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# Sejam Bem-Vindos ao Night Shift!

Cidade de Lisboa, Portugal. Ano de 2032. As coisas não mudaram tanto assim, apenas o cenário, apenas as imagens que passam paralelas as verdades que acontecem. Os leigos alheios aos acontecimentos, isentos de culpas e deveres. Mas, quando aquilo que pode ser uma ameaça para alguns está perdida pelo mundo sem destino ou razão. a esmo podendo está diante de um humano desavisado, para outros a mesma coisas pode significar o início da salvação de uma raça ameaçada e caçada eternamente por gerações. Você irá se importar com alguma dessas coisas? Ou será apenas mais uma pessoa vivendo a sua vida esperando que tudo se resolva, ou, tudo se acabe??
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# Data: Março de 2032
# Local: Lisboa, Portugal
# Temperatura: 26º
# Clima: Noite de céu limpo, brisa suave e clima agradável sem previsão de chuva...
# Lua: Crescente
# Sugestões de Ações:
- Person envolvidos diretamente na Trama Central : Parque Florestal Monsanto ; Pensão da Cidade ; Galpão abandonado
- Outros: Fiquem antentos a RP da trama central, você pode ser escolhido em breve. Qualquer outro lugar sem envolvimento direto com a trama.
# Duração do periodo: Indeterminado!


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REFORMULAÇÃO DO FORUM
(ex Orbis non Sufficit)
Agradecimento especial aos players que fazem isso aqui ser tão importante pra nós. - Fotos tiradas de vários lugares, mas principalmente do deviantart. - Todos os direitos reservados à Staff.

Recuse imitações. o NS é nosso, se copiar qualquer coisa sem antes ao menos pedir nossa autorização é PLÁGIO... E plágio é crime, hein?
Se copiar vai ser #umaputafaltadesacanagem e eu vou teperseguiratéoinfernoporra! xingar muito no Twitter!

bricadeira, mas aviso dado. Depois não diz que eu não avisei.


Night Shift - Turno da noite © 2009-2010

    Trama central

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    The Destiny
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    Trama central

    Mensagem por The Destiny em Ter Maio 04, 2010 5:45 pm


    BOATOS...!

    Mais de três décadas se passaram e nada havia sido dito desde então. Apenas cochichos cuidadosos e suposições, ninguém arriscava um palpite, ninguém queria se envolver no assunto. Até aqueles que sabiam de algo decidiram calar-se, deixando os que nada sabem espalhar mentiras e lendas. Mas tudo muda, não é? Pelo menos o medo de início havia passado e a possibilidade de algo de bom resultar disso era cogitado.

    Três décadas e o silêncio sobre o lugar que seria a atual prisão dos Sete era mantido. A maioria dos vampiros eram novos, não tinham mais que um século de existência, os mais antigos foram sendo destruídos pelos caçadores. E mesmo os considerados mais velhos agora preocupavam-se em manter-se estáveis. Não eram encontrados em qualquer lugar, em locais muito movimentados o que atraia conseqüentemente caçadores.

    Mas rumores da chegada de uma vampira começou a ser espalhado entre todos. Alguns diziam que ela vinha de outro país, que procurava algo aqui. Outros ainda afirmavam que ela tinha um recado a ser dado, uma informação, e outros ainda ousavam afirmar que a vampira de pouco mais de 80 anos de existência estava procurando os descendentes. Mas ela era esperta, ninguém sabia onde ela estava, onde se escondia durante o dia, e muito menos para onde ia durante a noite. Até os caçadores se atentaram aos boatos, temendo ser essa uma fonte sobre o local do aprisionamento dos Sete, já que não se sabe quem tinha conhecimento do local da batalha e clausura ou quem poderia ter participado também e ter conseguido sair ileso.

    Os mais ousados espalham que na noite do dia 26/03 a tal vampira irá estar em uma Casa Noturna de Lisboa e finalmente acabará com a curiosidade de alguns. Alguns, pois somente quem ela escolher poderá ter a chance de ouvi o que ela tem a dizer...

    Resta saber... quem serão os escolhidos?


    _________________
    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
    Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino .
    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
    O tempo é apenas um mero detalhe."
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    The Destiny
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    Re: Trama central

    Mensagem por The Destiny em Dom Jul 18, 2010 10:08 pm


    A VERDADE NÃO CONHECIDA.
    COMO TUDO ACONTECEU....


