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# Sejam Bem-Vindos ao Night Shift!

Cidade de Lisboa, Portugal. Ano de 2032. As coisas não mudaram tanto assim, apenas o cenário, apenas as imagens que passam paralelas as verdades que acontecem. Os leigos alheios aos acontecimentos, isentos de culpas e deveres. Mas, quando aquilo que pode ser uma ameaça para alguns está perdida pelo mundo sem destino ou razão. a esmo podendo está diante de um humano desavisado, para outros a mesma coisas pode significar o início da salvação de uma raça ameaçada e caçada eternamente por gerações. Você irá se importar com alguma dessas coisas? Ou será apenas mais uma pessoa vivendo a sua vida esperando que tudo se resolva, ou, tudo se acabe??
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# Data: Março de 2032
# Local: Lisboa, Portugal
# Temperatura: 26º
# Clima: Noite de céu limpo, brisa suave e clima agradável sem previsão de chuva...
# Lua: Crescente
# Sugestões de Ações:
- Person envolvidos diretamente na Trama Central : Parque Florestal Monsanto ; Pensão da Cidade ; Galpão abandonado
- Outros: Fiquem antentos a RP da trama central, você pode ser escolhido em breve. Qualquer outro lugar sem envolvimento direto com a trama.
# Duração do periodo: Indeterminado!


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Interessado em fazer parceria com o Night Shift? É só logar na conta "Parcerias" com a senha "parceriasorbis" e mandar uma mensagem privada(MP) pra algum dos administradores e/ou moderadores sobre o interesse e link do forum


Photobucket London Paradise FÓRUM OPS!

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REFORMULAÇÃO DO FORUM
(ex Orbis non Sufficit)
Agradecimento especial aos players que fazem isso aqui ser tão importante pra nós. - Fotos tiradas de vários lugares, mas principalmente do deviantart. - Todos os direitos reservados à Staff.

Recuse imitações. o NS é nosso, se copiar qualquer coisa sem antes ao menos pedir nossa autorização é PLÁGIO... E plágio é crime, hein?
Se copiar vai ser #umaputafaltadesacanagem e eu vou teperseguiratéoinfernoporra! xingar muito no Twitter!

bricadeira, mas aviso dado. Depois não diz que eu não avisei.


Night Shift - Turno da noite © 2009-2010

    26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

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    The Destiny
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    Nome do Player : Biah!
    Mensagens : 293
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    26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por The Destiny em Ter Jun 01, 2010 7:47 pm

    26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central - Somente Personagens autorizados.
    " Quarto n° 07, o quarto do caçador, a caixa..."



    Os hospedes da pensão geralmente são pessoas comuns, visitantes ou jovens que vem estudar na Universidade de Lisboa e não podem pagar hotéis caros ou tem parentes próximos. Mas, raramente, aparecerem desconhecidos, e um ou outro ‘conhecido’. Naquela manhã adentrou pela recepção daquela pensão um homem que já não aparecia ali a tanto tempo...tanto que somente a moça da recepção lembrou-se dele por relembrar na memoria dos comentários do pai ao falar. O homem trazia poucas malas, não falava muito, e ficou pouco tempo no quarto de numero 07. Saiu de tarde e voltou mas não demorou-se muito saindo de novo assim que o sol começou a sumir no horizonte. O que ninguém sabia daquela pensão era o papel daquele homem em tudo que acontecia na cidade, em tudo que acontecia no meio da noite... Ninguém sabia também que no quarto que pertencia a ele havia uma pequena caixa sobre uma mesinha qualquer, exposta, porém trancada, e que era desejada por uma vampira em especial.

    A recepção estava vazia, era cedo ainda, mau a noite começara e a maioria dos hospedes estavam em seus quartos ou aproveitando a noite. Havia apenas uma moça na recepção ouvindo um radio baixinho, uma musica antiga de MPB enquanto riscava palavras cruzadas naquelas típicas revistas. Atrás dela o quadro com as chaves dos quartos, alguns quadros, ornamentos decorativos da pensão. Era uma daquelas pensões antigas, mas bem cuidada e mantida por uma família por gerações. Tinha boa fama, limpa e organizada, somente freqüentada por pessoas de bem, era um exemplo em comparações as diversas outras que tinham na cidade. Os quartos eram simples, uma cama, cômoda, mesa simples, poltronas e um TV pequena, um banheiro pequeno também.

    Spoiler:

    Instruções:
    (Somente os personagens envolvidos no Vouga)
    *O caçador não se encontra no local. A caixa esta sobre uma mesa, trancada, as coisas – bolsa – do caçador sobre a cama, só há roupas lá dentro.
    **Todos os cinco podem postar aqui, mas somente um de vocês poderá sair em pose da caixa. Disputem entre si ou entrem em um acordo – o que será difícil – mas só um deve sair com ela.
    ***Aquele que pega a caixa e ficar com ela assim que sair da pensão deve ligar para a vampira e saberá o local do encontro por MP. Os demais não devem ir junto com ele.
    ****A qualquer momento algum ADM podem postar no meio das interações e posta alguma conseqüência dos atos dos personagens, o que seus atos causarem, mortes, destruição, lembre-se: chamar atenção não é algo muito sensato.


    _________________
    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
    Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino .
    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
    O tempo é apenas um mero detalhe."
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    Nathaniel Szhor
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Sex Jun 11, 2010 1:37 pm

    WHAT WILL WE DO? WHAT WILL WE SAY?
    WHEN IT'S THE END
    OF THIS GAME WE PLAY •

    WILL WE CRUMBLE INTO THE DUST MY FRIEND?

