fazia idéia do que ia acontecer aqui... Não sou mais a menininha indefesa que precisa de proteção Billy... Mas agora chega disso. Já estamos aqui e fim. – Empurrei ele para desencostar do meu ombro. Aquele excesso de demonstração de afeto me enjoava a maioria das vezes.

    Por outro lado, o pai de santo Samuel não demonstrava nenhum afeto por mim, o que eu particularmente achava um absurdo. Fiquei com a minha típica cara de pouco caso ouvindo as merdas que ele dizia. De pé, podia sentir a raiva dele saindo pelos poros, junto com faíscas de gelo, que pularam nas minhas pernas. Merda, molhou ¬¬. Ele falou pr’eu matá-lo ali mesmo e ai eu não agüentei: comecei a rir. Ele só podia tá louco. Se ele tivesse cérebro, ia mandá-lo pro hospício, sério, ele deve tá achando que algum mártir. Ou melhor, ele deve tá achando que o próprio Jesus: vou me entregar a morte para salvar o mundo. Eu ria sem parar, ainda mais imaginando a cena do Samuel crucificado.Sem contar que ele estava mostrando as presas. UAU, novidade isso. Então ele falou do Lucas e eu não gostei: parei de rir na hora e fechei a cara. Quando ele finalmente calou aquela maldita boca – a voz dele já me irritava – eu decidi falar, mas sem me levantar, como ele tinha feito.

    - A Leah sabe se defender sozinha. E depois eu me entendo com ela. Fica na sua. Agora me diga: resolveu fazer showzinho e demonstrar seu poder foi? Talvez tenha esquecido que essa bostinha de frio não faz nem os pelinhos do meu braço ficarem arrepiados. Sem contar que... eu também tenho presas, quer ver? – Não, eu não ia mostrar. - Portanto, pode se controlar ae, ow irmãozinho. E outra coisa: que papo é esse de eu te matar?! Me poupe, tenho coisa muito mais importante E interessante pra fazer do que perder meu tempo com você, sim? Agora, se você tá a fim de bancar o mártir, o que morreu por uma causa nobre... – Segurei o riso lembrando da imagem dele crucificado a la Jesus Cristo. - Como eu ia dizendo, se você quer fazer isso, sinta-se a vontade. Mas arrume outro que lhe ajude: eu não posso te ajudar, desculpinha. E chega vai, cansei de ouvir você falar. Pode voltar pra sua poltrona de couro de avestruz – avestruz tem couro? Foda-se, não importa. Mas então, pode sentar que nem vou mais falar com você. Não mais agora. – Cruzei as pernas e passei a encaras as minhas unhas vermelhas da mão esquerda. Droga, estava na hora de trocar o esmalte.

    Minha atenção foi desviada para uma vampira linda, incrivelmente gostosa e cheia de poder que entrou na sala. Ela sim era poderosa, diferente do Samuel, que ACHAVA que era poderoso. Ilusão, bobinho. Voltando à vampira que era bem mais interessante... Fiquei quietinha, fazendo a minha carinha de menina interessada e educadinha. Cada coisa que ela dizia, eu processava e guardava. Qualquer palavra era importante. Não pude conter um sorriso metido orgulhoso quando ela me olhou, dando a devida importância à minha descendência e aos poderes que ela me trouxe, em especial, andar ao sol. Estava satisfeita em saber que eu tinha um up que aqueles outros – em especial o filhote do Inverno – não tinham. Peguei o papel que ela havia entregado e guardei no bolso do short.

    Eu tinha que pegar aquela caixa. Tinha que saber o jeito de trazer meu pai – e os outros – de volta. Mas então fomos surpreendidos novamente. me surpreendi ao ver que Nathaniel me olhava. Era mais um que viria com malditas lições de moral? Não, errado. De novo não contive um belo sorriso presunçoso no meu delicado rostinho angelical ao ouvir a preferência dele em quem deveria pegar a caixa. Retribui à piscadela dele e concordei, óbvio. - É, também acho que as minhas mãozinhas devem pousar na caixa... - Observei o que Nathan fazia e acabei rindo ao ver a cara de bosta do Samuel.

