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# Sejam Bem-Vindos ao Night Shift!

Cidade de Lisboa, Portugal. Ano de 2032. As coisas não mudaram tanto assim, apenas o cenário, apenas as imagens que passam paralelas as verdades que acontecem. Os leigos alheios aos acontecimentos, isentos de culpas e deveres. Mas, quando aquilo que pode ser uma ameaça para alguns está perdida pelo mundo sem destino ou razão. a esmo podendo está diante de um humano desavisado, para outros a mesma coisas pode significar o início da salvação de uma raça ameaçada e caçada eternamente por gerações. Você irá se importar com alguma dessas coisas? Ou será apenas mais uma pessoa vivendo a sua vida esperando que tudo se resolva, ou, tudo se acabe??
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# Data: Março de 2032
# Local: Lisboa, Portugal
# Temperatura: 26º
# Clima: Noite de céu limpo, brisa suave e clima agradável sem previsão de chuva...
# Lua: Crescente
# Sugestões de Ações:
- Person envolvidos diretamente na Trama Central : Parque Florestal Monsanto ; Pensão da Cidade ; Galpão abandonado
- Outros: Fiquem antentos a RP da trama central, você pode ser escolhido em breve. Qualquer outro lugar sem envolvimento direto com a trama.
# Duração do periodo: Indeterminado!


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(ex Orbis non Sufficit)
Agradecimento especial aos players que fazem isso aqui ser tão importante pra nós. - Fotos tiradas de vários lugares, mas principalmente do deviantart. - Todos os direitos reservados à Staff.

Recuse imitações. o NS é nosso, se copiar qualquer coisa sem antes ao menos pedir nossa autorização é PLÁGIO... E plágio é crime, hein?
Se copiar vai ser #umaputafaltadesacanagem e eu vou teperseguiratéoinfernoporra! xingar muito no Twitter!

bricadeira, mas aviso dado. Depois não diz que eu não avisei.


Night Shift - Turno da noite © 2009-2010

    Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

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    Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

    Mensagem por Gustav Logman em Dom Maio 09, 2010 1:33 am

    RP Fechada - Praia do Porto - 02/03/2032 (Atemporal) - Noite - Post n° 01

    "Vincere cor proprium plus est quem vincere mundum."
    'Quem se vence, vence o mundo.'

    Estava cansado de tentar fazer Klaus desempacar na vida! Não sei qual é a dificuldade dele se entender ou decidi o que quer da vida, se gosta da garota, se vai tomar partido nesse rolo todo sobre os Sete. Havia momentos que ele era irritante com essa imparcialidade! Ninguém pode ficar uma eternidade, e acredite é literalmente no sentido da palavra, sem tomar uma decisão! Mesmo que não seja a melhor, não se tem como ficar simplesmente... observando! É, eu falo isso como se fosse a coisa mais fácil do mundo, como se eu mesmo praticasse isso. Mas o irônico é que eu estou no mesmo caminho que ele. Deve ser algum castigo ou maldição, só pode. Por quê? Nos meus mais de 87 anos vampiros nunca fiquei na duvida do que era caça e do que não era. Mas, ultimamente isso tem me perturbado, ou melhor, isso não, ela. Por mais que eu não só seguisse instintos, que vivesse pela caçada, sempre soube que os humanos eram só o meio de me manter, de sobreviver. Não precisava caçá-los só por caçar se não precisava, mas também não me aproximava deles sabendo que no primeiro instante que a sede falasse mais alto seria inevitável resisti ao liquido que corria em seu corpo.

    Havia a encontrado por acaso andando na praia, havia acabado de me alimentar e o resultado disso jazia alguns metros atrás na praia mesmo e para evitar qualquer desconfiança cumprimentei-a. Mas, quisera eu poder adivinhar que só aquele gesto, uma pequena conversa, me faria isso, me faria me questionar. Eu sabia, já havia observado-a algumas vezes por ali, que era quase que certo que a encontraria na praia nesse horário. E, desobedecendo ao senso meu fui para lá.