    --------------------------------------------------


        [color=darkgreen]Certamente que ela recusaria. Natasha nunca tivera os problemas com sol que os outros vampiros tinham. Ele imaginava como deveria ser bom ser um filho de Sétimo. Ainda poder aproveitar a luz do dia... claro que quando faziam isso deviam se alimentar duas vezes mais para suprir a energia relativa a mais tempo de consciência, e também deveria ser uma coisa horrível viver com aquela paranoia de traição. Nathan estava saboreando cada momento com ela ao seu lado até a hora que ela perguntou o real motivo dela segui-lo. Sim, isso meio que foi como se diz... broxante. Caramba! Sempre com aquele papinho de os outros nos traíram e estamos sozinhos... os Sétimos sabiam ser estraga prazeres tão grandes quanto os Invernos. Diacho, tá bom que ele não era nenhum santo – parecia mais o demônio do que a maioria, era sádico, bonito, brincalhão e falante – mas, fala sério. Resolveu manter seu sorriso de canalha que veste a camisa e se virou para ela.

        - Não sei pra onde vou, mas sei que vou com você! Pra toda a ação temos uma reação que nem sempre foi cogitada quando demos o primeiro passo. Não obstante, tenho que dizer que seu bom humor é contagiante!

        Abriu um estranhíssimo sorriso predatório, mostrando os dentes, mas não como se fosse mordê-la, mas como se fosse uma careta que fazem para os bebês, e eles morrem de dar risada. Tirou a chave do bolso do terno e apertou o botão. O Lexus “Caixão” piscou os faróis como alguém que ergue as sobrancelhas duas vezes parece fazer. Em sua cabeça nasciam dois planos distintos. Um deles evolvia o despertar de Sétimo, uma aliança com os caçadores e sua Sarah, humana e feliz ao seu lado, e o outro era um Inverno despertado, ele ao lado de Samuel como o cara com uma boa cabeça que fez tudo ser possível e uma Sarah vampira – ou morta. Qual dos dois? Ele já tinha alguns pontos positivos para o primeiro, embora soubesse que Sétimo provavelmente não pouparia seu pai... ao menos se o poupasse. E Samuel... ele ao menos cumpriria as promessas. Começou a cogitar se não tivesse feito a escolha certa, mas por um breve momento lembrou-se da frase que disse para Natasha: uma reação que nem sempre foi cogitada quando demos o primeiro passo. Confiava no seu raciocínio rápido, bastava agora fazer o que queria. Estava quase no carro quando Billy anunciou que iria com eles. Isto deixava a Team Bennet com um a menos, mas a sensação de ter uma Gentil não era nem um pouco boa. Bastaria que ela quisesse, e puff, caixinha iria sumir bem na frente da cara deles. Ela não podia parar o tempo por mais de 60 minutos, mas uma hora... ah, esse era o tempo de tocar Change of Seasons do Dream Theater duas vezes, e era mais que o suficiente para roubar um bagulho qualquer de um caçador paralisado, ainda mais tendo um Pagani Zonda. Estremeceu. Fosse o que fosse os três tentariam dar conta do recado. Entrou no seu carro e deu a partida. Ao chegar na porta da pensão esperou os outros, não sabendo quem seriam os primeiros. Fazer tudo sozinho não era com ele, tinham de planejar algo, e rápido.



    --------------------------------------------------
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    ( taking place in: Pensão – Casa Noturna (26/03/32)
    ( with: Billy Dwey, Natasha Dwey
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Natasha Dwey em Sex Jun 11, 2010 9:37 pm

    ( w ) here is the moment
    when needed the most?


    - Se era pra responder isso, era melhor ter ficado calado. – Falei olhando Nathanielcom cara feia. Depois torci a boca e continuei. - Nem vem com essa de vou com você pra qualquer lugar. E outra coisa: odeio poesia e rimas ok? – Fechei a cara, mas logo abri um sorrisinho de vitória: Billy estava vindo para se juntar a nós. Ele se aproximou, cumprimentou o engraçadinho e falou também sobre como irmos. - Cada um no seu carro ok? E você na sua moto. A gente se encontra na entrada da pensão... E... que bom que você veio Billy. – Sorri sincero para ele.

    Caminhei me afastando indo em direção ao carro do Lucas. Estranho ele ainda não ter me procurado... Parei de repente, já ao lado do carro, e me virei novamente pros dois. - Na entrada ok? É bom ninguém trapacear. E botem esses cérebros pra pensar no caminho... Temos que pensar bem o que faremos e... como faremos. – Abri a porta e entrei, girando a chave para dar a partida.

    Nathaniel tinha alguma segunda intenção em ter pedido/aceitado minha companhia. Ainda mais a frase que ele me disse... Fiquei pensando nela, tentando entender o que ele realmente quis dizer. - Não sei pra onde vou, mas sei que vou com você! Pra toda a ação temos uma reação que nem sempre foi cogitada quando demos o primeiro passo. Não obstante, tenho que dizer que seu bom humor é contagiante! Ele disse que vai comigo aonde eu for, mas isso mais tá parecendo conversa fiada do que outra coisa. Como eu disse: ele tinha alguma intenção. Depois... ele decidiu ficar do meu lado por impulso, pelo menos foi isso que pareceu. E quanto ao meu humor ser contagiante... Ele tem é que torcer para não me pegar de mal humor, isso sim.

    Além disso... Como eu iria convencê-los de que eu é quem devia pegar a caixa? Pensa Natasha, pensa. Poderia propor-lhes um trato, algo que também envolvesse os pais deles: Afonso e Manuel. É, eu faria isso. Eu precisava disso, eu não confiava neles, e eu precisava que eles confiassem em mim. Mesmo que eu não seja de toda confiável, mas eles não precisam saber disso.

