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# Sejam Bem-Vindos ao Night Shift!

Cidade de Lisboa, Portugal. Ano de 2032. As coisas não mudaram tanto assim, apenas o cenário, apenas as imagens que passam paralelas as verdades que acontecem. Os leigos alheios aos acontecimentos, isentos de culpas e deveres. Mas, quando aquilo que pode ser uma ameaça para alguns está perdida pelo mundo sem destino ou razão. a esmo podendo está diante de um humano desavisado, para outros a mesma coisas pode significar o início da salvação de uma raça ameaçada e caçada eternamente por gerações. Você irá se importar com alguma dessas coisas? Ou será apenas mais uma pessoa vivendo a sua vida esperando que tudo se resolva, ou, tudo se acabe??
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# Data: Março de 2032
# Local: Lisboa, Portugal
# Temperatura: 26º
# Clima: Noite de céu limpo, brisa suave e clima agradável sem previsão de chuva...
# Lua: Crescente
# Sugestões de Ações:
- Person envolvidos diretamente na Trama Central : Parque Florestal Monsanto ; Pensão da Cidade ; Galpão abandonado
- Outros: Fiquem antentos a RP da trama central, você pode ser escolhido em breve. Qualquer outro lugar sem envolvimento direto com a trama.
# Duração do periodo: Indeterminado!


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REFORMULAÇÃO DO FORUM
(ex Orbis non Sufficit)
Agradecimento especial aos players que fazem isso aqui ser tão importante pra nós. - Fotos tiradas de vários lugares, mas principalmente do deviantart. - Todos os direitos reservados à Staff.

Recuse imitações. o NS é nosso, se copiar qualquer coisa sem antes ao menos pedir nossa autorização é PLÁGIO... E plágio é crime, hein?
Se copiar vai ser #umaputafaltadesacanagem e eu vou teperseguiratéoinfernoporra! xingar muito no Twitter!

bricadeira, mas aviso dado. Depois não diz que eu não avisei.


Night Shift - Turno da noite © 2009-2010

    Moradia dos Caçadores - RP aberta - Atemporal - Noite

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    Sarah Ellewanger
    Caçadores
    Caçadores

    Nome do Player : Joe
    Mensagens : 234
    Data de inscrição : 29/04/2010

    Moradia dos Caçadores - RP aberta - Atemporal - Noite

    Mensagem por Sarah Ellewanger em Qui Jun 03, 2010 1:37 am




    Um manto azul tão escuro quanto o céu noturno a envolvia. Ela caminhava a passos leves, elegantes, parecia flutuar enquanto a borda do manto se arrastava pela rua calçada. A escuridão da noite sem lua era quebrada pela iluminação parca da viela em que a mulher caminhava, dobrando em esquinas sem movimento. O mundo parecia ter parado para que somente ela trafegasse por ele. Sabia para onde estava indo, ela ergueu por um momento o tecido pesado ao passar sobre um pequena poça d'água, suas mão calçadas por luvas de seda tinham um lilás vivo que contrastava delicadamente com o manto. A velocidade diminuiu quando a mulher entrou em uma rua supostamente sem saída, a não ser pela porta à direita no fim da mesma, por onde ela adentrou sem cerimônia alguma. Dentro do espaço iluminado belamente por lustres antigos havia um sofá em veludo, largo e com encosto alto. Fagulhas trepidavam em uma lareira de chama baixa, formando sombras no chão a sua frente. Um homem alto e bem vestido estava de costas, ele segurava uma taça cheia de um conteúdo avermelhado encorpado demais para ser vinha, a mulher se aproximou e baixou seu manto deixando a mostra as madeixas médias e louras, levemente encaracoladas nas pontas que recaiam sobre seus ombros.

    O homem virou-se para ela e a tomou pela cintura, a envolvendo com um beijo apaixonado, visceral, ardente. Seus rostos misturavam-se em um movimento contínuo, acalentados pelo calor do fogo ao seu lado. A intensidade da carícia decrescia e aos poucos afastavam-se sem querer, seus lábios ainda se atraiam como imãs, até que finalmente o espaço entre eles cresceu a ponto de deixar suas feições totalmente à mostra. As presas dele cintilaram com o reflexo do fogo e seus olhos eram como duas opalas expostas ao calor, tais como os dela quando virou-se trazendo sua face à luz. Nos olhamos diretamente antes que eu acordasse horrorizada por ver meu próprio rosto.

    Abri os olhos. A luz entrou em minha cabeça como uma lança. Fechei os olhos para fugir da luz e da dor, mas esta não foi embora. Virei a cabeça, e só então percebi que fora um erro. A dor me causava náuseas. Parecia que os ossos de minha cabeça tentavam sair correndo. Estava frio. As cobertas grossas não conseguiam conter o calor que eu precisava debaixo delas, a febre que me tomava começava a tomar minha mente também, pesadelos e delírios, eu não sabia mais o que era real. Eu o amaldiçoava com todas as palavras que podia, o queria fora dos meus pensamentos, dos meus pesadelos, do meu corpo. Nathaniel havia me infectado, eu sofria de sua doença contagiosa e dolorida. Maldito!

    Jamais tinha me ocorrido o quanto deveria ser pouco higiênico ser um vampiro, o quão perigosa poderia ser sua mordida quando não transformava um humano ou o fazia seu escravo. Doenças contagiosas poderiam ser passadas por aquelas presas imundas, raiva, malária, febre amarela, febre maculosa. Minha cabeça girou mais uma vez antes que eu alcançasse o copo com água no velho criado mudo ao lado da cama. Lembrei de quando era criança e ficava doente, de minha mãe ao pé da cama, dos remédios de gosto horroroso que ela me obrigava a tomar. Senti falta de alguém me dizendo que eu ficaria bem. É engraçado o quão vulneráveis ficamos quando estamos debilitados fisicamente, seu emocional tende a cair junto com o número de glóbulos brancos do seu sistema.

    Eu não sabia se era dia ou noite. A janela do quarto estava fechada desde a minha volta sofrível para a moradia que dividia com outros caçadores, inclusive Ryan. Onde estará agora? Me perguntei vagamente, enquanto a água atingia meu estômago avariado. Tudo era ácido e me causava ânsia de vômito. Minha mão estava rígida, mas mostrava sinais de melhora na roxidão. A olhei preocupada. E se...nunca mais eu segurar uma arma de novo com ela? Novamente eu queria alguém para me dizer que isso não aconteceria, minha palavra não era suficiente e minha fraqueza era grande demais para ser vencida naquele momento. Precisava aprender a ficar só, a estar só e ter este como estado definitivo. Viver, respirar, matar, morrer. Tudo isso sozinha. Deitei outra vez, tremia vez ou outra, mas o sono, apesar de conturbado, me ajudaria a melhorar. Ao menos eu contava com isso.

      TAGGED Me, myself and I !?
      NOTES Queria postar com ela e pronto. Qualquer coisa, se estiver no lugar errado avisem adms queridas, mudo com prazer !?
      WEARING pijama, oi? !?
      LOCATION Moradias dos caçadores. Quarto da Sarah !?

      Data/hora atual: Qui Nov 15, 2018 12:02 pm