    Não precisei caminhar muito, logo a avistei sentada sob a areia fitando o mar com aquele olhar perdido de quem estava pensando, e pensando em coisas nada boas. Me aproximei, já havíamos nos falado por ali uns três ou duas vezes, mas mesmo assim eu sabia que eu era um estranho para ela e tinha que tomar cuidado com o que falava, principalmente com o que fazia. Parei ao lado dela de pé e procurei falar o mais normal possível:


    -Jessica? Está tudo bem? Está com o olhar meio perdido, longe. – comentei.

    Quem que era eu pra me meter na vida dela? Bom, eu não sei. Ninguém talvez, ou um vampiro tolo. Fiquei em silencio aguardando a resposta ou alguma reação dela, olhando para imensidão do mar também.

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    Re: Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

    Mensagem por Convidad em Dom Maio 23, 2010 7:55 pm

    xx
    ...You Know That I Could Use Somebody...

    Já era tarde, bem tarde, não era hora para uma moça de família comportada estar fora de casa. Era perigoso, insensato, indevido, porem era uma mania, um costume que ela havia adquirido a muito tempo. Ela considerava uma terapia, era um calmante natural. Provavelmente vocês estão se perguntando pra que ela precisava disso já que sua vida era supostamente perfeita, com um namorado perfeito, notas perfeitas, curso perfeito, uma família perfeita, um rosto perfeito, tudo perfeito, mas não era bem assim. Muitas pessoas estereotipavam-na por andar com o grupo ‘popular’ de idiotas da universidade, por namorar o melhor jogador do time, mas ela não era que nem eles, muito pelo contrario. Ela não era nada exibida, era um tanto tímida, extremamente educada, sensível e delicada, era uma lady em tempos modernos, mas sempre a confundiam com os outros.

    A praia estava deserta, calma, límpida e quieta como todas as outras noites. A brisa soprava levemente em seus cabelos e em seu vestido que parecia rodopiar em volta de suas pernas. Caminhou pelo asfalto até chegar na areia. Parou. Olhou o mar e fechou os olhos sentindo o cheiro salgado que tanto a fazia bem. Tirou os sapatos e sentiu a areia fina tocar em seus pés. Caminhou um pouco pela areia se afastando de sua casa, apenas para refletir. Quando achou um lugar consideravelmente bom ela parou e se sentou na areia arrumando o vestido que continuava a fazer um movimento leve no ar sobre suas pernas. Pousou os sapatos ao lado de seu corpo e ficou olhando as ondas quebrarem de forma magnífica e tranqüilizadora, a lua iluminando aquela cena tão perfeitamente, a brisa batendo em seu rosto tão delicadamente, era tudo...adorável.

    Seus problemas começaram a passar diante de seus olhos, como um filme meio que em câmera lenta. Viu ela e Will juntos, de fato ela o amava, apesar das recentes briguinhas, ela o amava, o problema era apenas um, ela não sabia mais como o amava, se era como uma garota deveria amar um garoto, se era como amigo de infância, ou se era como um irmão que era quase o que eles eram. Isso a entristeceu um pouco, mas a cena a seguir a deixou pior ainda, era Clarck, sim Clarck, aquele Clarck, um dos melhores amigos de Will, e dela também. Por algum motivo ele havia tomado uma importância estranha em sua vida, ele despertava sentimento nela, coisas estranhas que...bem, coisas estranhas que ele não deveria despertar. Ela se sentia péssima com isso, era como uma traição pra ela, queria falar com Will, mas tinha medo de sua reação, do que ele poderia pensar dela, seria terrível, por isso andava mais quieta ultimamente, mais distante.