    Legenda: Manuel - Fernando - Guilherme - Sétimo


    - Eu acho que devíamos aguardar, até localizarmos o esconderijo para poder capturar um daqueles infelizes e fazê-lo falar.– opinou o homem alto, cabelos longos, austero e arrogante.

    - Deixe de covardia homem! – se irritou o menor deles.

    - Aqueles malditos, como que pegaram os três, assim? – indignou-se o negro forte.

    - Vocês queriam o quê? Afonso fazendo aquele cerco todo nas suas transformações, dizimando a cada noite meia dúzia de humanos de uma vez! Assim, nem se os caçadores estivessem cegos não haveria o notado! E Baptista? Exibido! – riu debochando Guilherme.

    - Mas e Miguel? Como? Ele depois que fomos soltos sumiu, se afastou de todos, sempre tão silencioso. – questionou mais uma vez Fernando.

    - Não imagino, no mínimo alguém enrolou ele como fizeram...- Manuel encarou Guilherme.

    - Ótimo, e agora? Estão dispostos a arriscar seus pescoços para ajudar-los? – Fernando encarou os dois.

    Guilherme torceu a cara, Manuel bufou baixinho. Não estavam certos, porém fazia tempo que não tinha um bom confronto, uma boa diversão. Um estrondo. A porta se escancarou ferozmente dando passagem para um rapaz de cabelos longos, corpo franzino em comparação aos demais naquele lugar. O lugar? Uma ampla sala no subterrâneo de alguma edificação antiga, as paredes pareciam serem feitas de pedras resistentes, algumas pilastras se estendiam em toda a sala formando um circulo no centro, chão de mármore branco. Lá dentro três homens, olhares atentos para o rapaz que chegava, surpresos. A repetição de uma historia.

    - Que diabos está acontecendo ?! – bradou adentrando.

    - O quê você está fazendo aqui! – Guilherme tomou a frente.

    - Se lhe interessasse você saberia. – Sétimo encarou Inverno. – Que movimentação é essa? Não gosto dessas “reuniões” de vocês, da última acabei escravo do Diabo.

    Eles permaneceram imóveis, porem preparados para seja o quê acontecesse ali naquele momento. Entreolharam-se por alguns instantes, eram maioria, não precisavam temê-lo. Mas a verdade era; dessa vez a reunião não acontecia para tramar alguma traição contra Sétimo, e sim, para proteção. Os caçadores cada vez mais se aprimoravam, novas armas, adaptações, não queriam correr maiores riscos se podiam usar de sua destreza e inteligência vampirica para arrumar uma solução. Aquele lugar havia sido indicado por uma vampira que conheciam como seguro. Depois que foram libertos daquela maldita caixa de prata cada um seguiu seu rumo, fazia algum tempo que não estavam juntos, e de fato, evitavam isso pois não era seguro. Se os caçadores rastreassem um deles, localizaria os demais, e isso era algo que não desejavam, não pelo bem do grupo, mas pelo próprio mesmo, por isso não arriscavam. Porem, ali estavam. Três deles foram capturados e não sentiam mais a presença deles, haviam sido destruídos?

    - Não se sinta tão importante assim Sétimo! – retrucou Guilherme.

    - Me prove o contrario. – retrucou ele, ainda arrisco. – Me prove!

    - Ladainha infernal! – ironizou Manuel

    - Traidor...- murmurou Guilherme de canto, lembrando-se da armadilha com Tobia.