    Enfim. Quando cheguei à pensão, o carro do Nathaniel já estava ali parado. Não havia sinal do meu irmão. Estacionei o carrão preto do Lucas atrás do dele, desci trancando a porta e andei até ele. - Você vai conversar comigo civilizadamente ou vai continuar com as gracinhas? – Falei medindo-o de cima abaixo, rindo em seguida. - Tenho pena da garota que se iludir com esse seu porte de bom moço, de gatão conquistador... – Pena bosta nenhuma. - Agora... Temos que agir logo, antes que a Leah e o Samuel apareçam... Pensou em algo? – Já que éramos uma “equipe”, vamos agir como tal, certo?



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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Billy Dwey em Sab Jun 12, 2010 12:42 am

    Billy tinha que pensar direito no que fazer, não sabia se havia feito o certo ao ter escolhido seguir a sua irmã, mas não aguentaria ficar ao lado de Samuel muito tempo com seu jeito autoritário, porém sua irmã não estava lá muito longe de ser algo assim tão... normal por assim dizer.... mas qual deles era normal? Nathaniel herdou o dom de acordar os mortos, Billy herdou o dom de se transformar em um lobo com mais de 2,5m, quem era normal?
    Ficou levemente feliz por sua irmã ter dito que era bom Billy ter ido com ela e nathan, ficou tentado a ir realmente com Samuel e Leah, o dom de Samuel era importante assim como o de Leah que poderiam lhes conferir boas vantagens em algum momento de briga, mas a última frase de Samuel levou Billy a decidir o seu caminho, tinha ido por impulso? Não sabia, mas arrependimento era algo que não fazia parte realmente da não-vida de Billy.
    Billy acenou com a cabeça para os dois e partiu para a pensão, mas tinha que pensar em algo, tinha que saber o que fazer, sua garganta estava levemente seca assim como seu s lábios, o que indicavam que tinha que se alimentar, sabia para onde iria, foi para uma casa de prostituição e como já conhecia muitas meninas dali pelo fato de já ter trabalhado como segurança e pelo fato de Billy ter uma boa aparência, sua entada era totalmente liberada. Subiu para o quarto que costumava ir e lá ficou esperando Joana, fez um pequeno jogo de sedução que não era a sua praia e conseguiu o que queria, se alimentou somente um pouco para tirar aquela sensação de secura e partiu dali em direção á pensão.
    Gostava da sensação de liberdade que sua moto lhe proporcionava, mas nada se comparava quando estava transformado em lobo, seus sentidos eram dobrados e a sensação de liberdade mais ainda, porém algumas vezes não tinha controle sobre seu corpo, principalmente nas noites de lua cheia, onde sua transformação era involuntária, mas quem se importava? Com certeza Billy não.
    Chegou na pensão e já viu ao longe Nathan e sua mana conversando, será que já estavam tramando os planos sem esperar o descendente de Lobo? Isso realmente era a parte mais complicada, não conseguia mais confiar em sua irmã e ainda mais ela sendo filha de quem era. Não sabia até o momento como iriam fazer, mas realmente Natasha tinha a vantagem de andar de dia, mas cada um tinha a sua vantagem particular, mas enfim decidiu que pelo menos de começo, o melhor a se fazer seria um trato, iria tentar isso pelo menos, estacionou a moto cantando pneu e desceu parando ao lado de sua mana ouvindo ela dizer que tinham que agir logo, antes de Samuel e Leah, isso era verdade
    - Fala ae pessoal, nessa parte devo concordar com Natasha, temos que começar a agir logo, mas vou logo dizendo, se vamos fazer isso junto, temos que fazer um trato, independente de quem quer que seja que pegue a caixa, deverá deixar claro que irá acordar os outros "pais", caso não seja cumprido isso, ganharão um inimigo mortal e caso seja você Natasha esquecerei que é minha irmã de sangue, estamos combinados assim?
    Billy encostou no poste com a perna e cruzou os braços, esperando uma resposta dos demais

    Convidad
    Convidado

    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Convidad em Sab Jun 12, 2010 2:13 am


    how much hate, can one man feel
    WHEN HIS KINGDOM IS CRUMBLING
    - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - --

      - Quando despertarmos Inverno, você terá uma nobre surpresa Leah. Saiba, que se não fosse você, hoje perderíamos.

      Em sua velocidade vampírica, esqueceu de tudo. Queria apenas a caixa. Sua decisão pelas coisas era clássica. Só esperou Leah entrar porque ela era imprescindível. Acelerou o motor do Zonda. Notou de prontidão que eles foram mais rápidos que ele, mas não deixaria barato. O Pagani luxuoso zunia nas ruas como uma abelha do capeta, negra e pronta para acabar com o universo se lhe fosse preciso. Universo. Tudo atrapalhava Samuel na hora de cumprir seus objetivos. Havia Natasha, havia Billy e Nathaniel. Gargalhou. Mesmo se eles resolvessem engolir a caixa não sairiam bem daquilo tudo. Ele tinha uma Gentil, ele tinha o trunfo, o zap, a carta invencível, e nem com o melhor blefe eles o fariam parar. Virou-se com ar confiante e autoritário para Leah – até estranhamente amoroso, ou gentil.