    Depois das coisas que Nathaniel disse, eu tinha entendido que ele estava do meu lado e esperava que eu o seguisse quando avisou que ia sair. Com um pé atrás, decidi acompanhá-lo. Porém, tinha meu irmão, que até aquele momento não tinha demonstrado de que lado ficaria – e confesso que não me espantaria se ele ficasse ao lado do descendente de Inverno e de Gentil. - Billy, estou indo com o Nathaniel. Decida o que quer fazer e me avise pelo celular. Estarei lá fora lhe esperando se decidir ir conosco. – Dei um sorriso para ele, peguei sua mão sem vida e dei um beijo no dorso dela. Me levantei em seguida. Arrumei minha blusa enquanto me despedia dos meus coleguinhas. - A gente se vê. Boa sorte e vão pela sombra ok? – Mais um cutucão vindo da filhinha de Sétimo. Ah maravilhosa descendência!

    Como um cavalheiro, Nathaniel esperou que eu saísse e fechou a porta atrás de nós. O perfume das pessoas que estavam na casa noturna se divertindo invadiu minhas narinas mais uma vez. Parei por dois segundos e inspirei fundo, sentindo aquele aroma delicioso. Fui interrompida pela voz do vampiro, meu fã. - Faço o meu melhor para deixar mais divertida a reunião entre os descendentes d’Os Sete. – Mais um sorriso de orgulho. - Não sei se Billy vem. Ele decide as coisas por si só e também, arca com elas... – Virei minha cabeça de lado, pegando uma mecha de cabelo ruivo. - Sabe como é... – Mais uma vez o cheiro. Eu tinha que sair de lá logo. - Vamos logo lá pra fora antes que acabe fazendo merda. – Mentira, eu não ia fazer nada ali com aquela gente. Tá, mentira de novo. - Estou de carro também, podemos ir com os dois. Só preciso esperar a resposta do Billy, lá fora. – Carro que era do Lucas e era bom que ele não desse falta do Chevy Impala. - E enquanto isso, enquanto vamos lá pra fora, para passar o tempo, pode me contando as reais razões para me chamar para ir contigo, sim?



    notes menos chata, falaE?! E ficou grandão o.O e não era pra sair em courier o post u.u
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    Billy Dwey
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Billy Dwey em Sex Jun 04, 2010 2:11 am

    Ora, ora, ora, realmente a situação estava ficando muito interessante, um de cada descendente estava ali, menos um descendente de Tempestade, isso realmente era intrigante, os seus " irmãos " poderiam ser bastante úteis na caçada que iria se desenrolar dali para a frente. Por um lado via Samuel com toda sua pompa e ostentação, sempre querendo ser o cavalheiro montado em cima do cavalo branco e no fundo era um perfeito idiota, Leah era simpática, porém um pouco ingênua pelo que podia percebet do pouco contato que tivera com a mesma, mas mesmo assim, ela parecia não ter muita vontade própria.

    Após a chegada da bela vampira, o descente de Lobo ficou prestando atenção em todos os detalhes, todos os movimentos labiais da vampira que demonstrava poder e sabedoria e era muito segura de si, Samuel ao lado dela parecia mais um cachorro chiuaua do lado de um São Bernardo, não pôde deixar de rir com essa anotação mental e após a saída dela, escutou as palavras de sua irmã, logicamente não acreditou em nenhuma delas e muito menos na de que não tinha me contado para me proteger, agora sim Billy ria descaradamente, mas abafou o riso com as mãos e se limitou a balançar a cabeça negativamente sem nenhuma resposta labial.

    O clima esquentou, ou melhor falando, esfriou no local, Samuel tinha evocado seus poderes, aquilo nem levemente abalou os pêlos do descendente de lobo, apenas sentiu a mudança de temperatura e ficou olhando a reação dos demais, era engraçado observar tudo aquilo, em um local tão pequeno como poderia ter tanta desavença, ainda mais em um pequeno pedaço e com poucas pessoas, imagin só se estivessem todos os descendentes juntos que pandemônio aquilo iria virar.