    Estava tão absorta em seus pensamentos que nem percebeu a chegada de seu mais novo....amigo? Colega? Conhecido? Estranho misterioso o definiria melhor. Ela já deveria saber que tinha grandes chances de encontrá-lo ali, afinal essa não era a primeira nem a segunda muito menos a terceira vez. -Jessica? Está tudo bem? Está com o olhar meio perdido, longe. Ela olhou pra cima rapidamente fitando seus olhos escuros e brilhantes, sua pele alva e seus cabelos levemente bagunçados. Sorriu como se o cumprimentasse e voltou os olhos ao mar. Demorou um pouco para responder, na verdade precisava pensar no que responder afinal, não poderia ficar contando sua vida por ai assim, quer dizer, ela sabia que não deveria. – Sim, está tudo bem, eu só estou...cansada. Ela deu de ombros não conseguindo pensar em uma resposta melhor. Assim que mexeu os ombros os sentiu gelados, mas não precisava demonstrar. – E com o senhor? Está tudo bem? Perguntou educada e cordial como sempre fora.

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    Re: Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

    Mensagem por Gustav Logman em Seg Maio 24, 2010 10:24 pm

    RP Fechada - Praia do Porto - 02/03/2032 (Atemporal) - Noite - Post n° 02

    "Vincere cor proprium plus est quem vincere mundum."
    'Quem se vence, vence o mundo.'





    Olhar aquele mar imenso me trazia uma certa sensação de desolação. Não que me importasse com isso, não a há algum tempo, mas aquela imensidão negra sobre a lua refletia bem como eu sentia-me. Parecia que olhava para o fundo de um abismo sem fim, sem luz no fim, apenas me deparava com aquele vazio que me encarava do fundo. Desviei o olhar percorrendo o resto da praia vazia e silenciosa, gostava de estar ali longe da agitação humana, longe dos problemas vampiros. Voltei a encarar Jessica. Sabia que não devia, mas havia adquirido o costume de ‘ronda-lá’ sempre que a percebia por ali também. E foi por acaso que acabei de ‘apresentando’ numa noite qualquer. Depois disso, não havia mais motivo para me esconder, apenas observar.
    Era engraçado lidar com ela. Ao mesmo tempo que sabia que podia decifrar o que se passava com ela, as emoções que mesmo que tentasse esconder ficavam tão claras, mesmo assim, achava que ela escondia algo. Observei seu rosto delicado e belo, cada traço seu parecia uma pintura feita por um artista cuidadoso. Mesmo parecendo chateada com algo mantinha aquele sorriso cativante e sereno.

    – Sim, está tudo bem, eu só estou...cansada.- Ela deu de ombros erguendo o rosto para mim – E com o senhor? Está tudo bem? – disse educada como de costume.

    Esbocei um sorriso de canto. Senhor? Está certo que já vivi algumas décadas além das esperadas para alguém da minha idade aparente, mas também não era para tanto! Me abaixei cuidadosamente para não assusta-lá ficando a altura do seu olhar e em tom amigável respondi.

    - Entendo, não precisa dizer se não quer. E não precisa me tratar com tanta cordialidade, não sou tão velho assim.

    Me sentei na areia sem se importar que sujasse a roupa que vestia. Como a maioria dos vampiros dependíamos da aparência para sobreviver e ter vantagens. Mas eu não queria impressioná-la ou manter qualquer pose, apenas estava ali... conversando com uma humana? Pois é.

    - Se lhe incomodo, por favor, me avise.

    Disse pensativo, não tinha o costume de apenas manter um conversa sem que esta não significasse que acabaria de uma forma não muito boa para a outra parte.