      - Leah, você é as minha sete maravilhas do mundo! Assim que parar lá na frente, quero que o tempo pare, e você então deixe ele parado até o seu máximo. Peque a chave, pegue a caixa. Nada de atrasos. Talvez Natasha, Billy ou Nathaniel sejam boas pessoas, mas suas mãos bobas devem permanecer muito longe daquilo, entendido? Pare todo o tempo, pegue a caixa, pule dentro do carro e apenas me destrave! Não importa o que tiver de fazer lá! Pegue todas as chaves, abra quarto por quarto até achar o certo, acho que se farejar o caçador também funcniona... só a pegue, e me deixará mais feliz que eu fico com esse anel e esse carro!


      Parou na frente da Pensão com um suspiro de alivio. Se seu coração batesse estaria acelerado. Virou-se para Leah. Seus olhos brilhavam como brasas. Ele tinha um tom completamente apaixonado, mas não se enganem, a paixão era pela causa e não pera mulher sentada ao lado. Esta ainda estava para se desperta.

      - Leah, eu vou te amar até o infinito se qualquer um dos nossos pais foi o primeiro a ser desperto. Vá agora!

    - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
    how much pain, can one man take
    WHEN HIS FUTURE IS MELTING

      tag! Natasha Dwey, Billy Dwey, Nathaniel Szhor, Leah Angus
      music! Curse the Sky – Iced Earth
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Leah Angus em Sab Jun 12, 2010 10:16 pm

    xx
    ...I Should Have Stayed But I Lost My Head...

    As palavras de Samuel lhe soaram como a mais bela melodia que ela já ouvira. E olha que de artes em geral ela entende. Ela sorriu quando ele falou aquilo. Ele corria meio que contra o tempo, o que era de certo modo engraçado, já que Leah o controlava algumas vezes. Uma bela ironia. Ela entrou naquele carro todo potente, ela se sentiu um pouco inferiorizada naquele momento. Ele era tão grande e tão...tão vistoso.Ela entrou e assim que fechou a porta ele disparou com o carro. Ele era MUITO rápido. Leah segurou do lado sentindo os cabelos balançarem. Ela não entendia quase nada de carros, mas sabia que esse era o mais rápido que ela já vira. Ele voltou a falar e novamente suas palavras soaram belíssimas em seus ouvidos. Ela ouviu o que ele falou com atenção. Desviou o olhar envergonhada, porem fez que sim com a cabeça. Antes que pudesse responder ele parou o carro em frente a pensão. Ela viu o carro de Lucas e a moto de Billy ali paradas.

    Ela olhou Samuel e suspirou fazendo que sim de novo. – Tudo bem, eu vou fazê-lo. Ela sorriu meio tímida e meiga ao mesmo tempo. Ela levou a mão a porta para abri-la, mas ele a olhou...de um jeito, era como ela sonhava, quase. Ele era tão...perfeito. Seus olhos quase brilharam quando o olhou daquela forma. Será que depois de tanto tempo? Aquelas com certeza foram as melhores palavras que ela já ouviu. As primeiras foram ótimas, mas aquela frase...era tudo o que ela precisava naquele momento. Ela passou a mão pelo rosto dele sorrindo lhe passando confiança e saiu do carro.

    Leah já tinha feito isso para treinar, porem nunca PRECISOU usar seu poder de fato. Seria a primeira vez. Ela fechou os olhos, a imagem de Miguel era a única em sua mente agora, dele a ensinando a fazer aquilo, depois deles conversando, ela sentiu que precisava dele de novo. Se concentrou em seus motivos, no tempo, na lua em todos a sua volta. Assim que sentiu que estava preparada, que estava com a energia necessária dentro de si ela abriu os olhos e gritou. – PARA! Foi o suficiente. Tudo a sua volta parou exatamente aonde estava. O silencio predominou. Ela sorriu vitoriosa e aliviada. Olhou em volta satisfeita.

    Ela se concentrou no que tinha que fazer. Correu para dentro na pensão, quanto mais tempo ganhasse melhor. Passou por Natasha, Billy e Nathaniel parados na porta. Ficou com receio deles ficarem bravos com ela, mas era o quer precisava ser feito. Miguel era o mais sensato de todos, saberia agir com cautela e ajudar a todos. Ela entrou na pensão e viu a mulher na recepção parada. Atrás dela o quadro de chaves do quarto estava quase completo. Ela sorriu e pegou todas. Subiu para o andar de cima onde ficava os quartos e começou a procurar. Quarto 1, nada, 2, vazio, 3 igualmente, até chegar no sétimo. Assim que ela abriu a porta viu uma caixinha, não era muito grande, mas chamou sua atenção. Ela adentrou o local o tentou abrir a caixa, estava trancada, rapidamente Leah soube que era ela. Ela pegou a caixinha e trancou a porta descendo correndo colocando todas as chaves no lugar. Quarto 7, que ironia não? Assim que ia sair viu os três parados na porta de novo. Suspirou pensando que ficariam procurando que nem loucos. Ela foi até a recepção e fez um bilhete. ‘Eu peguei a caixa, não quero confusões, me desculpem. Leah.’ Era breve e suficiente. Colocou-o dentro da mão de Natasha, ela o veria com certeza.

    Ela voltou para o carro e viu Samuel tão imóvel quanto os outros. Ela mexeu nos cabelos dele e deixou um bilhete em cima do banco onde ela estava antes. Ela não teve coragem de desperta-lo, e se...ele tirasse a caixa dela? Ela não podia nem pensar nisso. 'Me desculpe, mas preciso fazer isso sozinha. Leah’. Olhou em volta, ir andando deixaria um cheiro muito forte e seria fácil rastreá-la. Viu o carro de Lucas parado e fez que sim. Ela não o usaria a não ser em caso de EXTREMA urgência. Voltou para a pensão e pegou a chave de Natasha voltando para o carro e entrando em seguida. Ela se sentou no volante meio rígida, não gostava de dirigir. Ligou o carro e ouviu o barulho dele roncando, era bom não ficar somente com o silencio mortal.