    Mais um estrondo. Dessa vez mais ninguém adentrou na sala e sim uma forte luz ofuscou a visão dos vampiros. Cobriram os rostos com as mãos, protegendo os olhos, se espalharam procurando proteção sem saber o que acontecia, confusos. Sétimo enegreceu os olhos para poder enxergar melhor, não temia o sol ao contrario dos demais, e foi o primeiro a vislumbrar uma legião de caçadores devidamente equipados com artefatos que desconhecia, até o momento. Tudo acontecia rapidamente, até para os olhos vampiros acostumados dos quatros. Os caçadores eram experientes e estavam acostumados com as reações dos vampiros do Rio D’Ouro. Era uma ação ousada e poderiam resultar numa investida sem retorno. Justamente por isso agiam sem temores, cercaram os quatro vampiros, iriam capturar de uma vez por todas os vampiros que faltavam e destruiriam os malditos. Fernando ainda no meio da confusão foi o primeiro a ser atingido por dois caçadores por uma estaca no peito. Tombou com os dois caçadores ao chão que já se preparavam para decepar a cabeça do vampiro quando ouviram o urro assustador de Sétimo furioso vendo-se cercado. Guilherme podendo enxergar o que acontecia depois da claridade congelou dois caçadores que armavam bote com redes de prata. Manuel se livrou de um trio de caçadores que o cercava, quebrou o pescoço de um outro que investiu sobre ele, e sentiu algo atingir suas costas. Uma espécie de flecha de prata atravessou seu tronco na altura do peito varando até a frente do corpo, olhou para a ponta reluzente enegrecida do sangue morto do seu corpo e sentiu em seguida o solavanco o puxando. Acordador tombou, arrastado envolvido por uma rede de prata até ser jogado num baque para dentro de uma caixa de prata que seis outros caçadores arrastavam para o lugar com dificuldade. Sétimo investia contra os caçadores sem hesitar, viu Fernando e Manuel tombarem pelas mãos dos caçadores, Inverno trucidava um deles quebrando os ossos que estralavam com o ato. Sétimo se afastou o quanto pode dos caçadores e sentiu seu corpo mudar de forma, seu corpo se transformava, adquirindo o triplo ou mais do seu tamanho comum, as roupas eram rompidas e surgia diante os olhos de todos ali um monstro imenso com asas de morcego, garras, pressas, e força descomunal. Abriu as imensas asas, causando um mover do ar a volta derrubando alguns caçadores, e outros se abaixarem pare se proteger. Alguns, assustados pareciam confusos, outros, não hesitavam e vinham na direção dele. Inverno mais ao longe tentava se livrar das amarrar lançadas em suas mãos pelos caçadores que tentavam o deixar imóvel para destrui-lo. No meio da confusão com as amarras ele congelava tudo que via a sua frente, as estruturas do lugar foram diversas vezes atingidas, as pilastras que sustentavam todo ao redor da sala foram danificadas. Sétimo nas suas avançadas sobre os inimigos debatia-se no lugar pequeno, mal podia deixar as asas abertas sem bater nas paredes e estruturas.

    O barulho era infernal. Os gritos, urros, balas, som de coisas caindo. Caindo? Sim. O teto começava a ceder e duas pilastras tombavam causando um tremor no chão e levantando poeira. Caçadores atingiam as asas que farfalhavam de Sétimo perfurando e ferindo o vampiro. Inverno urrou quando atingiram seu peito com uma estaca, tinha as mãos imobilizadas e assim como Manuel foi jogado dentro da caixa de prata. A essas alturas o teto desmoronava parcialmente, porem os caçadores não podiam deixar Sétimo solto mesmo tendo os demais. Sétimo estava ferido, fora atingido diversas vezes pelas armas dos caçadores alem de sofrer pelas pedras e pedaços do teto que caia. Não demorou muito, mesmo que feridos e a maioria mortos os caçadores apesar de lutarem com os pedaços de teto, alicerces, viram uma chance quando Sétimo se viu preso devido a suas asas que ficavam presas. Avançaram os restantes, quatro caçadores, sobre o vampiro morcego atravessando sobre a carcaça dura do peito do monstro duas estacas de prata, os outros dois lançaram-se sobre ele com correntes de prata para prender. Não puderam fazer muito mais, no minuto seguinte o restante do teto desabou de uma vez. Um imenso estrondo se fez, poeira, pedras desabando, as ultimas pilastras desabaram sobre o centro de tudo e o teto se desfez. A sala que ficava num subterrâneo não suportou os golpes causado pela a luta de cedeu. A poeira subiu, e o silencio tomou conta em seguida. Havia acabado a batalha. Sepultados junto com suas caças jaziam os caçadores soterrados com os quatro vampiros. Manuel, Fernando, Guilherme e Sétimo. Vencidos. Mas, não destruídos. Assim como Miguel, Batista e Afonso que estavam presos em locais desconhecidos.


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    "Há sempre um caminho a seguir, Uma página é escrita, Tudo são meras possibilidades, Quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, O destino é cego.Quem de vós desconfiai?
    Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino .
    E foram traçados antes e depois de acontecerem.
    O tempo é apenas um mero detalhe."

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