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    Re: Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

    Mensagem por Convidad em Dom Maio 30, 2010 4:52 pm

    xx
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    Jessica nunca foi o tipo de garota que se apaixonava facilmente, ou que caia de amores por qualquer garoto bonitinho ou charmosinho que aparecia em sua frente como a maioria de suas amigas eram, onde a cada semana diferente elas falavam de um garoto novo com uma característica única, sejam os olhos claros, o porte incrível, a sensibilidade e o carinho, e por ai ia. Ela gostava de conhecer o garoto, de saber lidar com ele, de se acostumar com suas qualidades e defeitos, afinal ela sabia que ninguém é perfeito, e foi exatamente assim com Will. Ela gostava dele pelo que ele era, por completo, com os defeitos e as qualidades, apesar de que ultimamente os defeitos estavam realmente falando mais alto. Contudo, de um tempo para cá parece que alguém decidiu testar tais teorias dela, primeiramente com Clarck, um dos melhores amigos de Will, o que deixava a situação muito pior. Era uma tração estranha um sensação que ela nunca havia sentido antes, ela odiava ouvi-lo falar de quantas garotas havia pegado na noite anterior, sentia um ciúmes inexplicável dele, e cada vez que ficavam sozinhos ela se sentia o estomago revirar e o coração acelerar, quando voltava pra casa mais tarde, era como se aquilo fosse uma traição a Will, e isso era uma cosia que ela nunca faria com ele. Mas alem de Clarck, tinha Gustav agora. Ele não era um garoto, era um homem, era sério, atencioso, charmoso e todas aquelas características que suas amigas contavam dos garotos semanalmente. Eles não se viam com freqüência, não se falavam com freqüência, na verdade, se encontraram-se 5 vezes ocasionalmente na praia era muito. Era um lugar comum entre eles, onde ambos usavam para descansar a mente e refletir sobre tudo ao redor. Ele era muito inteligente, uma ótima pessoa para se conversar, porem era um estranho e ela não podia sair por ai espalhando sua vida para estranhos, na verdade, ela não deveria nem se quer ficar a sós com ele a noite, era contra a etiqueta, mas ele lhe acalmava, e as vezes ela precisava disso.

    Ele se abaixou e ficou na altura dela, ela virou os olhos do mar e acabou encontrando os dele. Grande erro. Os olhos dele eram duas esferas lindas, brilhantes e hipnotizadoras, eram profundos e misteriosos, como se escondessem algo importante, algo que causava-lhe magoas, aguçavam a curiosidade dela. Ela piscou varias vezes se recuperando e encarou a areia abaixo de seus pés sentindo a suas bochechas corarem por te-lo ficado encarando. - Entendo, não precisa dizer se não quer. E não precisa me tratar com tanta cordialidade, não sou tão velho assim. Ela sorriu sem graça, sera que era tão transparente assim? Sera que era tão visivel seus problemas? Ele se sentou ao lado dela e ela se sentiu bem, assim como ans outras noite, ele lhe fazia bem. Como um desconhecido poredira causar um efeito desses? Ela se sentiu calma e tranquila, as bochechas voltaram a cor normal e ela sorriu meiga para ele voltando a olha-lo, porem sem encara-lo nos olhos. – Não quero lhe preocupar...Gustav. Ela fez um certo esforço para chama-lo assim, Porem se sentiu confortavel depois. – São problemas futeis, de adolescente mimada, nada que alguem como o s..voce...gostaria de saber. Falou sincera. Virou a cbaeça olhando o mar novamente, ele parecia ficar cada vez mais calmo, com menos ondas quebrando, mais silencioso, porem a brisa ainda vinha neles.

    Ela tirou uma mecha de cabelo do rosto a arrumando atras da orelha. - Se lhe incomodo, por favor, me avise. Ela foi de fato surpreendida pela frase dele, ele não incomodava, nunca, pelo contrario, era completamente agradavel ficar ao lado dele. Ela o olhou demosntrando um pouco de desespero. – Não!! Notou o modo como tinha falado e corou novamente. – Quer dizer, a sua companhia é sempre bem-vinda Gustav, voce nunca incomoda. Ela virou o rosto sentido-o queimar de vergonha pela cena que havia acabado de fazer.