    Ela saiu com o carro e dirigiu durante algum tempo indo para longe. A caixa estava no banco do passageiro e ela estava apreensiva. Parou quase que do outro nado da cidade. Perto de um orelhão. Ela desceu no carro e correu até ele com o papel com o telefone da vampira na mão. Ela olhou em volta e fechou os olhos se concentrando novamente. Aquilo exigia um pouco de energia dela, até pelo fato de não estar acostumada. Sentiu a mesma energia da primeira vez e gritou de novo. – VOLTA! E novamente foi um ato bem sucedido, no mesmo momento tudo voltou a se movimentar e todos os barulhos normais voltaram. Até que o silencio era bom. Ela olhou o papel e começou a digitar o numero no orelhão. Celular? Ela não era adepta da tecnologia, achava que estragava as pessoas. O telefone chamou algumas vezes e ela guardou o papel novamente esperando a vampira atender. Ouviu sua voz do outro lado perguntando qual era o descendente. – Gentil. Leah respondeu. A vampira falou apenas o local para o qual Leah tinha que ir agora. Ela sabia onde era, não era longe, esperava que desse tempo. Ela entrou no carro novamente e dirigiu rumo ao local.

    -*-*-*-*-*-

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    Natasha Dwey
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Natasha Dwey em Dom Jun 13, 2010 6:16 pm

    ( w ) here is the moment
    when needed the most?


    Blá, blá, blá. Será que esses porras não conseguem falar comigo SEM me ameaçar? E sim, incluo em PORRAS meu irmão de sangue. - Mas que inferno isso Billy! – Bradei com ele, retomando a calma em seguida, e falando com certo tom autoritário. - EU tenho uma proposta: vocês dois, gatinhos, ficam distraindo a sonsa da recepção – SEM FAZER LANCHINHO - e enquanto isso, eu subo e vou atrás da maldita caixa. Pego a caixa, saio e espero vocês lá fora e ai EU ligo pra vampira. E sim, eu vou procurar informações com ela sobre Manuel e Afonso, ok? – Falei firme encarando os dois. - Porque diferente de vocês e dos pais de vocês, eu não tenho o hábito de trair... – Engoli seco e então me virei, parando à porta da pensão. - De acordo? – Meu irmão fez que sim com a cabeça e Nathaniel não pôde ficar de boca fechada: - Claro, minha ruivinha! – QUE?! Franzi a testa e me aproximei dele bem rapidamente. -Sua é o caralho, entendeu? Eu já mandei você parar de piadinhas porque não tenho saco pra isso. Agora entrem e vão lá distrair a mulher. – Claro, ruivinha do Bill. – Ele não podia calar a maldita boca e parar de piscar? Preferi não gastar saliva: mostrei o dedo do meio e fiquei de costas em seguida. Era bom aquilo dar certo.

    (...)


    Quando fui finalmente entrar na pensão, vi que tinha um papel em minhas mãos. Mas que porra de papel era esse? Eu não me lembrava de papel algum e... - MALDITA! – Bradei depois de abrir e ler o que aquela vagabundinha tinha feito. Amassei o papel com tanto ódio, deixando-o menor do que um grão de feijão. Corri para fora da pensão, sentindo que meus olhos flamejavam. - Ainda não entenderam seus idiotas? – Berrei com Billy e Nathan que tinham me acompanhado e estavam na calçada comigo. - A vadia da Leah usou o maldito poder dela e pegou a caixa!! Bando de... - Foi então que vi o carro do Samuel. - FILHO DUMA PUTA! – Novamente gritei, expondo agora meus caninos. Eu queria estraçalhar ele... Mas notei que tinha mais gente com a mesma vontade que eu: Billy tremia ao meu lado e eu sabia o que iria acontecer a seguir. Meus olhos passaram do meu irmão de sangue pro outro descendente. Nathan estava parado, com uma expressão vazia, que durou menos do que um segundo, passando a saltar os olhos e falar com toda vontade: - FUDEU! – Virei os olhos perdendo a paciência com aquele idiota.

    Pra completar, o carro do Lucas não estava mais lá. Ou alguém tinha roubado – que eu duvidava, ou Leah tinha pego. Além de traíra, aquela vaca era ladra. Ela ia se ver com os filhos de Sétimo. Billy já não estava mais ao meu lado: seu lugar, agora sob a forma de Lobo, era em cima do capô do carro do Samuel. Abri um sorrisinho imaginando a raiva que o Sr. Eu-Me-Acho ficaria. Agora... o que eu ia fazer? Eu estava com uma idéia na cabeça, e ela podia dar errado. Mas eu já estava fudida, e ficar ali parada ou brigando com o Samuel não ia adiantar bosta nenhuma. Tinha que fazer algo útil. Algo que eu deveria ter feito há tempos: agir sozinha – o que não quer dizer que não pretendia cumprir com o que tinha combinado com os dois. Parei ao lado do Nathaniel, praticamente grudando meu corpo no dele. - Agora temos que nos virar... – Falei perto do seu ouvido, e muito discretamente, fui aproximando minha mão do bolso do seu paletó, aquele que continha a chave do carro. - Não esquece: me ajuda, que eu te ajudo. Pra mim, isso ainda tá valendo. – Movi meus dedos com todo cuidado, para dentro do bolso e me aproximei mais dele, fazendo uso da minha mais doce voz. - E você será muito bem recompensado. – E rapidamente tirei as chaves do carro dele, colocando-as na parte de trás do meu short, dentro da minha calcinha. É, acho que ele não tinha notado nada, afinal, somente disse - Faça o que quiser. e então saiu calado e entrou de volta na pensão. Abri um sorrisinho de vitória. Bundão e inútil. Acho que ele era viado. Sério, gay mesmo, ele devia ser um vampirinho que dava a bunda, pra não esboçar nenhuma reação ao que tinha acabado de fazer. Ou então ele era frígido... Não, viadinho era melhor.