    Percebeu a troca de farpas entre sua irmã e Samuel e não iria se meter quando ele ficou com os olhos vermelhos e mostrou sua presa para Natasha, como ela sempre dizia, era autosuficiente e não precisava de ninguém lhe dando conselhos ou algo do tipo, mas seus punhos se fecharam e ficou de sobreaviso para caso acontecesse alguma coisa, se Samuel investisse para cima de sua irmã, dependendo da situação, teria que dar uns bons sopapos no descendente de Inverno.

    Pegou o cartão fornecido pela vampira e colocou no bolso de dentro da jaqueta e após a saída da vampira, viu o desenrolar da conversa e de que lado cada um iria ficar, agora era a hora da decisão e cada um teria que fazer parte de um time, ficaria do lado de Samuel com seu jeito mandão e autoritário ou iria para o lado de sua irmã, tempestuosa e de temperamento forte? Porém se ela acordasse Sétimo, muita coisa poderia acontecer, principalmente o fim de todos, de outro lado era sua irmã e poderia lhe auxiliar, pois afinal de contas ela era poderosa e tinha a facilidade de andar de dia e poderia ganhar tempo e junto com Acordador, poderiam montar um bom time.

    Analisou a situação, Leah tinha os poderes sobrenaturais que qualquer vampiro tinha, porém tinha a vantagem de parar o tempo, uma das vantagens de ser filha de Gentil, nesse caso illy não sabia mais o que fazer, Samuel era forte com seu dom e poderia esse sim ser útil, mas infelizmente poderia ser por impulso ou não, Samuel deu a cartada final para a decisão de Billy com sua frase de que poderia reparar o erro de minha irmã, ficando de seu lado, tsc, tsc, não sou mais criança para reparar o erro de ninguém e muito menos de minha irmã, ela já era grandinha demais, agora era só começar o jogo, o botão do play já tinha sido apertado. Billy levantou-se e passou pela mão estendida de Samuel:

    - Desculpe caro irmão, mas não tenho que reparar o erro de ninguém, muito menos de minha irmã, ela pode responder por si só e se tem desavenças com ela, resolva com ela mesmo, não sou pombo correio de ninguém, quanto a não deixar que ela saia vitoriosa, talvez aí podemos até pensar um pouco igual, pois também não quero ver Sétimo acordado, mas irei para o lado de minha irmã e quem sabe não podemos trabalhar juntos, mas em grupos separados?

    Billy piscou para Leah e fechou a porta atrás de si, deixaria os dois pensando que fazer, Samuel tinha meu telefone celular e se quisesse me contatar era só em mandar uma SMS ou me ligar, assim que girou a maçaneta e deixou o V marcado em sangue para trás, o cheiro dos humanos veio rapidamente em suas narinas, o cheiro de luxúria, prazer, sexo, drogas e corpos suados era tentador para uma boa refeição, mas nesse momento exatamente não estava com fome, porém para começar a missão teria que estar bem alimentado, a transformação em lobo lhe desgastava bastante, saiu rapidamente da boate e cumprimentou o motorista e logo viu Nathaniel e Natasha conversando, provavelmente me esperando.

    Esticou a mão em cumprimento a Nathaniel, afinal de contas a partir de agora eram um trio e teriam que se ajudar mutuamente, ou mais ou menos isso, sabia que o desejo de cada um ver o seu pai estava em jogo ali, teria que falar em particular com Natasha sobre acordar Sétimo, poderiam fazer um acordo ou algo do tipo para que todos saíssem vivos e todos sem exceção fossem acordados:

    - Bem, por onde começamos? Eu prefiro ir em minha moto, mas vou seguindo vocês, mas se achar melhor que vá contigo Nathan por mim sem problemas.

    E ficou esperando a reação dos dois a sua frente, Billy não sabia precisamente se tinha feito a escolha certa, mas as palavras de Samuel foram a gota d"água para sua decisão
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    Leah Angus
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por Leah Angus em Sex Jun 04, 2010 10:48 pm

    xx
    ...We Can Leave This Place...