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    Re: Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

    Mensagem por Gustav Logman em Ter Jun 01, 2010 12:45 am

    RP Fechada - Praia do Porto - 02/03/2032 (Atemporal) - Noite - Post n° 03

    "Vincere cor proprium plus est quem vincere mundum."
    'Quem se vence, vence o mundo.'







    Em todas essas décadas que existi, depois que fui transformado por um vampiro que já nem tenho mais conhecimento de sua existência, eu aprendi a observar bastante. Não era mais apenas um humanos supérfluo, eu tinha alguns amigos, luxos, sustentava uma pose de bad boy sem escrúpulos, sempre agir sem refleti antes as conseqüências. Talvez por isso eu acabei dessa forma, sendo o que sou hoje, um caçador da noite. E, nessa situação se aprende muito mais do que se imagina, não se vive só pela caça, pelo menos se souber fazer isso. Ironicamente, acho que sou melhor agora? Não sei. Não sei dizer quanto tempo isso durará.

    Jessica era aquele típico objeto proibido que prometia testar meu auto controle. Eu não precisava resisti, podia simplesmente se alimentar com o sangue dela e esquecer disso tudo, mas eu havia cometido um grande erro. Tinha hesitado, deixei a caça, e comecei a observa-la demais, alem do necessário. E agora, havia apreciado a conversa com ela, a companhia, e isso se tornava um habito meu. Sabia onde ela morava, onde estudava, conhecia de vista as pessoas que ela andava, e eu não costumava querer saber tanto assim de uma simples humana. E isso era meio atormentador pra ser sincero.

    – Não quero lhe preocupar...Gustav. – notei o esforço dela para me chamar por nome. Eu era apenas um estranho, desconhecido, do qual ela sabia somente o nome. – São problemas futeis, de adolescente mimada, nada que alguem como o s..voce...gostaria de saber.
    A brisa que sobrava do mar era calmante, também gostava disso além de ser uma bela vista a noite. Mas também trazia o cheiro dela até minhas narinas e era tentador. E isso não era bom, ela tinha um cheiro suave, era o tipo de caça que eu procurava, que normalmente eu me alimentava.

    – Não!! Quer dizer, a sua companhia é sempre bem-vinda Gustav, voce nunca incomoda.

    Engraçado, não? Ela sempre ficava entre o confiar e os instintos de se afastar do estranho que falava com ela. E eu entre tentar racionalizar ou cravar minhas presas no pescoço dela. O rosto dela ficou rosado, parecia envergonhada por sua reação, sorrir de canto com isso. Eu devia ter ido embora, eu sabia que devia ir, mas a curiosidade, a tentação, me fez ficar. Além do mais eu sempre havia gostado desses jogos, saber que podia influenciar as reações humanas, porém o fim disso eu conhecia.

    - Problemas nunca são fúteis, ainda mais aqueles que nos deixam assim... tristes. – respondi tentando adivinhar o que se passava com ela. – Obrigado. Eu sei que aturar um inconveniente que nem eu quando se quer ficar a sós não é algo agradável. – tentei amenizar o tom da conversa séria. – Não existe nada que não tenha solução.

    A fitei por alguns segundos que me pareceram uma eternidade! Me foquei nos olhos dela, perdido observando, parecia não tem fim aqueles breves segundos. Desviei o rosto tentando ficar indiferente ao meu deslize e olhei em volta da praia. Vazia. Silencio. Pela primeira vez me incomodei com a quietação do lugar. Estava sozinho, ou melhor, ela estava...

    - Sem querer ser intrometido, mas não achas um tanto quanto perigoso ficar num lugar desses a essas horas? – questionei. Hum. Soou meio estranho isso não? – Quero dizer, você deve morar longe, pra andar pelas ruas a essa hora. – desconversei, mentindo em não saber que ela morava logo ali em frente da praia em um apartamento.

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    Re: Praia do Porto - Atemporal - RP Fechada

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