    Agora tinha o Billy. Por que diabos ele tinha que estar ali, na forma de lobo, pra cima do Samuel? Eu nada podia fazer, até porque, tinha outros planos. Eu sabia que depois ligaria para ele com boas notícias. - Espero que ele saiba o que está fazendo... Vou cumprir com o trato. – Falei baixinho para mim mesma e então corri pro carro do Nathan, aproveitando que o mesmo ainda estava dentro da pensão.Tirei a chave da parte de trás da calcinha, abri a porta do carro, girei na ignição e comecei a dirigir rapidamente, sem rumo. Peguei meu celular e o papelzinho que a vampira tinha entregue. - Eles enganaram meu pai, vou começar a virar esse jogo é agora. – Liguei para ela. Sabia que se eu tivesse um coração vivo, ele estaria batendo muito forte, muito rápido. Ela atendeu e perguntou de quem era descendente. - Sétimo. – Falei orgulhosa e sem titubear. Não podia demonstrar a ela que eu estava blefando. Então ela me questionou, informando que outro descendente já disse estar com a caixa. - Exato. Ele somente disse. Eu estou. – Mantive a voz firme e ela pediu uma razão para isso. - Eu não sei a razão pela qual meu parente de morte mentiu para você. Mas asseguro que a caixa está em minhas mãos. – Ela acreditou em mim e disse para onde deveria ir. - Ótimo, estou indo. – E desliguei o celular e fui para onde ela me disse, contando os segundos para por as mãos na caixa e trucidar aquela vagabundinha loira sonsa. Maldita a hora que acreditei em um filho de Gentil...



    notes é, ela blefou u.u Nats S2 e Nathaniel viadim =x
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Billy Dwey em Seg Jun 14, 2010 2:48 am

    Billy estava empolgado com a possibilidade de ter notícias sobre o seu pai, quando estavam juntos nos momentos que ficaram juntamente com seus outros irmãos, pareciam que se entendiam completamente, o mundo lá fora não parecia mais um lugar tão complicado para se ficar, o seu novo estilo de novo não parecia ser tão difícil de aceitar e Billy entendia perfeitamente seu pai.

    Era engraçado como os descendentes de Sétimo não conseguiam entender que o principal culpado pela entrega de seu pai para o Diabo fora Inverno, Guilherme fora quem matara a noiva de Gentil e pego seu colar e colocado nas mãos de Sétimo, convencido Gentil a entregar seu irmão de sangue e assim todos terem seus poderes, pior de tudo é que todos sabiam, porém os descendentes de Sétimo sabiam disso tudo e culpavam todos, será que era tão difícil assim raciocinar, porém Billy não queria mais pensar naquilo, a única coisa que queria era encontrar seu pai novamente.

    Estava tudo pronto para Billy entrar na pensão, após a sua irmã vir novamente com aquela lenga lenga de traição que viu os ódio em seu olhar, alguma coisa tinha acontecido e a única coisa que não queria ter ouvido, se pronunciou pela voz de Natasha, a sonsa da Leah havia usado seus poderes, até quando aquela cachorrinha poodle do Samuel iria obedecer a ele? Será que ele estava pegando ela o que Billy achava difícil.

    Foi quando sentiu seu corpo reagir ao nervosismo excessivo, perdia o controle quando era lua cheia, mas quando estava nervoso demais, tinha ainda um pouco de controle sobre seu corpo que estava se transformando em sua forma de lobo, o proceso não demorou muito, logo Billy já estava em sua forma gigante de lobo com cerca de 2,5m sob as 4 patas, com o pouco de raciocínio que tinha Billy avançou em direção de Samuel parando a poucos centímetros de seu rosto, o ódio fervia em seus olhos e em seguida, contrariando o pensamento de Samuel que Billy iria atacá-lo, Billy pulou em cima do carro de Samuel afundando e amassando a lataria com seu peso e arranhava a lataria fazendo aquele barulho ensurdecedor.

    Billy viu Natasha parar ao lado de Nathaniel e em seguida pegar seu carro, não estava entendendo nada, apenas teria que confiar em sua irmã, ela disse que iria cumprir o trato e se não cumprisse, Billy esqueceria quem ela era e além do mais seu ódio estava voltado para uma única pessoa que estava a sua frente.... Samuel, Billy até pensou em sair dali, mas não iria deixar Nathaniel sozinho, não agora.

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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Convidad em Seg Jun 21, 2010 8:58 pm


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      Leah... seus olhos azuis, belos como safiras, sua voz doce... quem diria que Samuel seria enganado por aquela criatura que tinha tanta luz em si. Entretanto, ela desapareceu. O filho de inverno virou-se de um lado para o outro no banco do Zonda. Ela não estava em lugar algum, e ele tinha certeza que há instantes atrás ela estava bem do seu lado. Arregalou os olhos, que logo viram o bilhete sobre o banco. Agarrou com a típica velocidade vampírica e o abriu em meio segundo. Scou com força o painel de seu carro. Ele fora idiota. Nunca se podia confiar nas pessoas nessa porcaria de não vida? Em toda a sua vida ele tinha ouvido que se tem que fazer as coisas quando quer que elas sejam bem feitas – no caso, apenas feitas. Virou-se para a pensão. Billy estava lá na frente. Aquele lobo idiota – era a personificação daqueles capangas burros e fortes, que sempre acabavam mortos nos filmes e nos quadrinhos. Por que ele não viera?