    Aquela situação estava cada vez mais perturbadora. Ela, Samuel, Billy e Nathaniel, por algum motivo o clima parecia pesar, a pose de superior de Samuel, o jeito debochado de Nathaniel e a seriedade de Billy, tudo isso parecia se fundir e causar um clima terrível. Depois que todos fizeram silencio Samuel conseguiu falar. Saudou a todos como o bom anfitrião, como se ele mesmo tivesse convocado aquela reunião, elogiou o nome da garota, disse que combinava com ela, e de fato combinava. Ela sorriu meio tímida, porem agradecida pelo elogio. Leah perguntou a Nathaniel como ele sabia sobre ser uma vampira e não um vampiro, mas antes mesmo que ele pudesse responder Samuel o fez. Ela ficou pensativa lembrando de como ela escrevia, porem não conseguia se lembrar de seus traços, pois normalmente quando escrevia ela se ligava na história, nas palavras e não na grafia. Ela abriu a boca para responder, mas foi cortada por Billy que disse que as caligrafias dependiam entre homens e mulheres. Ele juntos as mãos e olhou o chão pensativa até que Billy a chamou de volta. Disse que ela poderia o chamar apenas de Billy, sem o senhor, porem seria complicado para ela e seus costumes. Ela sorriu para ele como se fosse um agradecimento mas não disse nada.

    Antes que ela pudesse comentar alguma coisa a porta da sala foi novamente aberta com um estrondo, e dessa vez era outra garota, uma que ela conhecia bem por sinal. Natasha, a vampira descendente de sétimo que morava com ela. Leah sorriu ao ver a garota a cumprimentou educada. – Boa Noite Natasha. Tinha certeza que ela não ia ser igual era em casa, com certeza ela soltaria uma bomba, só não pensou que fosse uma bomba no colo de cada um ali. Obviamente começou com Samuel, Leah nem ligou dela a ter chamado de idiota, estava acostumada até. Samuel aprecia se alterar um pouco, seus olhos ficando vermelhos. Não demorou pra ser a vez da loirinha. Natasha falou certas coisas...pesadas para Leah que a fez abaixar a cabeça um tanto envergonhada, ela não entendeu direito o que a garota quis dizer com a ultima parte, mas só de falar aquelas palavras já a fez ficar com vergonha. Atacou Nathaniel que apenas a olhava com aquela cara presunçosa e depois se sentou ao lado de seu irmão, Billy. Assim que se sentou ela imitou Leah perguntando sobre a vampira e respondeu grossamente, porem a mesma coisa que Samuel e Billy já haviam falado. Ela concordou com a cabeça mostrando que havia entendido a resposta e que não precisava que mais ninguém repetisse.

    Samuel a olhava parecendo realmente bravo, seus dentes estavam a mostra e seus olhos vermelhos por completo. Parecia se controlar para não pular em cima dela. Leah o olhou como se pedisse um favor, como se pedisse para ele não fazer aquilo, para ele se acalmar. Ele disse que ela deveria ter mais respeito pelos Gentis pois eles eram o único motivo de ainda não terem ateado fogo em sua moradia. Ele parecia voltar ao normal, pelo menos fisicamente, mas ainda a olhava com raiva. Ele a provocou dizendo que se queria matá-lo que fizesse ali na frente de todos, mas Natasha parecia ignorá-lo, o que a fez ficar aliviada. Ele começou a falar então de Lucas, e isso a afetou um pouco. Leah convivia com Lucas a mais de 30 anos, e por mais que ambos negassem eles tinham criado um certo vinculo, ela gostava dele, assim como gostava dos outros sétimos, como Natasha ali presente, apesar do humor deles. Nenhum dos outros três vampiros ousava se meter entre Natasha e Samuel, apesar de Leah enviar freqüentes olhares de suplica para Samuel não fazer nada contra Natasha.