      Esbugalhou mais ainda os olhos, que brilhavam em vermelho. O descendente de lobo se contorcia. Natasha correu ao carro de Nathaniel e disparou. Ele cerrou os dentes, que agora já assumiam a forma de presas. Ele não ia... maldição! Billy se transformou num lobo de mais de três metros e se lançou sobre o capô do Zonda. Suas garras enormes arranharam a lataria e ele amassou o capô. Na face de Samuel não havia medo, nem ódio... era um misto de surpresa e decepção. Olhou para a pintura negra exclusiva do carro. Colocou a mão para fora, acariciando o retrovisor como se faz com uma criança que acabou de tomar um soco do colega de escola e nem teve chance de revidar. Seus dedos frios tocavam na pintura, seus olhos se encheram de um líquido negro – sangue podere. Ele ia chorar, não pela traição de Leah nem de Billy, mas por seu automóvel, seu xodó que estava aí para o que desse e viesse. Virou o rosto pálido para o focinho do lobo. Seu hálito quente vinha na sua cara.

      Abriu a boca e rugiu, os olhos ascenderam tornando sua vista toda cheia de uma luz vermelha. Numa explosão de fúria, segurou a mandíbula dele e com a outra mão desferiu golpes repetivtivos e rápidos, cheios da velocidade sobrenatural dos mortos vivos.Ergueu se no banco e enfiou os dedos nos olhos dele, O frio intenso veio com toda a sua potência, congelando as orbitas oculares do animal. Finalmente, quando notou que estava um bocado atordoado acelerou seu carroo máximo que podia e saltou dele, correndo para a Pensão. Ouviu os passos rápidos do lobisomem na sua cola. Subiu as escadas. Ele mostraria o que era mexer com Dom Samuel Bennet.

      - Animais idiotas do inferno, você devia estar correndo atrás da puta da sua irmãzinha!

      Lobo teria de lidar com um Inverno em fúria, mas o prórpio Sam sabia que não seria capaz, quando ouviu um estralo. Nathaniel tinha acabado de sair de um dos quartos, tinha um sorriso no rosto. Samuel meteu-lhe um soco na fuça, mas Nathan só riu. Seus olhos brilharam. Tirou de dentro de seu casaco um fósforo.

      - O que mata vampiros, é calor, e não frio...

      Só nesse momento Sam sentiu um cheiro peculiar... gás de cozinha.

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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Nathaniel Szhor em Ter Jun 22, 2010 1:01 am

    IF I GO CRAZY WILL YOU STILL CALL ME SUPERMAN?
    IF I'M ALIVE AND WELL
    WILL YOU BE THERE TO HOLD MY HAND •

    I'LL KEEP YOU BY MY SIDE WITH MY SUPERHUMAN MIGHT

    --------------------------------------------------


        Nathaniel estava pensando muito longe quando Natasha agarrou-se ao seu corpo. Via Samuel pronto pra ser mordido por um Lobo maluco e aquilo não poderia acontecer. Não devia ter confiado naquela Sétimo, nem naquele Lobo – não que eles não merecessem de início, mas a criatura tinha se tornado uma mandona desinteressante, e o outro era um cara meio sem sal que só queria seguir a maninha. Eles foram idiotas. Perderam a caixa e estava claro que nunca tiveram uma chance de vitória naquilo tudo. Entrou na pensão, tirou sua arma e o celular. A moça da recepção começou a gritar. Ele discou no telefone da recepção o número da polícia e falou em alto e bom som:

        - Se vocês não trouxerem 400 mil euros pra cá, eu arrebento o lugar e todo mundo que tiver aqui dentro.

        Informou a localização e depois colocou de volta no gancho. Os gritos e choramingos da garota da recepção que serviram de plano de fundo sonoro de seu telefonema foram silenciados com um tiro na cabeça dela. A munição explosiva deve ter transformado seu cérebro em queijo suíço. Depois ele correu para a área da cozinha. Com sua velocidade paranormal, abriu cada uma das bocas do fogão, e rapidamente tirou cada uma das gavetas até encontrar uma caixa de fósforos. Voltou correndo, e assoviou fortemente ao lado cabeça da garota, que vazava sangue por todos os orifícios faciais possíveis. Ses olhos voltaram a se abrir e ela olhou para o rosto de Nathan em duvida. Ele lhe estendeu um fósforo e falou em tom de comando:

        - Assim que ver um vulto grande e negro atravessando aquela porta ou chegando perto dela, risque esses dois.

        Quando enfiou sua cabeça na fresta da porta foi surpreendido por um Samuel irado enfiando socos rápidos na cara do Lobo. Esperou sinceramente que ele corresse para o único lugar que lhe proporcionaria abrigo e proteção daquele animal louco. Virou-se para a garota com os ouvidos , nariz, e olhos cheios de sangue. Era bom ela ser rápida. Correu para o segundo andar e entrou em um dos quartos para saltar da janela assim que ouvisse o trote do lobo dentro daquele lugar. Esperava sinceramente que tivesse a velocidade necessária para não ser carbonizado – ele sabia que a explosão não mataria o Lobo como poderia fazer com eles, mas era melhor que Billy não degolasse Samuel se quisesse colocar em funcionamento seu plano B.

        Quando de repente Samuel surgiu correndo pelo lugar, apareceu na sua frente. Tomou um soco na cara, mas se tudo desse certo, que ele lhe desse quantos socos pudesse. Mostrou-lhe o fósforo.

        - O que mata vampiros é o calor, não o frio...

        Então ouviu o que esperava. Um forte uivo do lado de fora, que ecoou pelo salão e fez as coisas tremerem. Agarrou Samuel pelo colarinho e correu para a janela. Saltou em seguida, quebrando o vidro do segundo andar, e ouviu a explosão e a sentiu a onda de calor nas suas costas. Ouviu um grito vindo de Billy, no meio da explosão ensurdecedora, e se lembrou que em algum ponto de sua vida passada tinha atropelado um cão. Gargalhou alto. As chamas iluminavam a noite.



    --------------------------------------------------
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por The Devil em Qui Jun 24, 2010 11:37 pm

    Só pra constar e esclarecer pra quem não entendeu: Billy não morre aqui. Continua vivo, normalmente (ta, talvez ferido...). '-' Ele que arrume um jeito de sair, mas morrer não vai ¬¬'
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por Billy Dwey em Dom Jun 27, 2010 3:26 am

    Billy estava literalmente sozinho, sua irmã havia pego a chave e caído fora dali, sabia que ela tinha ido atrás da meiga e idiota Leah que havia pregado a peça em todos, mas parando para analisar, ela com certeza tinha a vantagem, não tinha pensado por esse lado, poderia ter ficado com o grupo de Samuel, porém com certeza a traição aconteceria da mesma maneira, nada mudaria, todos estavam ali um contra o outro e sempre seria assim, por toda a eternidade.
    Billy já estava na forma de lobo quando pulou no carro de Samuel, amassou completamente o que podia e com gosto arranhou todo o capô do carro, saberia que não teria conserto ou sim, mudando completamente ele, viu Samuel chorar lágrimas de sangue e se pudesse sorrir, o estaria fazendo nesse momento, depois Samuel completamente irado conseguiu segurar a mandíbula de Billy e furar seus olhos tentando congelá-los, isso provocou uma dor lancinante na órbita de Billy que urrou de dor e o deixou atordoado por alguns segundos, segundos suficientes para que Samuel pudesse fugir para dentro da pensão.
    Pulou de cima do carro e uivou de ódio, sentimento esse que crescia e agora se acumulava, tudo vinha em um turbilhão de pensamentos, ódio pela fuga de Natasha, ódio pela sonsa da Leah ter pego a caixa, ódio por Samuel ter ferido seus olhos que já estavam voltando ao normal, graças ao poder do sangue e principalmente ódio por não saber se teria motivos de seu "pai" Afonso, aquilo fora a gota d'água no oceano para que Billy fosse atrás de Samuel dentro da pensão.
    Porém tudo aconteceu em frações de segundos, ao entrar na pensão Billy conseguiu olhar rapidamente para uma mulher com sangue na cabeça e pelas roupas e que acendeu fósforos que causaram uma explosão enorme, tudo aconteceu rapidamente, chamas correram por todo o lugar, o pelo negro de Billy foi atingido em cheio, o calor era infernal e não havia por onde correr e nem o que fazer, parecia que sua força estava se extinguindo aos poucos, se não conseguisse achar uma maneira de sair dali, morreria naquele local.
    Tentava respirar e o ar lhe faltava, a sensação de abandono, olhou a sua volta, as escadas ardiam em chamas e algumas madeiras já caíam, a porta da frente já estava ruindo e por instinto Billy pulou na escadaria que desabou mas Billy conseguiu se segurar numa parte que ainda estava firme, fez um esforço e conseguiu ir para a parte superior, iria procurar Samuel nos escombros, ardendo em chama, mas nem que morresse iria achar aquele maldito e Nathaniel estava junto, os dois iriam pagar por isso.
    Não conseguiu achar os malditos, o calor estava ficando insuportável, não saberia se iria aguentar muito mais tempo, teria que sair dali de alguma maneira, viu uma porta aberta e aos fundos uma janela, seria por ali mesmo sua fuga, seu corpo estava inteiramente chamuscado, algumas bolhas já podiam ser vistas expostas e em um impulso Billy pulou pela janela caindo no chão, com o peso seu corpo dolorido tombou de lado, porém se levantou rapidamente e Billy se concentrou e voltou a sua forma vampírica novamente.
    Assim que conseguiu ficar em pé, olhou para o lado e viu Samuel e Nathaniel próximos um do outro e cacos de vidro próximos de si, provavelmente um teria ajudado o outro, não sabia, não estava conseguindo pensar direito, Billy transformou sua face saindo do normal para a face vampírica, com seus caninos a mostra e os olhos injetados de sangue, porém resolveu deixar essa briga para depois, estava ferido demais e precisava se recuperar de alguma maneira, usando ainda um pouco da força que restara, usou sua velocidade vampírica e saiu dali para caçar, não se importaria quem quer que fosse, somente tinha algo em sua mente, sangue humano e depois sangue dos traidores......
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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

    Mensagem por The Destiny em Dom Jun 27, 2010 7:22 pm

    RP Finalizada.
    Acontecimentos encerrados.
    Ações resultadas mediante autorização Adm e acoplados a trama.
    Personagens livres.




    *off: u-u diabinho inxerido..tsc,tsc..*chuta a bunda do the devil* humpf!*


    _________________
    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
    Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino .
    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
    O tempo é apenas um mero detalhe."

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    Re: 26/03/2032 - Pensão da Cidade - Trama Central

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