    Assim que uma pausa foi feita a porta se abriu de novo, porem dessa vez não era um descendente que entrou no local, era uma vampira, com certeza, tinha um porte elegante e sensual. Leah a observou de cima a baixo enquanto ela se postava no centro dos poltronas. Assim que todos já prestavam atenção nela ela começou a falar. Falou que todos estavam ali pelo mesmo motivo, queriam informações sobre seus mestres e que ela tinha essa informação, porem só a daria em troca de algo que era dela e ela queria de volta. Ela parou observando cada um novamente, e Leah estava claramente focada no que ela falava. Ela esticou o braço e pegou uma chave fechando ela dentro das mãos. Voltou a falar que o que ela queria estava na pensão, abriu as mãos e mostrou a chave. Falou sobre uma caixa que estava dentro de um dos quartos com um caçador. Essa palavra fez a garota estremecer, ela não gostava de caçadores, os achavam pessoas irracionais e sem noção. Ela determinou o prazo de uma noite para conseguirem a caixa, e apenas quem a tivesse receberia as informações. Leah olhou para o rosto de cada um, todos almejavam aquela informação, mas dependendo de quem a tivesse, poderia estragar tudo. Leah pegou o cartão dela e o analisou olhando os outros em seguida. Ela não sabia o que fazer, ficou sentada olhando para eles, e quem teve a primeira reação foi Nathaniel, claro.

    Ele disse que apoiava Natasha pegar a caixa, e era isso que Leah temia. Ela era explosiva e muito intolerante, poderia acabar sem informações, e prejudicando a todos. Nathaniel se levantou e fez vários movimentos, entre eles apertou a bochecha de Leah novamente que sorriu meiga pra ele. Ele foi até a porta e perguntou se alguém queria carona Leah fez que não meio que agradecida e ele esperou Natasha sair. Ela se levantou e foi até Nathaniel na porta, falou para o irmão que se ele quisesse era só chamá-la por celular, Leah sorriu a garota como se dissesse tchau. Olhou Billy que parecia indeciso do que fazer, assim como ela própria. Ela suspirou e fez menção de se levantar, mas encarou Samuel e isso a fez ficar. Ele se levantou e caminhou até ela, ela teve certeza que se tivesse um coração batendo, ele já estaria parado aquela hora. Ele se ajoelhou a sua frente e lhe tocou os cabelos, ela foi obrigada a segurar as mãos forte e se concentrar nos olhos azuis do garoto, azul gelo, azul...quase branco. Ela sentiu sua mão tocar o local que Nathaniel havia apertado a pouco e sorriu para ele. Ele falou sobre ela ajudá-lo a conseguir a caixa e não deixar que o sétimo retorne, se virou para Billy e falou algumas palavras que pareceram não lhe agradar muito. Billy se levantou e disse que não ia conosco, mas que podiam ir juntos em grupos separados. Ele piscou para Leah que sorriu fofa pra ele vendo que Samuel não estava lá muito feliz.

    Leah suspirou e se levantou se postando ao seu lado. Só tinham eles na sala, ela se sentiu mais a vontade. Ela colocou a sua mão sobre a dele e depois a segurou delicadamente. – Eu vou com você. Falou calma e meiga sorrindo depois esperando ele olhá-la. O cheiro dele era tão imponente, assim como sua própria imagem. – Talvez, possamos pegar a caixa, não creio que seria bom se Natasha a pegasse. Falou pensativa, mas não disse isso pelo mesmo motivo que ele falou. – Mas...ela é uma boa pessoa, você não deveria ser tão duro com ela. Falou um tanto temerosa. Preferiu esperar sua resposta e depois saírem dali, ela realmente tinha medo dele e a afastar agora que começavam a se aproximar. Ela o puxou pra fora do lugar delicada e carinhosa.


    -*-*-*-*-*-

    Tag: Samuel, Billy, Nathaniel, Natasha e a Vampira.
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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

    Mensagem por The Destiny em Dom Jul 25, 2010 2:29 am

    RP Finalizada!!!
    cabou!!!!


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    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
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    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
    O tempo é apenas um mero detalhe."

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    Re: 26/03/2032 - Casa Noturna Vouga - RP Trama Central

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